6.2.11

criado por ostras    19:09 — Filed under: TAGS — Tags: ,

 

OLÁ, MENINAS! TEM UM TEMPINHO QUE NÃO PASSO POR AQUI, NÃO É? MAS COMO VOCÊS SABEM, ESTE ERA O BLOG DA CRECHE EM QUE EU TRABALHAVA, MAS ELA NÃO ESTÁ MAIS EM FUNCINAMENTO, POR ISSO, VOU FICAR COM  O BLOG E  TALVEZ MUDE DE NOME NÃO SEI AINDA.

POR ENQUANTO, VOU POSTAR ALGUMAS COISAS QUE PEDIRAM PARA AJUDAR VOCÊS NESTE INÍCIO DE PERÍODO LETIVO QUE SEI BEM QUE É MUITO CORRIDO COM PLANOS DE AULAS (DEVO DIZER QE NÃO MANDO PARA NINGUÉM ATIVIDADES POR E-MAIL, NÃO QUE EU NÃO QUEIRA, MAS SE E FOR ATENDER A TODAS NÃO TEREI TEMPO PARA MAIS NADA).

NO MOMENTO NÃO ESTOU TRABALHANDO COM CRECHE, SOMENTE COM ENSINO FUNDAMENTAL E TTORIA DE PEDAGOGIA, MAS NAS MINHA ANDANÇAS ENCONTREI MUITO MAERIAL PARA AJUDAR VOCÊS QUE POSTAREI AQUI COM O DEVIDO CRÉDITO DAS AUTORAS, OK!

ENTÃO ESTAS SÃO AS  PRIMEIRAS ATIVIDADES QUE ENCONTREI NO BLOG PARTILHANDO IDÉIAS, SÃO ATIVIDADES COM MEU JEITO DE PLANEJAR, POR ISSO, ESTÃO AQUI NESTE ESPAÇO. USEM E DEPOIS PASSEM AQI PARA DIZER COMO FOI.

UM ABRAÇO A TODAS E UM EXCELENTE PERÍODO ESCOLAR!


ATIVIDADES PARA BERÇÁRIOS
Sugestões de atividades e estímulos para o berçário 

"O adulto precisa apresentar o mundo"
. Chocalho com garrafa peti, copo de iogurte, yakut...
. Saquinhos de cheiro feito com tnt algodão e vários aromas.
. Bolinhas de cheirinho feito com meia calça
. Caixa supresa, encapada e com um buraco para caber a mãozinha do bebê.
. Tampas de Nescau com figuras.
. Cds com figuras, furado e usado como móbile.
. Abrir uma caixa de papelão e fazer uma casa, ou um carro.
. Janelinhas das sensações.
. Cd com cantigas com voz de criança, músicas clássicas.
. Sagu com anelina dentro de peti, pode usar também gliter, lantejoula...
. Varal das sensações.
. Cestos dos tesouros.
. Pendulo com bola e elástico colado no teto.
. Soprar ( canudo grosso), fazer bolhas ensinar a criança a respirar pelo nariz( variar com gelatina colorida). 

Esconde-Esconde (para bebês)

Cadê o ursinho? Ele sumiu, mas não é para sempre. 
_ IDADE A partir de 6 meses. 
_ O QUE DESENVOLVE Noção de que as pessoas e os objetos continuam existindo mesmo quando saem do campo de visão. 
_ COMO BRINCAR Se esconda atrás de uma porta ou de algum objeto grande e chame o bebê, fazendo com que ele procure você. Apareça novamente. Cubra a sua cabeça com um pano e chame a criança pelo nome. Depois de alguns segundos, retire o pano. Esconda um objeto que o bebê goste, como um ursinho, e pergunte: "Cadê o ursinho? Onde ele está?" Incentive a criança a procurá-lo. Depois, mostre o objeto. Essa atividade ajuda a criança a compreender a ausência dos pais quando eles saem, por exemplo, para trabalhar.

Encaixes (para bebês)

Uma caixa dentro da outra e o bebê aprende o que é grande, pequeno, leve e pesado. 
_ IDADE A partir de 6 meses. 
_ O QUE DESENVOLVE Noção de tamanho e de peso. 
_ BRINQUEDO Caixas de papelão e potes plásticos de vários tamanhos e formatos. 
_ COMO BRINCAR Coloque um pote dentro do outro, mostrando que o menor cabe dentro do maior. Vire os potinhos de ponta-cabeça e coloque um sobre o outro até formar uma torre. Deixe a criança brincar à vontade com os potes e colocar as mãozinhas dentro deles. Quando ela pegar um pote sozinha ou dois deles (um dentro do outro), vai perceber a diferença de peso. 
Você pode fazer: Monte cubos de diferentes tamanhos com caixas de leite. Recorte o papelão e emende as laterais com fita crepe. Depois, pinte.

Cores (para bebês)

Blocos de espuma azuis e vermelhos... Um em cima do outro e, de repente, todos no chão!
_ IDADE A partir de 3 meses. 
_ O QUE DESENVOLVE Coordenação motora e a visão, que começa a ficar mais nítida a partir do terceiro mês. 
_ BRINQUEDO Blocos coloridos de espuma. 
_ COMO BRINCAR Movimente os blocos, coloque uns sobre os outros. 
Deixe a criança segurá-los e derrubá-los. 
_ ESTE VOCÊ FAZ Corte o fundo de duas garrafas PET transparentes e coloque papel crepom picado, de diferentes cores e tamanhos, dentro desses recipientes. 
Junte um ao outro com fita adesiva. Também é possível usar água, óleo e purpurina. Utilize vasilhames de diferentes tamanhos para que o bebê perceba que sua mão envolve o objeto de várias maneiras.

ATIVIDADES COM CRIANÇAS DE 2 a 3 ANOS

As crianças de 2 anos são muito alegres e quando possuem um lápis e um papel se divertem bastante.Nesta idade, porém os lápis devem ser estreitos. 
Em torno de 3 anos as crianças podem também apontar os lápis. Mas tome cuidado na hora de comprar os lápis e giz, de forma que não contenham elementos danosos para a saude. As crianças gostam de desenhar e pintar, como tambem mostrar suas criações para pais e conhecidos.
As tintas de dedo são as preferidos das maiorezinhas. Com as mãos sobre o papel estao prontas para pintar com muita alegria. Papéis mais grossos são os indicados, como também maiores. 
Gostam tambem de construir suas próprias casinhas. Feitas de caixa de papelão com portas e janelas de abrir e fechar. Os móveis também podem ser construídos com caixinhas. Elas mesmas podem pintá-las.

As crianças podem fazer colares de diversos materiais. Como modelar formas para pintá-las depois. 

No segundo ano de vida podem também começar a cantar. Cantem juntos! Elas aprendem rapidamente. 
De às crianças instrumentos musicais simples e fáceis de fazer manualmente. Esses podem ser uma tampa de panela, uma colher que proporciona ritmos como também os instrumentos ritmicos industrializados: xilofone, tambor, piano elétrico.

Desenvolvimento da fala

Com brinquedos simples o desenvolvimento das crianças pode ser estimulado. Pode-se sempre perguntar: “Onde está...?” com essa indagação feitas sobre diversos materiais e móveis existentes na sala, ou em um livro, você ajuda a elas a aprender o nome dos objetos de entorno e a conhecer o mundo à sua volta.
Sua 

Ainda que a criança não compreenda o sentido da palavra ela apreende o sentido da língua, coisas e relações observando e vivenciando.

Quando a criança observar uma máquina de lavar roupas, por ex., você pode esclarecê-la como você faz para lavar roupa. Ponha o sabão em pó, mostre que fecha a tampa, que liga a máquina, que depois a máquina enche de água, que ela bate a roupa, enche-se de espuma, etc.
Quando a máquina parar de funcionar, mostre à ela que a roupa está úmida e limpinha, que você agora irá dependurá-la para secar.
Wenn Ihr Kind Sie beim Füllen der Waschmaschine beobachtet, können Sie ihm erklären, dass Sie jetzt Waschpulver dazugeben und dann fließt das Wasser aus dem Schlauch in die Maschine, die Trommel dreht sich, dann bildet sich Schaum und die Wäsche wird sauber. .(weißt du) 


Como outra brincadeira , você pode apontar perguntar-lhe:- Aonde está seu nariz?
... Sua orelha... sua cabeça... seu braço... sua boca? E assim ela vai aprender brincando.


Nessa idade um bom brinquedo para a criança é um livro de capa e folhas duras. Ali elas podem folhear, sentir e você pode esclarece-las sobre cada figurinha que esteja ali.

Para que a linguagem se desenvolva converse com ela e deixe que ela tenha contato com outras crianças. Logo verá como falará mais e cada dia mais corretamente. Conte historinhas para elas. Gostarão de ouvir e pedirão que repita-as. Você verá que um dia elas já terã até mesmo decorado a estorinha e quando você a contar ela a irá complementar. 

Um bichinho de pelúcia, pano, uma bola colorida ou briquedos de plático de montar. Mostre como devem fazer e elas o farão.

ATIVIDADES CRIATIVAS COM CRIANÇAS PEQUENINAS até 4 anos


É muito importante, na primeira vez que que as crianças procurem trabalhar sozinhas, no entanto, sem que sejam forçadas a isso. Você, naturalmente precisa estar de olho nelas, pois gostam de por coisas na boca. Especialmente quando trabalharem com balões, algodão, jornais e peças pequeninas. Não espere uma super-produção ou que os trabalhos sejam perfeitos e com bom acabamento. 
Ao praticarem atividades criativas, cada vez mais exercitando a coordenação motora, você verá que elas irão aprimorando suas técnicas e resultado final do que criarem.
A repetição de atividades é também muito importante para as crianças. O que para um adulto pode parecer repetitivo, para as crianças é sempre uma aventura e encontram novidades para experenciar. 
Experimente, depois de duas semanas que apresentou determinada atividade, colocar à disposição das crianças o mesmo tipo de material que já aplicou anteriormente e verá quanto progresso elas demonstrarão realizar. 

Uma idéia para crianças que engatinham 
Se você sabe tricotar, faça uma luva, se não adquira uma e pregue nas extremidades de cada dedo um pequeno sininho! Você poderá também desenhar uma carinha nos dedos e se quiser mais costure lã que será o cabelinho das carinhas. Elas adorarão!

Aventuras para crianças pequeninas 
Um túnel para as crianças engatinharem por dentro pode ser feito com papelões grandes, cartolinas, diferentes tipos de tapetes, diferentes tipos de travesseiros e bolas, bóias de soprar ou animaizinhos, balões, colchas e almofadados. Experimente você primeiro mostrar para elas como devem agir para brincarem e elas aprenderão rápido. Engatinhar embaixo do túnel, brincar com balões, construir torres com travesseiros, etc.
Para o início a utilização de materiais em abundâncias talvez seja exagerada. Comece talvez com alguns papelões e depois ofereça-lhes apenas balões, etc. Uma brincadeira de cada vez.

Crianças exercitando-se na sala 
Preste atenção com as brincadeiras das crianças, é sempre bom ter um colchão de ginástica ou uma colcha almofadada para que as crianças possam brincar e exercitarem-se ali. 


Bacia ou piscina de plástico

Para cada grupo de crianças duas piscininhas de plástico seria o ideal. Você poderá enchê-la com balões de soprar (meio murchos para não estourarem), jornais (as crianças adoram rasgá-los), algodão (de boa qualidade- para sentarem-se em cima e sentirem a textura macia). Papéis manteiga fazem um barulho agradável de se ouvir, quando se é amassado. Observando-as sempre para que não engulam objetos indesejáveis.
No outono é possível encontrar materiais como: castanhas, folhas, que também podem estar nessa pequena piscina, para que as crianças entrem dentro e desenvolvam seus sentidos. 
Quando o tempo estiver quente, pode-se colocar essa piscina fora e enchê-la de água. Ponha dentro potinhos vazios de iogurte, colheres de plátstico, baldinhos e deixe-as brincar ali. Observando-as sempre.


Música com materiais de casa
Caixa de ovos, latas de bebida, colheres, pauzinhos ou hastes de madeira, etc. podem transformar-se em instrumentos musicais. Use a criatividade!
Enchendo objetos
Dê para as crianças diferentes latinhas, copos de iogurte vazios, papelões, garrafas de plástico, etc. Elas poderão encher esses objetos com areia, e no verão brincar fora ou também utilizando água. Comece você mesmo demonstrando como se pode construir uma torre, uma montanha, etc com areia, logo elas estarão fazendo o mesmo.
Conhecendo as formas
Recorte nas caixas de papelão (de produtos caseiros) ou caixas de sapato diferentes formas: círculo, triangulo, retangulo, etc.
Dê para as crianças cortiça, bloquinhos de madeira para montar, pedaços de papéis grossos e peça-as para que as coloquem nos buraquinhos (de diferentes formas) das caixas.
Rolos de papel higiênico
Dê a elas alguns rolos de papel higiênico vazios ou rolos de papel de cozinha e elas poderão brincar com eles, fazendo-os rolar, apertando-os, o mais forte consegue até rasgá-os, podem também pisar em cima !
Se as crianças forem um pouco maiorzinhas já podem pintar os rolos com tinta de dedo ou ainda colar papéizinhos coloridos que podem ser rasgados em cima 
Saquinhos recheados
Uma coisa que pode ser feita rapidamente é fazer saquinhos de pano recheados ou mesmo luvas laváveis recheadas. 
Encha-as com algodão, arroz, ervilha seca, castanhas, ponha sininhos em cada dedo da luva, etc. As crianças dessa idade gostam de sentir o tato e escutar o som que os objetos produzem.

Painéis de textura
Numa cartolina cole uma lixa de papel, folha de alumínio, tecido, algodão, botões, cortiça, formando dois painís. Deixem as crianças sentir as diferentes texturas.
Você pode escondê-las sobre um pano e as crianças maiorezinhas poderão pelo tato adivinhar de qual painél se trata. 
Cobra de pano
Costure uma cobra comprida, feita de retalhos de tecido e encha-as com algodão. As crianças irão gostar muito de apalpá-la com a mão. Voce poderá utilizar outros materiais para enche-la. 
Recipiente de filme
Você poderá também encher um potinho de plastico desses de filme fotográfico com ervilhas secas, arroz, sininhos, pedrinhas. Depois, é só fechar bem e para segurança lacre-a com auxilio de fita isolante ou crepe.
Papelão
Pode-se pintar um papelão com tintas de dedo.
Uma caixa de papelão pode virar uma casinha. É só cortar as portas e janelas. Claro que essa caixa deverá ser grande.
Com papelão a criança maiorzinha poderá ensaiar recortes (com tesoura sem ponta) e poderá fazer estrelas, ovos de páscoa ( para servirem de móbiles após serem pintados), etc. 
Lembre-se que quando elas trabalharem com tinta de dedo, devem usar uma roupa velha ou um avental e o chão ou mesa devem estar protegidos com jornal.

Aprendendo a guardar os brinquedos
Deixe as crianças guardar os brinquedos que utilizaram na aula. Elas podem pô-los em uma caixa de papelão vazia. Podem por: bolas de papel, algodão, bolinhas, etc. Quando tudo estiver dentro todo mundo canta uma musica e se houver tempo coloca-se tudo no chão novamente e de novo começam a guardar e depois a cantar.

Espelho de papel alumínio
Você pode colar uma folha de papel aluminio no chão para que as crianças ao engatinhar olhem para seu reflexo. Os pequeninos gostam de se mirar no espelho..
Travesseiros de balões
Com uma colcha de face dupla, dessas que se colocam um estofado dentro você pode fazer um grande travesseiro de balões. É só colacar nas colchas diversosbalões de ar (meio vazios para que não estourem) e então as crianças poderão engatinhar e rolar por cima.
.
Brincadeira na areia
Quando estiverem fora, dê à crianças forminhas, regadores, água e colheres e deixe-as brincar à vontade.

Rasgar e colar 
Deixe as crianças rasgarem diferentes tipos de papéis: Jornais, papéis transparentes, coloridos, dourados e depois colarem sobre uma cartolina ou papél..
Tecido e lã 
Colar restos de tecidos de diferentes formas e tamanhos. Para se colar lã é necessário uma destreza maior, pois a criança precisará firmá-la com a ajuda outros dedos para que se fixe no papel.
Caixas de ovos vazias
São também boas para que as crianças as rasgem ou para ser utilizada na confecção de papel maché – que serve-se como ótimo recurso para fazer brinquedos diversos: galinhas, frutas, máscaras, etc. 
As crianças também poderão brincar de colocar materiais dentro da caixinha de ovos: papéis amassados, cortiças, etc. Tome porém, cuidado para que não levem objetos pequenos na boca.

Rasgar e cortar 
Catálogos velhos ou jornais podem ser um ótimo material para que as crianças brinquem de rasgar . Quando são maiores podem exercitar-se em cortar as figuras. (lembre-se com tesoura sem ponta)
Areia e cola 
A areia pode ser muuito bem misturada com a cola, com isso aplicar essa mistura em latinhas e em cima enfeitar com conchinhas do mar, etc.

Navio de puxar
Com uma caixa de ovos podemos contruir um navio de puxar. Com isso as crianças podem pintá-lo com tinta de dedo . Ponha um barbante em uma extremidade e o barquinho está pronto.
Colar de macarrão
Com um cordão e vários macarrõezinhos é possivel fazer um colarzinho! As maiorezinhas treinarão sua coordenação motora e adorarão o resultado final.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O MATERNAL I

• Manusear livros de histórias ( pano ou de plástico).
• Manusear revista e revistas infantis
• Histórias à vista das gravuras do livro ( histórias pequenas).
• Histórias contadas pelo educador com o apoio de fantoches.
• Fazer o reconto das histórias lidas ( professor)
• Apresentar papéis de diferentes texturas para a criança amassar, rasgar, embolar.
• Colocar nome no escaninho pessoal, o nome do aluno e mostrar-lhe
• Oferecer canetas, lápis colorido, giz de cera e deixa-la rabiscar livremente. 
• Cantar ou recitar parlendas, poesias, músicas ou quadras, dando estímulos para que a criança antecipe ações. EX.: parabéns pra você. Espera-se que a criança bata palmas logo que comece a canção. 
• Solicitar à criança que antecipe gestos e ações as atividades de rotina do dia. EX.: Apanhar a lancheira na hora da merenda. 
• Ajudar o aluno a identificar objetos e figuras de pessoas conhecidas. 
• Trabalhar diariamente os combinados com o apoio dos fantoches. 
• Registrar a rotina no quadro. 
• Oferecer encartes ou cartão com rótulos de produtos diversos para que a criança identifique. 
• Brincar de empilhar caixas vazias de embalagens diversas. 
• Recitar parlendas, quadras ou poemas nos deslocamentos feitos na escola. 
• Imitar sons e gestos sugeridos por um modelo. 
• Soltar objetos dentro de uma caixa.
• Soltar e pegar no ar sem deixar cair pena, algodão, papel picado.
• Empurrar caixas de vários tamanhos com os pés.
• Enfileirar blocos, embalagens, caixas, etc.
• Saltar pequenos obstáculos.
• Bater bola no chão e agarrar em seguida.
• Encaixar blocos
• Encaixar blocos em orifícios diversos.
• Solicitar a criança em diferentes situações que atenda a ordens simples como pegar um brinquedo, ninar a boneca, pega o lápis, etc.
• Contar e ler histórias diariamente (pode repetir a história).
• Estimular à criança a lembrar atividades não rotineiras. EX.: após um passeio ou um filme assistido que nomeie as coisas que viu.
• Rasgar folhas de revistas e tentar unir os pedaços reconstruindo as figuras.
• Brincar de esconder objetos à vista da criança, solicitando em seguida que ela encontre.
• Brincar de dar passos grandes e pequenos, para que ela adquira as noções de dimensão espacial em relação ao próprio corpo.
• Oferecer cubos diversos para fazer “torres e fileiras”.
• Colocar as crianças em frente ao espelho, pedindo que mostre algumas partes de seu corpo.
• Fazê-la sentir necessidade de pedir o que deseja, dizendo o nome não apenas apontando.
• Pedir que diga seu próprio nome ou apelido.
• Oferecer jogos de encaixe diversos e deixá-la brincar livremente.
• Brincar com a criança de jogos de encaixar, montar, desmontar, derrubar, etc.
• Fornecer a variedade de materiais que estimulem os diferentes sentidos (visão audição, tato, etc.) permitindo intensa manipulação.
• Oferecer lápis de diferentes tipos de papel para que rabisque, não levando em conta seu tipo de expressão.
• Valorizá-las nas suas recém adquiridas habilidades.
• Assistir programas ou desenhos infantis selecionados na televisão.
• Incentivar o aluno a desenvolver hábitos de higiene. EX.: lavar e secas as mãos antes de se alimentar, escovar dentes, etc.
• Brincar de entrar dentro de caixas de papelão.
• Apresentar a ficha ou crachá com nome próprio e nomeá-lo para a criança
• Levar a criança a imitar a voz dos personagens das histórias trabalhadas.
• Levar a criança a identificar figuras e objetos familiares e pessoas, inclusive a si mesma.
• Incentivar a criança a destampar caixas diversas, para procurar o que tem dentro.

MATERIAIS QUE PODEM SER USADOS

• Jogos de borracha ou plástico desmontáveis.
• Brinquedos representativos de sua realidade (carrinhos, panelinhas, bonecas, bichinhos, etc.).
• Blocos diversos para montar.
• Cubos de diversos tamanhos.
• Lápis de cera, giz, pincéis, tintas, lápis de cor, etc.
• Espelho grande na parede.
• Brinquedos sonoros.
• Caixas com orifícios.
• Embalagens diversas, vazias.
• Fantoches.
• Bolas, bonecas, brinquedos para brincar de casinha.
• Caixas de papelão de vários tamanhos.
• Regador, brinquedos de puxar.
• Copos de plástico e potes de iogurte.
• Fichas com o nome dos alunos.
• Argolas coloridas.
• Potes, garrafas, latas fechadas, contendo dentro materiais diversos (areia, arroz, feijão, milho, etc.)
• Brinquedos coloridos e sonoros.
• Instrumentos musicais.
• Painéis com vários estímulos para exploração.
• Papeis coloridos de texturas variadas.
• Revistas e revistas infantis.
• Massa plástica, lixas, etc.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O MATERNAL II

TODAS AS ATIVIDADES DO MATERNAL I E AINDA:

• Oferecer revistas com figuras diversas, tanto conhecidas como novas ampliando seu conhecimento.
• Identificar objetos e animais incompletos, solicitando que identifique a figura como um todo.
• Rasgar folhas de revista e tentar juntar reconstruindo a figura.
• Fazer a chamada utilizando a ficha com o nome próprio permitindo que a criança reconheça o seu nome no conjunto dos demais.
• Oferecer livros ilustrados com pequenas histórias para as crianças manusearem.
• Brincar com a criança associando o som ao conceito do objeto. EX.: Miau para o gato, piu piu para o pintinho, e au au para o cachorro, etc.
• Oferecer objetos concretos, estimulando-os a discriminá-los.
• Oferecer embalagens vazias para que a criança possa empilhar, enfileirar ou brincar livremente.
• Mostrar o livro de história após Ter lido, solicitando que aponte personagens.
• Proporcionar oportunidades de ouvir músicas clássicas e populares.
• Memorizar pequenos trechos de poemas, parlendas ou canções.
• Oferecer caixas de diversos tamanhos e formas, para a criança enfileirar para a menor ou encaixar uma dentro da outra.
• Oferecer lápis de cor, canetas, giz de cera, giz colorido e papéis diversos para a criança rabiscar livremente, sem levar em conta a grafia do trabalho.
• Oferecer giz colorido para rabiscar no chão, no pátio e no quadro.
• Estabelecer e ler os combinados com a turma.
• Permitir que ela faça o reconto de pequenos trechos das histórias contadas pelo educador.
• Interagir com as crianças na hora da alimentação, dizendo o nome dos alimentos que lhes são oferecidos.
• Manusear revistas infantis e identificar alguns personagens.
• Rasgar, amassar, jornais e folhas de revistas, em seguida amassá-los.
• Brincar com corda passando por cima e por baixo da mesma.
• Cantar acompanhando o ritmo com instrumentos ou objetos que produzem sons.
• Percorrer linhas diversas desenhadas no chão ( retas, curvas, sinuosas, etc.).
• Imitar sons, gestos sugeridos por um modelo.

MATERIAIS PARA O MATERNAL II

TODOS OS USADOS NO MATERNAL I E MAIS:

• Jogos diversos de montar e desmontar.
• Jogos de madeira e plásticos desmontáveis.
• Massa de modelar e argila.
• Tinta guache, aquarela, tinta de dedo, etc.
• Materiais representativos da realidade: bonecas, carrinhos, panelinhas, telefone, espelho, banquetas, bolsas, etc.
• Bolas de diversos tamanhos e cores.
• Casinha de boneca, corda.
• Jogos simples de completar figuras.
• Caixas de papelão de variados tamanhos.
• Quebra cabeça simples.

(Q DIVERTIDO.COM.BR)

> Caixa pedagógica

> Materiais:

> * uma caixa grande de papelão;
> * EVA de várias cores;
> * caixinhas de vários tamanhos forradas;
> * potinhos decorados com fita adesiva colorida (iogurte e outros);
> * tudos de cartão.

> Procedimento: Fazer cortes em duas laterais da caixa de maneira que as crianças possam entrar e sair, cubra a caixa com EVA, fazendo cortes de diferentes formas para que as crianças introduzam os elementos: cubos, bolas, potinhos, caixas. Com esse brinquedo as crianças podem explorar a caixa, introduzir objetos de acordo com o formato, esconder-se, buscar elementos e outras propostas outras propostas que surgirão deles mesmos.
fizemos barquinhos de papel para viajarmos mundo a fora.

> Depois dos barquinhos feitos e coloridos, fizemos uma rodinha onde cada criança foi dizendo o que levaria no seu barquinho. Expliquei que deveria ser uma coisa boa, um sentimento, algo que as pessoas estivessem precisando muito.

> Então fui escrevendo o que cada criança ia dizendo, em seu barquinho, e elas iam pregando-os num mural.

> Conversamos bastante sobre os sentimentos que iam falando e sobre o oposto de cada um deles.
Um terrário é uma miniatura do mundo. Ele imita o Meio Ambiente das plantas e realiza, na sua pequena área, o ciclo da água completo. Com o aumento da temperatura, a água usada para regar o solo evapora e se junta à água proveniente da transpiração das plantinhas, formando uma concentração de vapor de água. No ambiente fechado, este vapor condensa-se e, em pequenas gotas, retorna para irrigar novamente o solo. E, tudo começa novamente. 

> As crianças vão gostar de observar as gotinhas se formando, e isso será uma prova visível (e constatativa) do ciclo das águas.

> Será útil mostrar às crianças uma ilustração de como o ciclo das águas se processa na natureza para que elas façam comparações.


> Duas garrafas de coca-cola de 2 litros, uma xícara (aproximadamente) de pedregulho, do tipo para aquário, uma xícara de carvão vegetal, três a quatro xícaras de terra (preferivelmente a adubada organicamente), duas a quatro mudinhas de plantas diferentes (para serem usadas de acordo com o tamanho do vidro), uma xícara de água filtrada.

> Recorta-se uma das garrafas de plástico em cerca de ¾ de seu corpo, e outra, pelo lado contrário, cortada a ¼ do corpo. Após a montagem, a parte menor funcionará como tampa e deverá ser fixada à outra com fita crepe.

> Colocar a pedrinha no fundo, seguida do carvão vegetal e da terra. Fazer um buraco na terra, reservando a terra retirada, colocar a plantinha e repor a terra retirada ao seu redor.

> Regar o terrário cuidadosamente e tampá-lo. Colocar o terrário em lugar com claridade média, mas não diretamente à luz do sol.

> O terrário não exigirá cuidados especiais, manter-se-á sozinho. A cada semana ou duas, remover a cobertura para que as plantinhas recebam uma brisa fresquinha por uns 15 minutos. As plantinhas poderão ser aparadas, se for o caso. 
> O terrário também pode ser feito com um vidro de “boca larga” (tipo de geléia) ou com um aquário pequeno.
>UM DIA DE INDIO"

No dia 19 de abril comemoramos o Dia do Índio. Hoje nós vamos ter também "um dia de índio":A turma é colocada em círculo. Cada um retira de uma sacola um símbolo de papel colorido. Este símbolo pode ser uma folha, um pote, ou outra coisa que lembre um objeto indígena. Os símbolos deverão ser na mesma quantidade dos participantes, e deverão ser de 4 cores diferentes pois ao sortear, os alunos irão se agrupar conforme a cor do seu símbolo. Todos que pegarem a folha preta formarão a equipe preta, os que pegarem a folha amarela, formarão a equipe amarela, os que pegarem a folha vermelha formarão a equipe vermelha, e os que pegarem a folha branca, formarão a equipe branca. Divididos em equipe deverão inventar um grito de guerra para esse dia de índio, após o que as atividades terão início.
"A conquista do colar"
A turma dividida em 4 equipes deverá responder questões, mediante sorteio, sobre assunto já ensinado em classe. A cada resposta certa, a equipe receberá material para confeccionar o colar (pedaços de barbante ou fio de nylon e contas variadas, que deverão ser da cor de cada equipe - até 8 contas por aluno).
Quem era os habitantes do Brasil antes da chegada dos brancos?
Os índios.

Como era a organização social desses povos?
Viviam em tribos.

Onde viviam?
Viviam na taba, aldeias indígenas.

Como era a casa do índio?
Era a oca ou palhoça.

Quem os governava?
O chefe da tribo era o cacique e o chefe religioso era o pagé.

Como sobreviviam?
Da caça, da pesca e da coleta nas matas.

Que animais caçavam?
Antas, macacos, veados, porcos do mato.

O que plantavam?
Mandioca, milho e feijão.

Que língua falavam?
O tupi-guarani.

Quais eram suas principais armas?
O arco, a flecha, o tacape.

Como era a religião deles?
Adoravam vários deuses. O principal era Tupã (sol) e Jaci (lua).

Tinham medo de alguma coisa?
Dos trovões. Acreditavam que Tupã estava bravo.
"CAÇADA ESQUISITA"

Cada equipe, usando seus colares, recebem uma lista constando de vários objetos, que deverão procurar na própria sala, no pátio e onde mais for possível esconder, o que foi feito com antecedência pelo professor. Esses objetos serão, sempre que possível, nas cores de cada equipe, para evitar que uma não pegue os objetos de outra. Todos os objetos da lista serão em quantidades iguais a todas as equipes exceto o amuleto que terá apenas um.

Procurar os objetos listados abaixo. Procure sempre pela cor de sua equipe.
10 penas de ave, 5 folhas secas, 1 flor, 3 espigas de milho, 2 pedras redondas, 1 amuleto de biscuit (bichinho de massinha), 1 graveto em forma de y, 3 sementes.

Vence a equipe que conseguir reunir todos os objetos pedidos, portanto, a que conseguir encontrar todos os objetos pedidos incluindo o amuleto, que terá só um escondido.

A equipe vencedora receberá um amuleto para cada participante.

"O COCAR DO CACIQUE"

As quatro equipes estarão sentadas no chão em fila indiana, uma ao lado da outra. Mais ou menos 5 metros à frente de cada equipe, haverá uma mesa com várias tiras de tecidos e penas tingidas nas cores das equipes, nas quantidades equivalentes ao número de participantes. As tiras de tecidos e as penas tingidas estão todas misturadas.

Dado um sinal, o último de cada fila corre até o local onde estão as tiras de tecidos e as penas e separa 5 penas da sua cor e cola numa tira de tecido, imitando um cocar. Depois de pronto deve colocar o cocar na cabeça e voltar à sua fila, mas no primeiro lugar.
Imediatamente, o último deverá sair e fazer a mesma coisa. A equipe que terminar primeiro e todos os componentes estiverem com o cocar, será a vencedora.

A equipe vencedora receberá uma pena especial para os devidos cocares.

"COMIDA DE CURUMIM"

As crianças nas aldeias indígenas eram chamadas de curumim. Os alimentos melhores eram para elas. Os adultos tentavam agradá-las com as melhores frutas.
Todos participantes, por equipe recebem uma banana, canela em pó, um prato refratário ou assadeira.
O professor ensinará como preparar as bananas: cortar as pontas, fazer um corte na casca para abri-la sem tirar totalmente, polvilhar um pouco de canela em pó e fechar a casca.

Toda a equipe prepara a sua banana, colocam sobre o prato refratário, que é levado por alguns minutos ao forno micro-ondas ou forno comum. Dependendo do local, pode ser feito sobre brasas, numa fogueira, mas as bananas deverão ser embrulhadas em papel alumínio.

Enquanto as bananas assam, as equipes participarão de um trabalho manual.

"O POTE SAGRADO"


Algumas tribos de índios no Brasil faziam cerâmica. A cerâmica era importante para guardar sementes, cozinhar e também para enterrar seus mortos. A cerâmica era considerada sagrada pois guardada a vida, as sementes que produziriam alimentos; e os corpos dos entes queridos, que riam para outros campos de caça e viveriam para sempre felizes.

Todos os participantes, em equipe, recebem um pequeno pote de cerâmica. Cada equipe receberá tintas, pincéis, barbantes e colas, com os quais decorarão seus potes. Nos potes de cada equipe deverá ter a cor da equipe como predominante. Os desenho e enfeites ficarão por conta da vontade e inspiração de cada um.
"A CORRIDA DAS TORAS"

Algumas tribos indígenas fazem uma corrida carregando toras (pedaços do tronco de árvores) para avaliar que povo tem os guerreiros mais fortes.

As equipes também farão essa corrida, mas aos pares. Cada dois participantes terão uma perna amarrada à do outro de modo que fiquem com três pernas apenas.
Os pares com as pernas amarradas deverão correr uma distância pré-determinada, mas soprando ma pena de galinha ou pato. Se a pena cair, começam novamente. Ao chegar ao ponto final, nova dupla começa o percurso, soprando outra pena. A pena deverá estar sempre no ar. Todos da equipe devem participar, sempre aos pares e com as pernas amarradas.

Vence a equipe que cumprir a tarefa em primeiro lugar. A equipe vencedora ganhará colares extras.

Após o jogo todas as equipes deverão se arrumar para participar da festa, para isso receberão maquiagem para decorar o rosto como se fossem índios também.

"A FESTA DE JACI"

Jaci é uma deusa indígena, representada pela lua. Os índios fazem festas, dançam e cantam para ela.

As equipes maquiadas, com colares e cocares feitos por elas, participarão da festa. Aprenderão a música: "Vida de índio" (letra abaixo),coma melodia da música infantil "Marcha soldado".
A mesa estará arrumada,com: flores, as bananas assadas, pedaços de milho cozido, mandioca cozida, mel, algumas frutas, sucos de frutas, copos, talheres e pratos descartáveis, que podem ser substituídos por espetinhos d emadeira e folhas de bananeira.

Os alunos se confraternizam, comendo, cantando a música ensinada e dançando. Cada equipe apresentará uma dança ou alguns passos coreografados, criados para esse momento.

"VIDA DE INDIO"

Na tribo ele vivia
Comendo raiz,
Caçando e pescando
Coletando feliz.

A oca é morada,
Cacique é o guerreiro,
Na taba onde ele mora
Pagé é o feiticeiro.

Suas armas são arco e flecha
O tacape também é usado
Mas o índio é pacífico,
Só revida quando é atacado.

O deus é Tupã,
A lua é Jaci,
A língua que ele fala
É o Tupi-guarani.

PROJETO: BRINCANDO COM AS CORES


Objetivos Gerais:

*Ampliar o conhecimento de mundo;
*Explorar os diferentes objetos e materiais gráficos, plásticos, etc, descobrindo novas formas de manuseio, percebendo características, efeitos e propriedades diversas.
*Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras artísticas (regionais, nacionais ou internacionais, com as quais entrem em contato).
*Contato e Produção de trabalhos de arte que privilegiam diferentes linguagens expressivas como as do desenho, na modelagem, da pintura e da construção.
*Desenvolver o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de reprodução e criação.

Objetivo especifico;

Propiciar a criança à visualização, exploração, contato e manuseio de diversos objetos que compõem o universo e às cores, possibilitando a criança identificá-las.

Conteúdos:

-Exploração da expressão e da comunicação por meio de práticas artísticas, propiciando o desenvolvimento e a criação pessoal;
-Percepções visuais dos objetos, cor, forma, material, visando desenvolver a capacidade interpretação desse objeto (obra de arte) e identificação, de seus produtores através, de características comuns;

Procedimentos:

1ª Parte
:

- Observar em todo o C.E.I, interno e externo, a diversidade de cores e qual a que se destaca mais, e as crianças mais gostam; (as roupas das cças, etc.);
-Ouvir a música Arco íris (Xuxa), acompanhando o ritmo com o material da bandinha;
-Registrar por meio de desenho, o que mais chamou a atenção da criança na música;
-Folhar revistas e observar o que mais lhes chama a atenção;
-Confeccionar mural com figuras escolhidas pelas crianças;
-Pedir aos pais que mandem uma fruta de casa, para fazer uma salada de frutas.(explicar aos pais o objetivo da solicitação);
-Fazer uma salada de frutas junto com as crianças e usar as cores trabalhadas;
-Levar, as crianças a observar as cores de tinta que temos e perguntar como fazer para ter mais cores, usando apenas as que temos;
-Deixar a criança misturar as cores de tinta a seu critério e observar as cores novas que descobriu;
-Falar as crianças, sobre o arco-íres se sabem o que é, quem já viu;
-Fazer massa de modelar nas cores do arco-íres;
-Confeccionar um arco-íres com as crianças e pedir ou convidar os pais para ajudar.

2ª Parte:

-Conversar com as crianças sobre as cores da natureza e seres vivos (peixes, mar e conchinhas).
-Organizar um aquário na sala com um peixinho;
-Escolher um nome para o peixinho;
-Explicar as crianças quais os cuidados que devemos ter com peixinho e como proceder;
-Dividir a tarefa de cuidar do peixinho com as crianças;
-Criar dia da visita do peixinho;
-Explicar aos pais, o objetivo da atividade e solicitar autorização para que a criança leve o peixinho para passar uma noite em sua casa ou um fim de semana;
-Realizar um sorteio em sala e colocar em um cartaz, o roteiro do peixinho, para que as crianças possam saber quando será sua vez de levá-lo para casa.



3ª Parte:

-Ouvir a música "Aquarela",
-Reproduzi-la, e organizar painel em seqüência.
-Organizar turmas para:
-Uma para dramatizar á música.
-Outra para confecção do material a ser utilizado;
-Outra para acompanhar a dramatização com a bandinha.

4ª Parte:

-Escolher com as crianças uma obra de um pintor famoso e observá-la;
-Criar com a ajuda dos pais um ambiente apropriado para pintura com cavaletes e avental, tintas, pinceis, etc.
-Incentivar a criança a reproduzir parcial ou total a obra;
-Realizar exposição das obras produzidas.

Avaliação: Observar a participação e interesse da criança nas atividades propostas, bem como sua iniciativa e criatividade.

Esconde-esconde na Banheira

Como vamos precisar de um personagem fictício para descrever nossa atividade, Este será uma menina que vai se chamar Vitória. 

Vitória está em sua banheira batendo na água com as duas mãos. Sua Mãe ou Pai, está sentado ao lado da banheira, cuidando de sua segurança. 

"Vitória, Vitória," se diz enquanto se pega uma toalha de banho.
"Você está pronta para nossa brincadeira especial?" 

Vitória olha para cima e vê o sorriso estampado no rosto do adulto ali presente. Ela sorri para ele e dá uma gargalhada. 

Ele diz: "Vamos brincar de Cadê-você," e coloca a toalha na frente do seu rosto, de modo a escondê-lo dela. 

Vitória estende a mão e toca no alto da cabeça dele. 
O adulto diz, "Cadê-você, Vitória, não consigo ver você." 

Ele baixa um pouco a toalha de modo que seus olhos fiquem à vista. Vitória dá um grito de alegria. 

Ele cobre seus olhos outra vez e diz, "Cadê-você, Vitória... ainda não consigo ver você."
O Adulto pega a toalha e leva na direção dela dizendo, "Agora é sua vez Vitória." 

Ela pega a toalha e coloca-a na frente do seu próprio rosto, imitando-o. 
O adulto então dirá: "Onde está Vitória?" 

Vitória derruba a toalha na banheira deixando-se ver, e bate com as mãos agitando a água. Ela balbucia para o adulto: "Dadadada. Dabababa." 

Ele diz, "Acho que você está dizendo que está cansada de brincar de Esconde-esconde. Vamos brincar com seu Patinho e sua esponja?" 

Como muitos bebês, Vitória está aprendendo sobre linguagem, da seguinte forma: 
• Ela sabe que é divertido brincar com outra pessoa. 
• Ela levanta os olhos quando o adulto diz o seu nome. 
• Ela sorri quando o adulto sorri para ela.
Eis como o responsável pela criança, ajuda no desenvolvimento de sua linguagem: 
• Falando com ela durante uma atividade diária - Que pode ser A hora do banho; 
• Dizendo seu nome várias vezes, de modo que ela se familiarize com o mesmo e aprenda a reconhecê-lo quando alguém o pronunciar; 
• Repetindo várias vezes a brincadeira, e então encorajando ela quando diz, "agora é a sua vez de jogar!" 
• Respondendo aos seus balbucios como se soubesse o que ela está dizendo. 
Amigo Fantoche *

Conforme a visão do bebê melhora, ele passa a ver claramente objetos a distâncias maiores. Para trabalhar sua capacidade de focalizar e de rastrear, tenha um fantoche à mão na hora da comida, da troca da fralda ou da brincadeira. 

Materiais:
• Meia branca limpa
• Canetas hidrocor
• Desenvolvimento da linguagem 
• Interação social 
• Acuidade visual 

Modo de fazer:
1. Compre um par de meias brancas, grandes o suficiente para caber em suas mãos. 
2. Use as canetas hidrocor para desenhar olhos, sobrancelhas, nariz e ouvidos nos “dedões” das meias. Use a parte dos calcanhares para desenhar a boca e a língua vermelha. 
3. Coloque o bebê no colo, na mesa de trocar ou na cadeirinha. 
4. Coloque um dos fantoches feitos de meia na sua mão e comece a cantar, recitar versinhos ou apenas conversar. Coloque o segundo fantoche na outra mão para uma diversão dobrada. 
Segurança: Não deixe o bebê chupar a meia, pois a tinta pode sair. 

Rolando *

Um bebê precisa de meses para obter controle absoluto sobre os seus movimentos, mas você poderá ajudá-lo nessas primeiras semanas brincando de Rolando. Por volta dos 4 ou 6 meses, os bebês já conseguem girar sobre seus corpos. 

Materiais:
• Cobertor ou toalha macia
• Superfície macia no chão
• Direção 
• Locomoção 
• Controle motor 

Modo de fazer:
1. Coloque um cobertor ou uma toalha macia sobre uma superfície também macia. 
2. Deite o bebê com a barriguinha para baixo sobre o cobertor. 
3. Pegue um dos lados do cobertor e levante-o devagar, fazendo com que o bebê se incline para um dos lados. 
4. Continue rolando suavemente o bebê e conversando com ele no processo. Use as suas mãos para apoiá-lo conforme ele se vira. 
5. Quando o bebê tiver rolado completamente, mostre-lhe a sua alegria. 
6. Repita até que o bebê se canse da brincadeira. 
Segurança: Certifique-se de fazer movimentos lentos e de manter as mãos no bebê para que ele não role rápido demais e se machuque. 

Chapéu Divertido *

Quando você introduzir o jogo Chapéu Divertido, seu bebê estará quase acostumado a reconhecer rostos. Você não conseguirá enganá-lo por muito mais tempo, mas ele se divertirá tirando e colocando o chapéu de volta. 

Materiais:
• Variedade de chapéus
• Cadeirinha para crianças
• Sua cabeça e suas mãos
• Causa e efeito 
• Lidando com a ansiedade causada pelo novo 
• Constância do objeto (um objeto permanece o mesmo, ainda que alterado)
• Interação social 

Modo de fazer:
1. Pegue os vários chapéus da casa ou compre alguns chapéus baratos em lojas baratas ou especializadas em festas. Procure incluir bonés, toucas de lã, chapéus de bombeiro, de palhaço, de cozinheiro, uma boina, chapéus que cubram as orelhas, ou um chapéu chique com penas de aves. (Não inclua máscaras no jogo, elas tendem a assustar bebês pequeninos.)
2. Coloque o bebê em sua cadeirinha e coloque a cadeirinha no chão. Sente-se em frente dele. 
3. Coloque o primeiro chapéu em sua cabeça e faça uma cara engraçada, ao mesmo tempo em que diz alguma coisa interessante, tal como, “Olhe para mim!” ou “Veja, eu sou um bombeiro!”
4. Incline-se para o bebê para que ele consiga segurar e tirar o chapéu, ou tire você mesma.
5. Repita várias vezes com o mesmo chapéu antes de pegar outro. 
Segurança: Algumas vezes, os bebês se assustam quando a aparência das pessoas muda. Se o bebê começar a ficar assustado, coloque e tire o chapéu rapidamente e mostre que você ainda é a Mamãe/Papai. Se ele continuar assustado, deixe para fazer o jogo mais tarde, em outra ocasião. 



Abra e Feche *
 
Durante vários meses, após o nascimento do bebê, ele tem o reflexo de agarrar objetos com a palma da mão, mas apresenta dificuldade para soltá-los. Esse jogo ajudará os bebês a conseguirem total controle das mãos e do reflexo de agarrar. 

Materiais:
• Brinquedos de tamanho médio, fáceis de serem agarrados pelo bebê, tais como chocalhos, bichinhos de pelúcia, mordedores, blocos, e assim por diante.
• Mesa ou cadeirão
• Agarrando e soltando 
• Desenvolvimento motor fino 
• Controle fino dos músculos 

Modo de fazer:
1. Pegue vários brinquedos que possam ser agarrados e que caibam nas mãos do bebê. 
2. Coloque o bebê no seu colo, perto da mesa ou do cadeirão. 
3. Coloque um brinquedo perto do bebê, de modo que ele precise se esticar um pouquinho para alcançá-lo.
4. Estimule-o a pegar o brinquedo.
5. Depois de ele ter conseguido pegar o brinquedo e de ter se divertido um pouquinho, separe os dedinhos gentilmente e retire o brinquedo. 
6. Coloque o brinquedo de volta na mesa. 
7. Enquanto as mãos do bebê estão livres, cante a seguinte canção ao mesmo tempo em que abre, fecha e bate palmas com as mãozinhas. 
Abra e Feche
Abra e feche, abra e feche, 
Bata uma palminha! 
Abra e feche, abra e feche
Coloque no colinho!

Segurança: Já que, com certeza, nessa fase os bebês levam à boca todos os brinquedos, certifique-se de que os brinquedos estejam limpos e não tenham nenhuma ponta afiada ou partes pequenas que possam se soltar e fazer com que ele engasgue. 

Serra-Serrador *
 
Em breve, o bebê perderá dois dos reflexos que tinha à época do nascimento – o reflexo de agarrar e o “reflexo de boneca” (ou seja, abrir os olhos quando se senta) – e ganhará maior controle de seus movimentos. Enquanto ainda os tem, brinque com ele de Serra-Serrador para aproveitar esses reflexos!

Materiais:
• Superfície macia e não escorregadia
• Suas mãos
• Antecipação e surpresa 
• Agarrar 
• Controle da cabeça e do pescoço 
• Interação social 

Modo de fazer:
1. Deite o bebê em uma superfície macia e não escorregadia, um carpete, por exemplo. 
2. Sente-se de frente para ele, perto dos seus pezinhos. 
3. Coloque os polegares nas palmas das mãos do bebê e deixe que ele os agarre. Conforme ele segura os polegares, “enrole” seus dedos ao redor da parte de trás das mãos do bebê. 
4. Bem devagarzinho, puxe o bebê até que ele esteja sentado e cante: “Serra-Serrador”. 
5. Dê um tempinho para o bebê apreciar a sua expressão de felicidade e para aproveitar a brincadeira, depois, recomece. 
Segurança: Certifique-se de segurar firmemente as mão do bebê para o caso de ele largá-las. Faça os movimentos vagarosamente para não machucar o pescocinho dele.

FONTE: Blog: Partilhando ideias e ideais.

5.3.10

INDISCIPLINA E LIMITES NA EDUCAÇÃO INFANTIL

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ESTE ARTIGO FOI RETIRADO DO SITE http://www.proex.uel.br/estacao/index.php DA REVISTA ESTAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA DEVIDO ALGUNS PEDIDOS SOBRE O TEMA QUE É RECORRENTE ENTRE PROFESSORES E AQUELES QUE TRABALHAM COM EDUCAÇÃO.

PODE-SE TAMBÉM LER AUTORES QUE ESCREVEM SOBRE A TEMÁTICA COMO IÇAMI TIBA, ESPERO QUE AJUDE. OUTRAS SITES TAMBÉM TRATAM O TEMA COMO: http://www.webartigos.com/articles/16618/1/LIMITES-NA-EDUCACAO-INFANTIL/pagina1.html,  http://guiadobebe.uol.com.br/bb5a6/a_importancia_do_limite.htm

LIVROS SUGERIDOS: 

De La Taille, Y.(1998). Limites: Três Dimensões Educacionais. SP, Ática.

 

Piaget, Jean.(1994). O Juízo Moral na Criança. SP, Summus.

________ e Inhleder, B.(1989). A Psicologia da Criança. 10ª ed., RJ, Bertrand.

 

 TIBA, I. Disciplina: limite na medida certa. São Paulo: Gente, 1996.
 WINNICOTT, D. W. A criança e seu

 INDISCIPLINA, LIMITES E RELAÇÕES DE PODER ENTRE PROFESSOR E ALUNOS DE EDUCAÇÃO INFANTIL 


autor: Profa. Josiane Peres Ferreira; Profa. Claudia Cristina Palácio; Profa. Márcia Maria Geron Favarim 

Resumo 
Perante este artigo apontaremos a indisciplina na Educação Infantil pelos docentes como um dos principais obstáculos ao trabalho pedagógico. O objetivo deste trabalho é tentar resgatar alguns aspectos da postura do professor em relação à manipulação e a falta de limites das crianças, em específico das instituições privadas. Definir limites com os alunos, deixar claro o que é possível ser feito e em que situações eles poderão ser cobrados só auxilia em seu crescimento pessoal e em suas atividades estudantis. Um estudo foi realizado com professores da rede particular do Município de Cascavel, onde responderam questões referentes à manipulação dos alunos perante aos mesmos por terem tratamento submisso. Os resultados indicaram que existe uma submissão do professor, mas essa não está explícita por se tratar de escolas particulares onde se privilegia o aluno, ocasionando a indisciplina. Conclui-se que sustentar esses limites em princípios e valores que lhe dêem respaldo para viver com dignidade é muito importante, pois assim, é estabelecida uma relação entre professor e aluno e entre escola e família. 

Palavras-chave: escola, limites, prática docente. 

Abstract 
Before this article we will point the indiscipline in the Infantile Education for the professors as one of the main obstacles to the pedagogical work. The objective of this work is to try to rescue some aspects of the position of the professor in relation to the manipulation and the lack of limits of the children, in specific of the private institutions. To define limits with the pupils, to leave clearly what it is possible to be made and where situations they could be charged alone assists in its personal growth and its student’s activities. A study it was carried through with professors of the particular net of the City of Cascavel, where they had answered referring questions to the manipulation of the pupils before the same ones for having treatment submission. The results had indicated that a submission of the professor exists, but this is not explicit for if dealing with particular schools where if privileges the pupil, causing the indiscipline. It is concluded that to support these limits in principles and values that they give endorsement to it to live with dignity is very important, therefore, is established a relation between professor and pupil and school and family. 

Words Key: school, limits, and practical professor.

Introdução 

       Nos dias atuais muito se fala na falta de limites, aliados a vivência profissional por componentes da rede particular de ensino. Para começarmos esta discussão devemos avaliar o ambiente onde o professor atua. Vamos nos ater ao comportamento dos alunos que ignoram a autoridade do professor porque os pais induzem a verem como uma espécie de empregado ou prestador de serviços, pago por seus pais. Certas escolas agem como se a lógica do comércio, aquela que diz que o freguês sempre tem razão, também valesse dentro da sala de aula, evitando a escola perca “clientes”. Esta postura pode prejudicar o trabalho do professor que terá que se ajustar aos interesses dos alunos. 

       Apoiaremos na educação construtivista, onde o ambiente sócio-moral deve ser cultivado e o respeito continuamente praticado. Para Rheta De Vries e Betty Zan, “o ambiente sócio-moral é toda a rede de relações interpessoais em uma sala de aula. Essas relações permeiam todos os aspectos das experiências da criança na escola”. (1998, p.11). 

       O termo ambiente sócio-moral sugere as relações das crianças com seus professores ou familiares e entre elas mesmas, tendo assim um impacto sobre suas experiências e seu desenvolvimento social e moral. Para De La Taille (1992), o desenvolvimento moral das crianças depende da ação dos adultos, dos pais e dos professores na escola. 

       Dar limites às crianças na Educação Infantil é iniciar o processo de compreensão e apreensão do outro, ninguém pode respeitar seus semelhantes se não aprender quais são os seus limites, e isso inclui compreender que nem sempre se pode fazer tudo que se deseja na vida. Começando então, combater a indisciplina. O professor nas aulas da Educação Infantil constrói conhecimentos, firma habilidades, estrutura significações, desperta potencialidades, assim também estabelecendo limites. 

       Portanto é de suma importância uma análise conjunta: família e escola. E considerando que o conceito de família é complexo e varia de acordo com as culturas, neste estudo o termo utilizado refere-se a família nuclear caracterizada pelo pai, mãe ou responsável e filho (MACGOLDRICK, 1995; CARVALHO, 2003). Ou seja, sempre que se referir a “pais” está subtendido que são os responsáveis pela criança. 

       A parceria entre família e escola é necessária para detectar as possíveis falhas e tentar solucionar os problemas da disciplina. Sendo assim, com uma posição firme dos pais de encarar a disciplina como prioridade da criança neste momento, há possibilidade de uma posição pró-ativa por parte do aluno, não só no que diz respeito à escola, mas também na família. 

       Esperamos que, nesse momento social em que a mudança de comportamento é visível, este material possa auxiliar para suas reflexões e contribuir para o repensar da disciplina junto aos grupos com os quais convive e desenvolve sua ação profissional. Ressaltamos que o presente estudo é pertinente ao sistema de ensino, isto é, as escolas públicas e privadas, no entanto, o artigo abordará tal problemática apenas nas escolas privadas de educação infantil.  

       Sabemos que não temos a solução pronta e acabada, mas através dos resultados apresentados nesta pesquisa, esperamos contribuir com os profissionais que se deparam com a problemática aqui abordada. 

O Professor e a Escola Diante da Indisciplina 

       Em tempos modernos, certos princípios estão em pauta gerando preocupação sobre a ação docente perante os valores que devem ser construídos no processo educativo. Destacamos em especial a indisciplina na educação infantil e como o professor está lidando com a falta de limites em sala de aula. Para melhor compreender o assunto, é importante analisar primeiramente o significado da palavra “disciplina”. 

       Segundo o dicionário Aurélio (1999, p. 239), a palavra disciplina tem vários significados: “1. regime de ordem imposta ou mesmo consentida. 2. ordem que convém ao bom funcionamento de uma organização. 3. relações de subordinação do aluno ao mestre. 4. submissão a um regulamento. 5. qualquer ramo do conhecimento. 6. matéria de ensino”.  

       Aplicada ao âmbito escolar, a palavra “disciplina” tanto pode significar ordem como também uma disciplina ou área do conhecimento. No presente trabalho o termo sempre será utilizado para designar a ordem necessária para o bom funcionamento de uma organização, ou da escola. 

       Entretanto, o dicionário Aurélio (1999, p. 384) refere-se ao termo “indisciplina” como sendo “[...] procedimento, ato ou dito contrário à disciplina”. Para Silva (2004), o termo indisciplina é quase sempre empregado para designar todo e qualquer comportamento que seja contrário às regras, às normas e ás leis estabelecidas por uma organização. No caso da escola, significa que todas as vezes que os alunos desrespeitarem alguma norma desta instituição serão vistos como indisciplinados. 

       Para podermos aplicar no ambiente escolar a disciplina faz-se necessário que as normas básicas de convivência estejam formuladas e justificadas com clareza e sensatez, sendo conhecidas e aceitas pela escola, família e sociedade. 

       O problema da indisciplina é um dos principais obstáculos enfrentados pelo professor em sua atuação em sala de aula, pois se percebe a falta de regras e limites por parte da criança desde a primeira infância. A criança que aprende desde pequena que o mundo é feito de regras, poderá se comportar de acordo com elas, mesmo sem a presença dos pais. 

       Alguns autores (1996), Rossini (2001) e Zagury (2002) fazem referência a geração de pais que confundem autoridade e autoritarismo. Para Ferreira Junior (2006), a autoridade é tudo o que faz com que as pessoas obedeçam, sem basear-na imposição e sim no diálogo; e o autoritarismo é uma autoridade sem limite, com exagero, que torna outro passivo ou submisso às regras. Diante da confusão em relação aos conceitos mencionados, os pais optam por não colocar limites. Outros alegam que a geração de pais recebe outro tipo de modelo através da mídia e acaba sofrendo sua influência. Para essa abordagem liberal os pais estão sendo influenciados por modelos mais liberais e terminam por assumir um papel mais “moderno” de educar. 

       Sendo assim são corretas os seguintes ensinamentos do professor Içami Tiba (1996, p.43):

Cabe os pais delegar ao filho tarefas que ele já é capaz de cumprir. Essa é a medida certa do seu limite. É por isso que os pais nunca devem fazer tudo pelo filho, mas ajudá-lo somente até o exato ponto em que ele precisa, para que, depois, realize sozinho suas tarefas. É assim que o filho adquire auto confiança, pois está construindo sua auto-estima. O que ele aprendeu é uma conquista dele.



       Definir limites com os educandos, deixar claro o que é possível ser feito e em que situações eles poderão ser cobrados só auxilia em seu crescimento pessoal e em suas atividades estudantis. Também sustentar esses limites em princípios e valores que lhe dêem respaldo para viver com dignidade é muito importante, pois assim, é estabelecida uma relação entre educador e educando e entre escola e família. 

       Na obra “Pedagogia Afetiva” (2001, p.44) Rossini define que:

A complexidade da vida moderna acaba delegando aos professores papeis antes só de responsabilidade dos pais. A família de hoje conta muito com a escola, ou seja, com seus professores na formação das crianças e dos jovens. Ela precisa estar informada sobre a linha de conduta que a escola tem com seus filhos e, o que é fundamental, concordar com esta linha: é preciso falar a mesma língua. Nos dias de hoje, o professor deve ser um “líder”, deve saber também que liderança não se impõe, se conquista. Na sala de aula, ele representa a direção, a própria família. Ali ele é o “dono da lei”.



       No cotidiano escolar percebemos que o educador necessita ter qualidades humanas imprescindíveis como, por exemplo: equilíbrio emocional, responsabilidade, caráter, alegria de viver, ética e principalmente gostar de ser professor. Além é claro de ter um maior conhecimento sobre o manejo de sala e de como melhor se relacionar com o aluno. 

       Também o professor, tem um papel de mediador entre nossa realidade social e a função de educar. E esta realidade social que nos apresenta o grande desafio: viver num mundo de alto desenvolvimento tecnológico sem esquecer que estamos tratando com seres humanos em formação. 

       De acordo com Rossini (2001), crianças gostam de professores que lhe dêem limites. Os professores bonzinhos nunca serão respeitados; cairão no esquecimento com muita facilidade. Alguns professores declaram que no início de carreira se sentem inseguros ao estabelecer as regras com as crianças. Têm medo de que os alunos não aceitem as regras trazendo inúmeros transtornos para sala de aula como também para sua profissão. 

       Naturalmente, o professor não deve permitir que somente as crianças participem do processo de estabelecimento de regras, mas sim discutir o que é o estabelecimento de regras, oferecer idéias de como criá-las, fixá–las por escrito na sala de aula e envolvê-las no comprimento destas. 

       Tiba (1996, p.118) comenta que “Como todo empregado, o professor tem direitos e obrigações. Eventuais insatisfações ou desavenças empregatícias devem ser resolvidas por meio dos canais competentes”. 

       Por isso é importante que os professores adotem um padrão básico de atitudes perante as indisciplinas mais comuns, como se todos vestissem o mesmo uniforme comportamental. Esse uniforme protege a individualidade do professor. Quando um aluno ultrapassa os limites, não está simplesmente desrespeitando um professor em particular, mas as normas da escola. Portanto, faz necessário o professor ter a mentalidade aberta e acompanhar o processo de construção do conhecimento, agindo como agente entre os objetos do saber e a aprendizagem, ser para o aluno seu decifrador de códigos e receptador de suas muitas linguagens, significa estabelecer limites e construir democraticamente uma interação onde em lugar de opressão e da prepotência eleva-se a dignidade de quem educa, a certeza de quem planta amanhã. 

       Mas na prática os alunos ignoram a autoridade do professor, porque o vêem como uma espécie de empregado ou prestador de serviços, pagos pelos pais. Certas escolas agem como se a lógica do comércio, aquela que diz que o freguês sempre tem razão. Sabemos que a escola também é uma empresa, mas tratar os alunos como clientes ou patrões é uma total inversão de papéis. Nesses casos é preciso ressaltar a importância da autoridade moral do professor que, para Libâneo (2001), trata-se das qualidades de personalidades do professor: sua dedicação profissional, sensibilidade, senso de justiça e traços de caráter. Ou seja, crianças excessivamente inquietas, agitadas, com tendência à agressividade, que se destacam do grupo pela dificuldade de aceitar e cumprir as normas, às vezes, não conseguindo produzir o esperado para sua idade, representam um desafio constante para suas famílias e a escola. Por outro lado, certa dose de teimosia é normal em toda criança e faz parte do processo evolutivo infantil.  

       Portanto, queremos deixar claro que não estamos centrando exclusivamente nos professores a responsabilidade pelo comportamento dos alunos na aula, mas, não podemos deixar de acentuar que quando os professores atuam com competência profissional, unidade e coerência, sentindo-se responsáveis pelo que ocorre ao seu redor, os comportamentos inadequados ficam restritos a poucos alunos, com problemas muitas vezes de origem extra-escolar. 

       A competência profissional do professor está muito relacionada com o conceito de autoridade que, segundo Cardoso (1998), é diferente do conceito de autoritarismo. Enquanto a autoridade é indispensável para que a criança perceba seus pais e professores como figuras fortes de apoio e identificação, internalizando-os de forma positiva, como adultos capazes de auxilia-la a controlar seus impulsos destrutivos sem se sentir humilhada e com baixa auto-estima, o autoritarismo usa de promessas e ameaças para impor, à força, um tipo de comportamento à criança. 

       O ideal seria o adulto criar junto com as crianças as normas e as sanções ao não cumprimento destas normas. Além de comprometê-la, responsabiliza-a pelas conseqüências de seus atos, caso não as cumpra. É importante que ela possa cumprir a norma ou deixar de participar da tarefa até que esteja se sentindo apta a isso. Assim, o adulto a está auxiliando a tomar consciência das conseqüências de suas atitudes. Não se trata apenas de suprimir um comportamento indesejável (indução pelo medo, ou pela imposição), mas de difundir a adesão ao comportamento desejado. 

       No livro “Escola sem Conflito: Parceria com os Pais”, Tânia Zagury (2002, p.192) relata que:

Hoje, a punição é cada vez mais rara, tanto na escola como em casa. Os pais têm larga parcela de culpa no que diz respeito à indisciplina dentro da classe. É uma situação cada vez mais comum: eles trabalham muito e têm menos tempo para dedicar à educação das crianças. Sentindo culpados pela omissão, evitam dizer não aos filhos e esperam que a escola assuma a função que deveria ser deles: a de passar para a criança os valores éticos e de comportamento básicos.



       Uma solução possível seria de revitalizar a confiança da família no seu papel de formadora e trazê-la cada vez mais para dentro da instituição. Quando os pais passaram a se sentir inseguros e culpados por não estar tão próximo dos filhos, a escola tentou ocupar esse espaço. Mas ela não tem condições de fazer bem as duas coisas. Os conteúdos estão mudando rapidamente. Ao levar os pais a participar de encontros, palestras, reuniões e troca de experiências com outros pais, eles saem fortalecidos e sentem que não estão sozinhos nessa luta. 

Metodologia 

       Diante da problemática discutida até então e por ouvir reclamações de alguns professores que atuam na educação infantil, sobre o comportamento de seus alunos, optamos por realizar uma pesquisa de campo com alguns docentes da área para compreender melhor esta situação e se possível, contribuir com a melhoria de sua prática educativa.

       Assim a pesquisa exploratória de abordagem qualitativa, foi realizada com 11 professoras de educação infantil – todas mulheres – provenientes de escolas particulares de Cascavel-Paraná. A idade das participantes era de 20 a 37 anos, cuja formação constituía-se em acadêmicas e graduadas do Curso de Pedagogia. Os nomes aqui adotados são fictícios para preservar a identidade dos participantes e também as respostas serão mantidas em fiel ortografia. 

       Optamos por uma entrevista dirigida com questionário aberto em resposta a cinco perguntas. Explicamos as professoras que pretendíamos realizar um estudo sobre como o professor está lidando com a falta de limites na sala de aula e todas se concordaram em colaborar, sem hesitação.  

       Para a análise dos dados realizou-se uma leitura atente de cada entrevista, obtendo a compreensão do todo. Dos relatos obtidos proporcionamos aos professores a fazerem uma reflexão específica sobre seu papel profissional e sua trajetória com alunos indisciplinados. Visamos também proporcionar a livre expressão de idéia e vivência dos participantes em relação à experiência de solicitar e obter auxílio de um grupo de orientação. 

Resultados e Discussão 

       Para iniciar esta discussão daremos ênfase ao respeito do aluno pelo professor, pautando-nos nos estudos de autores como, Tânia Zaguri, Rheta De Vries, Constance Kamii, Betty Zan, Icami Tiba e Heloisa Szymanski, sobre os aspectos das experiências da criança na escola. Apresenta-se a seguir os questionamentos e suas respectivas análises da entrevista com as professoras participantes deste estudo. 

       Ao serem questionadas sobre sua opinião em relação à indisciplina dos alunos da educação infantil, percebemos que a maioria das professoras que participaram da pesquisa deu um enfoque no papel da “família”, que passou a delegar funções que antes eram de pai e mãe, para professores e instituição. Como foi citado pela professora Amanda: “Considerando a faixa etária da criança, acredito que é nesta etapa que se forma na criança muitos valores e eu diria regras que ele deve respeitar como bons princípios e que ela levará para sua vida. Não se pode confundir. Dar limites é necessário, a criança precisa disso. A permissividade em excesso é nociva. E tudo que se vivencia na família, reflete na escola”. 

       Estes dados levam a crer que as famílias que deveriam ajudar na formação dos valores das crianças, tornando estas a terem responsabilidades de tornar o filho (a) adaptado para o mundo moderno, proporcionando as condições para sobrevivência em uma sociedade global e competitiva. E tal idéia vai de encontro a que foi proposta por Zagury (2002, p.196) que diz: 

Há um grupo de pais que, depois de matricular os filhos parece considerar sua missão terminada e daí em diante entrega à escola toda e qualquer problemática relacionada à educação (quer se trate de conteúdo, quer se esteja falando de formação ética ou cidadania). De uma maneira geral, esses são pais ausentes, que não comparecem a reuniões quando convidados ou que, quando chamamos para entrevistas ou reflexões conjuntos, nunca podem ir.



       Por outro lado houve situações em que as causas da indisciplina dos alunos da Educação Infantil foram escolares como cita Renata uma das participantes: “A indisciplina dos alunos acontece quando há falta de interesse por não compreender a atividade proposta ou por falta de organização da “rotina” escolar, portanto é necessário o diálogo entre aluno-professor sobre os combinados de como devemos nos comportar para realizar com sucesso tal atividade, pois cada atividade exige um tipo de comportamento diferente. Nos dias atuais não é possível organizar atividades em que se exija do aluno o silêncio total e a inércia durante todo o período escolar”. 

       Entendemos que o professor tem um papel essencial como o de contribuir e viabilizar aos alunos a construção de conhecimentos nesta etapa da educação básica. Em outras palavras o professor precisa ter muita criatividade, alegria, bom humor, respeito humano e disciplina tornando assim sua aula mais atrativa.  

       Considerando que o objetivo deste estudo é conhecer como o professor está lidando com a falta de disciplina e autoritarismo por parte dos alunos, procuramos verificar se as professoras em algum momento vivenciaram situações em que seu aluno tentou manipular pelo fato de estarem pagando ou por ser escola particular. Como apresenta a professora Eliane: “Sim. Mas estes são conceitos que não partem da própria criança e sim são pensamentos que acabam sendo comentados pelos adultos e que influenciam as atitudes das crianças”. 

       Analisando as respostas das professoras a maior parte deixou explícito que a relação de poder vem dos pais. Os estudos de Rheta De Vries & Betty Zan (1998, p.55) enfatiza que:

Quando as crianças são continuamente governadas pelos valores, crenças e idéias dos outros, elas desenvolvem uma submissão (se não uma rebeldia) que pode levar ao conformismo irrefletido na vida moral e intelectual. Em outras palavras, enquanto os adultos mantiverem as crianças ocupadas em aprender o que os adultos desejam que elas façam e em obedecer às regras deles, elas não serão motivadas a questionar, analisar ou examinar suas próprias convicções.



       Já na visão da professora Vanessa o problema pode ser outro. Segundo ela, “Não casos de alunos, mas com certeza e freqüência à manipulação por parte da direção da escola”. Nos dias de hoje a escola particular tem priorizado o aspecto empresarial sendo assim o que se visa é o lucro, este lucro se chama aluno “cliente”. Portanto a direção impõe que seus professores “empregados” sejam submissos a qualquer atitude inadequada dos alunos. 

       Na questão seguinte questionava-se as professoras qual seria sua posição diante da manipulação dos alunos, de que forma agiriam e porque. Para professora Eliane: “O primeiro passo é promover uma conversa informal, com o intuito de explicar que mesmo quando pagamos, temos os nossos direitos e deveres a cumprir e que nossos direitos terminam quando começam os direitos dos outros, fazendo-se necessário o respeito mútuo entre as pessoas”. 

       Ainda que esta seja uma postura complexa essa é uma atividade que pode ser entendida e praticada de diferentes maneiras. Portanto faz necessário que a criança compreenda que existe regras e normas causando uma construção moral formando relações de reciprocidade e respeito mútuo. Conforme Kamii (2001), não se pode haver moralidade quando se considera apenas o próprio ponto de vista e ao considerar o ponto de vista dos outros, a pessoa não está mais livre para quebrar as regras. 

       As demais professoras entrevistadas não vivenciaram nenhum fato de manipulação, mas sim ouviram relatos de terceiros. Como é o caso da professora Milene: “Não vivenciei nem um fato de manipulação. Referente a meus colegas, sei que tiveram atitudes de indignação, pois não são obrigadas a acatar ordens de alunos, estão ali para passar conhecimentos, são educadores”. 

       Quando se tratou em saber a percepção das professoras entrevistadas sobre o posicionamento da escola diante dos fatos manipulativos, a escola mostrou a favor do professor ou do aluno? A maioria das professoras respondeu que a atitude da escola é primeiramente de ouvir as duas situações evitando o confronto entre alunos e professores. 

       Segundo a professora Maria Cecília: “Na maioria das vezes promove uma conversação entre aluno e professor. Porém posiciona-se a favor do aluno e “questionando” o professor “o que aconteceu?”. 

       Acreditamos que a escola deve ter uma relação harmoniosa, agindo com discernimento para resolver situações problemas para obter êxito na relação professor/aluno. 

       Portanto a fala da professora Caroline vem ressaltar: “A escola tenta em algumas vezes posicionar-se com neutralidade, ou seja, nem contra o professor e nem contra os pais. Porém, se forem pressionadas a posicionar-se, ficam sempre contra o professor, pois entendem o aluno como “clientes” e fará de tudo para agrada-lo”. 

       Nesse sentido, Içami Tiba (1996, p.120) relata que:

Um professor que trabalha numa instituição que sempre protege o aluno, o cliente, independentemente do fato de este estar ou não com a razão, não tem o respaldo da instituição quando precisa. Quem pode trabalhar bem nessas condições?.



       Os professores não são orientados de maneira adequada para explorar suas capacidades e aperfeiçoar a qualidade de seu trabalho. Desconhecem sua importância decisiva na educação dos alunos, que muitas vezes só têm a si mesmos como elementos de confiança, uma vez que a crise socioeconômica também consome seus pais. Tais professores passam a ser material de comércio e, portanto, facilmente descartáveis. 

       Concluindo a série de questões questionamos qual seria a melhor atitude a ser tomada se tivessem total autonomia diante dos fatos. A professora Caroline mencionou que: “Com severidade sem fazer distinção se o aluno paga ou não a escola”. 

       Isto posto, pode ser entendido que o posicionamento da escola impõem que o papel do professor deve ser de mediador no processo de construção do conhecimento, na construção dos valores para qualquer classe social. 

       No seu relato a professora Amanda argumentou: “A melhor atitude seria manter um diálogo aberto e de grande contribuição científica aos pais. Ou seja, levar conhecimento a eles, esclarecendo e formando opiniões críticas. Falta na escola mais constanto com os pais. É preciso traze-los para dentro do ambiente escolar. È uma forma de mostrar a eles o que a escola pretende”. 

       Cabe ressaltar que das onze professoras entrevistadas oito delas foram favoráveis em propiciar um diálogo constante entre professor, aluno e família. De acordo com Szymanski (2001), a parceria entre família e escola for formada desde os primeiros passos da criança, todos terão muitos a lucrar. A criança que estiver bem vai melhorar e aquela que tiver problema receberá a ajuda tanto da escola quanto dos pais para superá-los. Quando a escola, o pai e a mãe falam a mesma língua e têm valores semelhantes, a criança aprende sem grandes conflitos e não quer jogar a escola contra os pais e vice-versa. 

Conclusão 

       O artigo ora apresentado é resultado de uma pesquisa de campo realizado na prática com professores da Educação Infantil nas escolas particulares. Ao analisarmos o assunto concluímos a importância do professor manter uma postura profissional perante a falta de limites em sala de aula e a manipulação dos mesmos. 

       Baseado nos estudos que fizemos ficou constatado que os professores devem demonstrar segurança naquilo que estão fazendo, para serem respeitados por seus alunos desde o primeiro dia de aula. A pesquisa indicou uma relação de poder da criança influenciada pelos pais reprimindo a atuação do professor. 

       Portanto, faze-se necessário criar normas juntamente com todos os alunos e professores para serem cumpridas, e as que não forem respeitadas, o professor deve estabelecer um diálogo para saber o porquê e adapta-las. 

       Não é apenas o professor que deve estar interessado na boa disciplina, mas toda a escola como também na família, pois é na sala de aula que se ajuda a construir futuros cidadãos com personalidade, onde vão aprender a limitar seus instintos que são impulsivos e necessitam de correção desde a primeira infância.


 Referências 
 AURÉLIO Buarque de Holanda Ferreira. Aurélio Século XXI  : o dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,  1999.

CARDOSO, Simone. Estabelecendo Limites. Porto  Alegre: editora, 1998.

CARVALHO, Inaiá Maria Moreira de; ALMEIDA, Paulo Henrique  de. Família e proteção social. São Paulo  Perspec., São Paulo, v. 17, n. 2, 2003. Disponível em:  

FERREIRA JR. Acácio de Assunção. Autoridade  ou Autoritarismo A “Didática do Comportamento”: uma  necessidade na relação Professor-Aluno. Disponível  em: http://www.artigocientifico.com.br/uploads/artc_1151279183_45.doc. Acesso  em Set/2006.

DE LA TAILLE, Yves et al. Piaget, Vygotsky,  Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo:  Summus, 1992.

DE VRIES, Rheta &’ ZAN, Betty. A Ética  na Educação Infantil: O Ambiente Sócio Moral na  Escola. Porto Alegre, RS. 1998.

KAMII, Constance. A Criança e o Número:  implicações educacionais da teoria de Piaget para a atuação  junto a escolares de 4 a 6 anos. 28ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2001.

LIBÂNEO, J. Organização e Gestão  da Escola: Teoria e Prática. Goiânia: Alternativa, 2001.

ROSSINI, Maria Augusta Sanches. Pedagogia Afetiva.  4ª. ed. Rio de Janeiro: vozes, 2001.

SILVA, Nelson Pedro. Ética, indisciplina &  violência nas escolas.Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

SZYMANSKI, Heloisa. A Relação Família/Escola:  desafios e perspectivas. Brasília: Plano Editora, 2001.

TIBA, I. Disciplina, Limite na Medida Certa.  38ª Ed. São Paulo: Gente 1996.

ZAGURY, Tânia. Escola sem Conflito: Parceria  com os Pais. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2002.

 

 



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