1.9.12

Palestra: Inteligência Multifocal Palestrante – Augusto Cury

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Esta foi a 8ª Conferência Municipal de Educação da Prefeitura de Rio das Ostras. Dei uma arrumada para postar aqui.

Palestra: Inteligência Multifocal

Palestrante – Augusto Cury

O ser humano que não aprende a fazer perguntas, nunca terá respostas.”

·         Grande parte dos homens e mulheres não tem a auto-estima elevada.  

27 27% de adolescentes apresentam um quadro de depressão;

·         Gatilho da memória/síndrome do pânico;

·         TOC – Ideias que tiram o ponto de equilíbrio/mente/gerenciamento/atos e emoções;

·         Registro automático da memória (RAM);

·         Janelas Killer-conflitantes;

·         Fenômeno auto-fluxo;

·         Você é o senhor da sua própria história;

·         Educação da auto-estima;

·         Elogie em público e corrija em particular (professores/alunos e pais/filhos);

·         Errou, reconheça seu erro. Podemos transformar erros em acertos;

·         Filhos/alunos órfãos de pais e professores vivos;

·         Avaliação sistêmica/habilidades cognitivas, isto é, analisar os alunos em desenvolvimento observando o raciocínio lógico;

 

Relações interpessoais

 

·         Falar com pessoas que escutem, já se repensam os atos;

·         Elogie o máximo que puder;

·         Aproveite cada momento para abraçar, exaltar, construir e educar o EU como protagonista da própria história (janela light);

·          Antes de apontar uma falha, você precisa conquistar a confiança;

·         90% das correções que fazemos não melhoram ninguém;

·         Plantar janelas light;

·         Pensamentos auto-dialético, isto é, imaginário;

·         A fascinante construção do EU – Livro de Augusto Cury;

·         Resilência (termo da Psicologia);

·         Contemplar o belo, muito do pouco;

·         Síndrome do pensamento acelerado/auto-fluxo;

·         Sem parâmetro da realidade, www.psicologiamultifocal.com.br;

·         Auto-fluxo - Exercitamos excessivamente a nossa memória;

·         Eu preciso ter um caso de amor fora do casamento, isto é, preciso/tenho que me amar;

·         Gastar mais tempo com as pequenas coisas, com seus sonhos;

·         Focos de tensão;

Em sua palestra, proferida na última edição 8ª Conferência Municipal de Educação de Rio das Ostras, Augusto Cury iniciou com perguntas que nos leva, no mínimo, a parar para pensar: “Qual o sentido da sua vida?”, “O ser humano que não aprende a fazer perguntas, nunca terá respostas.” As respostas aparecem através de uma interação perfeita entre ele e a plateia atenta em que fala de/sobre sonhos, projetos de vida, auto-abandono, relacionamento, criatividade, educação, gerenciamento de emoções, etc.

Cury que é psiquiatra explica o que são as “janelas killers” (ou zonas de conflitos) que temos no inconsciente. Em milésimos de segundo, o estímulo visual ou sonoro – uma decepção, uma crítica – penetra nas entranhas do córtex cerebral e abre as “janelas killers”, bloqueando outras janelas, devido ao acúmulo de tensão, fazendo-nos reagir estupidamente.

“Quantas vezes você reage sem pensar, sofre por pequenas coisas, se angustia por um futuro que não aconteceu ou rumina sordidamente um passado e se esmaga por um sentimento de culpa? Um conjunto de estímulos estressantes pode formar um corpo de “janelas killers” e enclausurar-nos no único lugar em que devemos ser livres: dentro de nós, sem desprezo.” ‘Uma recomendação: "Não corrija ou provoque as pessoas que estiverem tensas". Espere a temperatura da emoção delas baixar. Assim, sairão das janelas "killer", abrirão sua memória e terão respostas inteligentes. Também "respeite seus próprios limites". Quando estiver irritado e ansioso, ame o silêncio. No primeiro minuto de tensão produzimos nossos maiores erros.’

Sobre o desprezo, ele ressalta que é uma das experiências mais dramáticas do sofrimento humano. Se alguém é discriminado, rejeitado, exposto publicamente, há um registo automático da memória, de maneira privilegiada. Às vezes, o desprezo, uma palavra agressiva, dirigida a alguém publicamente se torna inesquecível, e a pessoa pode acreditar que nunca mais terá liberdade, espontaneidade para se relacionar com outra pessoa.

“Um aluno em uma sala de aula, rejeitado, exposto publicamente pelo seu professor, pode ficar traumatizado, a ponto de enclausurar e abortar a inteligência. Quando você consegue entender, pelo menos um pouco, o teatro da mente humana percebe que toda discriminação é uma barbaridade, um ato desinteligente. Toda a rejeição e exclusão confrontam com a sabedoria.”

Cury usa como modelo principal de comportamento sadio o exemplo de Jesus: “Mais importante do que os erros de uma pessoa é a pessoa que erra. Jesus nunca expôs publicamente os erros de uma pessoa. Se você faz isso, comete um grave erro. Jesus nunca pediu conta das faltas e atrocidades cometidas pelos homens. Sabe por quê? Porque Ele era uma pessoa bem resolvida, tinha auto-estima sólida. Era um homem apaixonado pela vida. Tinha grandes sonhos, e o maior deles era envolver cada ser humano, conhecê-lo, tocá-lo, amá-lo.”

O psiquiatra conta o desenrolar da passagem bíblica que mostra quando um pequeno grupo de radicais religiosos trouxe a mulher adúltera para Jesus, para que pudessem usá-la como isca para destruí-lo. “Perguntaram qual era a sentença de Jesus para aquela mulher. Se Ele dissesse: “Que seja apedrejada!”, livraria a sua pele, mas destruiria seu discurso e seu amor pelo ser humano. Se respondesse: ‘Não a matem! ’, Ele e a mulher seriam apedrejados, pois iria contra a tradição daqueles radicais. Qual a foi a primeira resposta de Jesus? A frase ‘Quem não tem pecado atire a primeira pedra’? Não, essa foi a segunda. A primeira resposta foi o silêncio, quando Ele abaixou-se e começou a escrever na areia. Ele escrevia no teatro da sua mente. Não se obrigue a dar respostas quando alguém agredir você. O silêncio nunca é mal interpretado. É a maior arma contra a arrogância. No silêncio, devemos encontrar a maior força e entender que por trás da pessoa que está ferindo você, está a pessoa ferida.”

A vida humana é belíssima, mas brevíssima. Cada um de nós vive num pequeno parênteses de tempo. Envolvemo-nos em tantas atividades sociais que não percebemos o mistério que cerca a existência.

Por ser tão breve a vida, deveríamos vivê-la com sabedoria para sermos cada vez mais pais, educadores e profissionais inteligentes, jovens mais sábios, amigos mais afetivos. Muitos vivem apenas porque estão vivos. Vivem sem objetivos, sem metas, sem ideais, sem sonhos. Não sabem como lidar com sua fragilidade e lágrimas. Sabem lidar com os aplausos, mas desesperam-se diante das vaias. Recebem diplomas na escola, mas não sabem ousar, criar, correr riscos calculados e cultivar o que amam. Você já procurou esquecer tudo ao seu redor e olhar para dentro de si?

 

Cada ser humano possui uma grande história. Nessa história ele deve ser o ator principal e o autor do roteiro de sua vida. A 1ª grande lição para quem deseja ser líder é aprender a ser humilde para entender a grandeza da vida. Apesar de a mente humana ser de indescritível esplendor, ela adquire conflitos com facilidade: complexo de inferioridade, timidez, fobias, depressão, insegurança, preocupação excessiva com o futuro e com a imagem social, etc. Ser ator principal no palco da vida não significa não falhar, não chorar, deixar de tropeçar… Ser ator principal significa refazer caminhos, reconhecer erros e aprender a deixar de ser aprisionado pelos pensamentos e emoções doentias. Os agressivos, os intolerantes e os arrogantes são os mais frágeis no teatro da vida. Eles têm medo de subir no palco, perdoar os outros, se perdoar, chorar, reconhecer suas falhas e limitações. São infelizes. Ninguém se constrói sozinho. Somos construídos e construtores da nossa personalidade. Somos construídos pela carga genética, pelo sistema social, pelo ambiente educacional e pela atuação do eu. O eu representa nossa identidade e capacidade de decidir. Ser autor da nossa história é ter um eu consciente, livre e líder. O eu tem de ser treinado para ter um papel de líder na construção da nossa personalidade. Se não aprendermos a ser líderes, o que ocorrerá? Poderemos ser vítimas do ambiente, dos nossos conflitos e da carga genética. Felizmente podemos ser autores da nossa história, mudar o curso das nossas vidas. Por isso, veremos aqui que podemos resgatar a liderança do eu, reeditar o filme do inconsciente e construir janelas paralelas na memória. Podemos superar as feridas psíquicas e construir uma história inteligente. É fácil dirigir nossa história? Não! É mais fácil ser controlado por nossa emoção do que controlá-la, protegê-la, expandi-la. Muitos jovens fracassam porque não sabem dar um choque de lucidez na sua emoção. Muitos adultos bloqueiam seu potencial intelectual porque são aprisionados pelos pensamentos construídos sem autorização do eu.

É incrível como somos passivos. Crianças, jovens e adultos vivem seus pensamentos sem saber que podem criticá-los e confrontá-los. Aceitam seus pensamentos, deixando preocupações, baixa auto-estima, doenças e medos sufocarem sua emoção, e simplesmente não fazem nada. A educação mundial falhou gravemente, fomos treinados para atuar no mundo exterior e não no interior.

Devemos respeitar as pessoas mais velhas, as regras sociais e os direitos humanos. Mas não devemos respeitar os pensamentos e as emoções que assaltam nossa personalidade. Você tem o direito de ser o autor da sua própria história. Você deve equipar seu eu para ser o ator principal do teatro da sua mente. Caso contrário, como veremos as perdas e frustrações que o dominam não irão embora depois de saírem de cena. Para onde irão? Irão para o inconsciente, para os bastidores do teatro, e farão parte da sua personalidade. Muitos pais e professores deixam de brilhar porque, pouco a pouco, se tornam submissos à sua própria impaciência, não aprendem a ter autocontrole para encantar e surpreender os jovens. Muitos jovens são submissos á sua insatisfação. Não suportam críticas e perdas. Precisam ser treinados para ter proteção emocional, virar a mesa na sua mente e escrever sua própria história.

31.8.12

ESTOU DE VOLTA COLEGAS PROFESSORES, NÃO SEI SE VOU CONTINUAR FALANDO DE EDUCAÇÃO INFANTIL, MAS COM CERTEZA SOBRE EDUCAÇÃO. A PARTIR DE AGORA, NÃO FALAREI EM NOME DA CRECHE, MAS SOMENTE EM MEU NOME. A CRECHE COMO VOCÊS SABEM NÃO EXISTE MAIS. DE QUALQUER MODO, ESTOU DE VOLTA PARA REPARTIR COM VOCÊ E VOCÊS COMIGO UM POUCO DA POUCA EXPERIÊNCIA QUE TENHO EM EDUCAÇÃO. TALVEZ EU MUDE O NOME, NÃO SEI!

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 ANTES QUE ELES CRESÇAM

Affonso Romano de Sant’Anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos.

É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados.

Crescem sem pedir licença à vida.

Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.

Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maneira que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?

Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?

A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça…

Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes e cabelos longos, soltos.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com uniforme de sua geração.

Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas.

E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.

Principalmente com os erros que esperamos que não se repitam.

Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos filhos.

Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.

Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.

Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.

13.2.11

criado por ostras    17:20 — Arquivado em: TAGS — Tags:


 
 

Planejamento Anual


Objetivos Gerais
• Desenvolver a atenção;
• Adquirir o hábito de ouvir, falar e organizar o pensamento lógico;
• Posicionar – se de maneira critica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o dialogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;
• Desenvolver o interesse pelas descobertas feitas por meio de situações concretas na sala;
• Enfrentar e compreender novas situações;
• Transmitir valores como: noções de cidadania, respeito ao próximo, disciplina e solidariedade.
• Despertar o interesse pelas descobertas feitas durante as atividades;
• Participar das atividades com interesse e satisfação;
• Familiarizar – se com a imagem do próprio corpo;
• Desenvolver noções de cidadania;
• Ampliar a maneira de ver as coisas;
• Estimular as percepções sensoriais.

Conteúdos
Língua Portuguesa

• Atividades:
- Coordenação motora
- Orientação espacial
- Análise e síntese
- Percepção auditiva
- Comunicação
• As vogais
• Revisando as vogais
• Juntando as vogais
• Vamos brincar

Matemática

• Labirinto
• Cores
- Vermelho
- Amarelo
- Azul
- Verde
• Seqüência lógica
• Completando figuras
• Conceitos básicos : igual e diferente
• Quantidade
- Muito – pouco
- Mais – menos
- Mesma quantidade
• Tamanho
- Grande – pequeno
- Maior – menor
- Alto – baixo
- Comprido – curto
• Espessura
- Grosso – fino
- Largo – estreito
• Posição
- Longe – perto
- Em cima em baixo
- Dentro – fora
- Aberto – fechado
• Medidas
- Leve – pesado
- Cheio – vazio
• Geometria
- Curvas fechadas
- Curvas abertas
- Circulo
- Quadrado
- Triangulo
• Os numerais
- 0 a 9
- Revisão
• Vamos brincar

Natureza
• Nosso corpo
• Órgãos dos sentidos
• Hábitos de higiene
• Os animais
• As plantas
• O dia e a noite
• O Sol e a chuva
• Vamos brincar

Sociedade 
• A criança
• A família
• A casa
• A escola
• A comunidade
• Meios de transporte
• Meios de comunicação
• As profissões
• Datas comemorativas
• Vamos brincar

Metodologias Gerais
As aulas serão desenvolvidas numa interação, utilizando – se dos recursos:
• Bingos
• Dialogo
• Álbum de fotos
• Livro didático
• Cartazes
• Passeios
• Desfiles e apresentações
• Materiais concretos
• Semáforos –jornais
• Desenhos livres – cantinho da leitura
• Teatro – desenhos literários
• Fantoches – quadro e giz
• Dedoches – tarefas xerocopiadas
• Recorte – colagens – exposições
• Filmes – musicas – poesias
• Historias
• Dramatizações
• Dinâmicas diversas
• Jogos – brincadeiras
• Pintura a dedo

Avaliação Geral
No que se refere à avaliação, ela deve ser entendida como um instrumento de compreensão do nível de aprendizagem dos alunos em relação aos conceitos estudados às competências e às habilidades desenvolvidas. Essa relação deve ser continua para que o educador consiga perceber os avanços e as dificuldades dos alunos e, assim reavaliar sua prática e , se for preciso redirecionar suas ações.

Quanto às avaliações individuais, é importante observar o desempenho da criança quanto a:
• Participação
• Disciplina
• Atenção
• Coordenação visual e motora
• Cooperação
• Justiça
• Interesse
• Desenvolvimento da aprendizagem
• Higiene
• Raciocínio lógico

FONTE http://jardimdatiadani.blogspot.com

 

PLANEJAMENTO ANUAL 2º PERÍODO

criado por ostras    17:15 — Arquivado em: TAGS

 

 
Linguagem Oral e Escrita

Objetivos:
1. Desenvolver a capacidade de expressar-se oralmente com a clareza necessária para ser compreendido.
2. Estimular o interesse pela descoberta do código escrito no meio em que vive.
3. Desenvolver a habilidade de identificar e traçar corretamente as letras e números.
Fevereiro
• Coordenação Visomotora
• Grafismos
• União de pontos
• Desenhos, Pinturas, Recorte e Colagem,
• Labirinto
• Dobraduras
• Vogais - A a, E e, I i, O o, U, u
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
Março
• Percepção visual
• Identificação de partes do todo
• Descobrir diferenças
• Localizar semelhanças
• Encontros vocálicos
• Revisão das vogais - a, e, i, o u.
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Encontro de vogais
Abril
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Desenhos
• Letras B - C - D
Maio
• Trabalhar com as consoantes
• Identificar e grafar as consoantes minúsculas e maiúsculas
• As letras F - G - H
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• desenhos
Junho/Julho
• As letras J - K - L
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Desenhos
Agosto
• As Letras M - N - P
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• desenho
Setembro
• As letras Q - R - S
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Desenhos
Outubro
• As letras T - V - W
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Desenhos
Novembro
• As Letras X - Y - Z
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Desenhos
• Nome completo
Dezembro
• Nome completo de letra cursiva
• Revisão do alfabeto e famílias silabicas
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons

Matemática

Objetivos:
1. Desenvolver na criança a capacidade de pensar logicamente;
2. Trabalhar problemas relacionados ao seu cotidiano para melhor entendimento do meio em que vive.
Fevereiro
• Coordenação motora
• Numerais de 0, 1 e 2
• Grafismo
• Contorno de figuras
• Desenho
• Pintura
• Recorte e Colagem
• Labirinto
Março
• Discriminação Visual
• Números 3, 4 e 5
• Forma e cor
• Igual/Diferente
• Camuflagem
• Complementação de figuras
• Detalhes de cena
• Relações e afinidades
Abril
• Orientação temporal
• Antes/depois
• Ontem/hoje/amanhã
• Dia/noite
Maio
• Orientação espacial
• atrás/na frente/no meio/entre
• aberto/fechado
• de frente/de costas
• em cima/embaixo
• em pé/deitado/sentado
• mais longe/mais perto
• mesma posição/posição diferente
• Números 6, 7, 8, 9 e 10
Junho/Julho
• Noções de geometria
• Linhas abertas e fechadas
• Números 11 e 12.
• Mesma forma
• Triângulo - Quadrado - Círculo
Agosto
• Relações de dimensão
• curto/comprido
• grande/pequeno/mesmo tamanho
• grosso/fino
• mais alto/mais baixo
• Revisão dos números de 0 a 12.
Setembro
• Seqüência e seriação - números
• Relações de massa e volume
• cheio/vazio
• leve/pesado
• Ontem/hoje/amanhã (revisar)
Outubro
• Relações de quantidade
• Mais/menos/ muito/pouco/nenhum
• Números 13, 14 e 15.
Novembro
• Noções de adição/subtração
• Noções de conjunto
• Números 15, 16, 17, 18, 19 e 20
• Par/ímpar
Dezembro
• Revisão de toda a matéria
Natureza e Sociedade

Objetivos:
1. Aprofundar as vivências relacionadas à família, à escola, ao grupo de amigos e colegas;
2. Levar a criança a incorporar normas de conduta social, costumes e convenções que fazem parte da cultura em que vive e que são exigidos no processo de adaptação do sujeito à sociedade a que pertence;
3. Organizar e sistematizar os conhecimentos relacionados com a natureza em transformação, aos seres vivos, à ecologia e à qualidade de vida (higiene e saúde).
FEVEREIRO
Carnaval.
A origem do nome.
Endereço e Telefone
Descendência familiar.
MARÇO
O bairro e a origem da Escola.
ABRIL
Os tipos de casa e as localizações.
Quais os tipos de habitantes.
Dia do Índio e Descobrimento do Brasil
Páscoa
MAIO
As profissões.
O trabalho.
Dia das mães.
JUNHO/JULHO
Cidades e Regiões
Festa Junina
AGOSTO
Folclore
Dia dos Pais
SETEMBRO
Os meios de Transporte e o Trânsito.
Dia da Árvore
Primavera
OUTUBRO
Animais em extinção.
Dia das Crianças
NOVEMBRO
Proclamação da República e Dia da Bandeira
Meios de Comunicação
DEZEMBRO
Natal
 

 

MODELO DE PLANO ANUAL - JARDIM II

criado por ostras    17:09 — Arquivado em: TAGS — Tags:,


 PLANO DE ENSINO Turma: Jardim II ( PERÍODO INTEGRAL)

 
PESSOAL, ESTE É MAIS UM MODELO DE PLANO ANUAL QUE PEGUEI NA NET NO BLOG http://jardimdatiadani.blogspot.com/search?updated-max=2011-01-16T08:43:00-08:00&max-results=20. O PLANO FOI FEITO POR DUAS PROFESSORAS ( Andreia Dedeana) E ESTÁ MUITO BOM E ELAS UTILIZARAM OS CONHECIMENTOS DO RCNEI (Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil) MUITO BEM. ENTÃO, APROVEITEM.

PLANO DE ENSINO - JARDIM II - INTEGRAL

Áreas de conhecimento

- Conhecimento Lingüístico:
• . Linguagem oral
• . Linguagem escrita
-Artes:
• Expressão plástica
• Expressão corporal
• Música
- Matemática
- Conhecimento de Mundo:
• . Ciências naturais
• . Ciências sociais

Objetivos:

- Conhecimento Lingüístico:

• Saber usar a língua como veículo de comunicação;
• Perceber a diferença entre palavra falada e escrita, iniciando-se a sistematização da alfabetização;
• Desenvolver a capacidade de pensar e expressar idéias;
• Expandir a capacidade de criação;
• Familiarizar-se com a leitura e escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores de texto e da vivência de diversas situações nas qual seu uso se faça necessário;
• Reconhecer, ler e escrever o alfabeto;
• Desenvolver a habilidade de utilização de meios naturais de comunicação: linguagem, visão, audição, tato;
• Desenvolver atitudes de cooperação e iniciativa;
• Desenvolver destrezas e habilidade de acordo com as possibilidades individuais;
• Desenvolver a habilidade de expressar as vivências emocionais;
• Desenvolver a coordenação motora;
• Desenvolver a criatividade;
• Adquirir habilidades e soluções próprias através do desenho, da pintura, da construção, da modelagem, etc.

- Estratégias:

• Roda da conversa;
• Utilização de crachá;
• Alfabeto móvel;
• Confecção de cartazes;
• Atividades mimiografadas;
• Apresentação de histórias, músicas, poesias, parlendas.
• Jogos diversos (bingo de letras, quebra-cabeça letra/desenho, etc.);
• Leitura compartilhada;
• Proporcionar exercícios de atitudes de cortesia (bom dia, com licença, por favor, obrigado, desculpe-me, etc);
• Pesquisa, recorte e colagem.

Objetivos:

- Matemática:

• Preparar a criança para a vida, desenvolvendo seu raciocínio lógico e rápido, resolvendo pequenos desafios do dia a dia e descobrindo o mundo que a cerca através de novas experiências;
• Reconhecer a importância dos números em situações do cotidiano;
• Reconhecer e escrever numerais, relacionando-os a sua quantidade;
• Utilizar corretamente o vocabulário matemático (perto/longe, dentro/fora, maior/menor, mais/menos, etc).

Estratégias:

• Exploração do calendário;
• Bingo de números e quantidades;
• Uso de material concreto para contagem;
• Atividades mimiografadas;
• Jogos diversos;
• Brincadeiras;
• Pesquisas, recorte e colagem.

Objetivos:

- Artes:

• Produzir trabalhos utilizando a linguagem artística, o cuidado e respeito pelo processo de criação pessoal e coletiva;
• Organizar e cuidar dos materiais utilizados bem como do ambiente de produção;
• Apreciar o próprio trabalho e o dos colegas;
• Explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento de mundo;
• Conhecer e ordenar seus movimentos;

Estratégias:

• Propiciar atividades plásticas, que utilizem materiais diversificados, criando um ambiente de uso coletivo e organização dos materiais, assim como de apreciação dos próprios trabalhos e dos colegas;
• Ouvir as músicas para apreciação;
• Cantar vivenciando os movimentos da música;
• Desenvolver atividades que explorem o corpo e suas capacidades.

Objetivos: 

- Conhecimento de Mundo:

• Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural;
• Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos;
• Estabelecer algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação das espécies e para a qualidade de vida humana.

Estratégias:

• Roda da conversa;
• Confecção de cartazes;
• Atividades mimiografadas;
• Atividades que envolvam a observação;
• Levantamento dos conhecimentos prévios;
• Uso de músicas e filmes sobre o tema;
• Pesquisas, recortes e colagens.

Projetos que serão desenvolvidos no decorrer do ano letivo: 

1. Artes:

• 1º semestre – Tarsila do Amaral.
• 2º semestre – Romero Brito.

2. Eca:

• Mês de outubro.

3. Movpaz:
• Todo o ano letivo.

Fevereiro
Tema: Identidade – Família – Valores

Justificativa:
Pretendemos que a criança se conheça e se adapte a escola e a vida social, desenvolvendo atitudes de polidez, respeito e compreenda a necessidade de cooperação de todos os membros da família e da escola entre si.

Objetivos: específicos:
• Levar os alunos a identificar o corpo humano como um todo e as partes que o compõem desenvolvendo hábitos de higiene;
• Levar a criança a identificar as pessoas da família e valorizá-la;
• Levar a criança a demonstrar cortesia e urbanidade no trato com os outros.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:
• histórias;
• Interações através da linguagem;
• descrição de cenas em família;
• conversa sobre o respeito ao próximo, direitos e deveres.

. Linguagem escrita:
• desenho da criança, familiares.
• reconhecimento e escrita do nome;
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas.

. Expressão plástica:
• massa de modelar;
• giz de cera;
• quebra-cabeça e colagem do corpo humano;
• recorte com a mão e tesoura;
• uso correto da cola;
• colagem de papel picado.

. Expressão corporal e musical:
• movimento do corpo com uso de música;
• brincadeiras sobre valores;
• músicas envolvendo o nome das crianças.

Matemática:
• número de irmãos;
• relações de parentesco;
• seriação (tamanho, idade);
• classificação (objetos de uso da família);
• exploração de conhecimento do corpo;
• noções de grandeza: maior/menor, grosso/fino, alto/baixo;
• noções de tempo (calendário - dia da semana, mês, ano);
• simbolização (tempo: ensolarado, nublado, chuvoso);
• figura geométrica (quadrado);
• cores primárias;
• seriação dos familiares: mais velho, mais novo.

Conhecimento de Mundo:
. Ciências naturais:
• ser humano;
• conhecimento das etapas da vida;
• conhecimento das partes do corpo;
• exploração dos órgãos dos sentidos;
• necessidades do homem (água, alimento, ar);
• higiene do corpo.

Ciências naturais:
• conhecimento das verduras, legumes, frutas;
• como consumi-los;
• como são preparados;
• características dos diferentes instrumentos de trabalho (forma, tamanho, material, etc).

. Ciências sociais:
• os produtos que usamos em casa (alimentos, higiene, etc):
• quem produz;
• onde vende.
• trabalho dos alunos (tarefas, brincadeiras);
• as diferentes profissões;
• qual a função social de algumas profissões (as pesquisadas pelos alunos);
• ser generoso (Projeto Movpaz).

Junho/2009
Tema: Festa Junina - zona urbana- zona rural

Justificativa:
Fazer com que as crianças compreendam a importância da interdependência entre o ambiente urbano e rural e a origem folclórica da Festa Junina.

Objetivos: específicos;
• Levar as crianças a conhecerem os usos e costumes das Festas juninas;
• Levar os alunos a perceberem que a zona urbana depende da zona rural e vice e versa.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:
• músicas típicas;
• lendas;
• origem da quadrilha;
• fogos de artifício, balão, bombinha;
• instrumentos usados nas festas (sanfona, violão, etc);
• a origem da festa junina (folclore).

. Linguagem escrita:
• pesquisa de comidas típicas;
• convites;
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas.

. Expressão plástica:
• recorte/colagem; confeccionar caipirinhas (roupas, chapéu).
• quebra cabeça;
• construção de dobraduras juninas;
• cores (bandeirinhas, balão, fichas, etc);
• confecção de bandeirinhas.

. Expressão corporal e musical:
• danças juninas;
• movimentar-se ao ritmo de músicas lentas ou cantadas;
• cantar músicas folclóricas com gestos.

Matemática:
• quantidades (pesquisa das preferências da classe: comidas),
doces, etc);
• estabelecer agrupamentos de acordo com critérios: doce/ salgado;
• sequenciação de formatos de bandeirinhas.

. Ciências naturais:
• alimentos da festa junina (curau, pipoca, pé de moleque, etc);
• como é o sítio;
• como é a cidade.

. Ciências sociais:
• a importância do trabalho agrícola;
• a interdependência da zona urbana e rural;
• ouvir para compreender (Projeto Movpaz).

Julho/2009
Tema: Revisão dos conteúdos anteriores

Justificativa:
Retomar os conteúdos fixando que a harmonia, partilha, respeito e educação devem ser usados tanto no convívio escolar como o social.

Objetivos: específicos:
• Levar a criança a perceber que deve viver com educação, respeito e saber partilhar não somente seus bens, mais também a troca de conhecimentos, experiências, etc.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:
• ampliação do vocabulário;
• conversas sobre os trabalhos;
• histórias.

. Linguagem escrita:
• escrita de palavras significativas;
• desenhos de histórias;
• desenho livre.

. Expressão plástica:
• recorte/colagem;
• trabalho com massinha (livre);
• pintura (livre);
• cores (mistura de cores já trabalhadas).

. Expressão corporal e musical:
• brincadeiras diversas – pular corda, amarelinha, morto - vivo, passa anel, etc;
• localizar a direção do som.

Matemática:
• números (referente aos conteúdos já trabalhados);
• jogos.

.Conhecimento natural:
• alimentos;
• higiene.

. Conhecimento social:
• trabalho na nossa escola – arrumar a sala, cuidar para conservação da escola, cuidar do material da sala.

Agosto/2009
Tema: Aniversário de Piracicaba – Folclore – Dia dos Pais – Água

Justificativa:
Iniciar o conhecimento da sua cidade partindo do seu próprio meio (lar), mostrando seus pontos turísticos e manifestações folclóricas.
Valorizar e respeitar o pai.

Objetivos: específicos:
• Levar os alunos a perceberem que o folclore se manifesta em todos os dias de aula durante o ano;
• Levar os alunos a valorizarem a figura paterna;
• Levar os alunos a conhecerem a história de Piracicaba, seu rio e conhecer seus pontos turísticos preservando-os;

Conteúdo;

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral;

• músicas típicas (Piracicaba – Folclore);
• histórias;
• lendas;
• pesquisa e música para o Papai.

. Linguagem escrita:
• construção de livro com os pontos turísticos de Piracicaba;
• desenho (Piracicaba – folclore);
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas.

. Expressão plástica:
• dobraduras;
• pintura – lembrança para o Papai;
• modelagem;
• desenho dos pontos turísticos de Piracicaba.

. Expressão corporal e musical:
• brincadeiras folclóricas;
• executar movimentos simples de braços imitando o professor;
• músicas populares e comemorativas.

Matemática:
• localização no tempo e sequenciação: antes/depois, ontem/hoje, etc;
• nossa cidade ontem e hoje.

.Conhecimento natural:
• Rio Piracicaba – água;
• importância da água no meio ambiente;
• peixes;
• lixo.

. Conhecimento social:
• Rio Piracicaba – ontem e hoje;
• como o homem utilizou o rio no passado e no presente;
• importância da água na vida das pessoas;
• como preservar o rio;
• promover um consumo responsável (Projeto Movpaz).

Setembro/2009
Tema: Primavera – Dia da árvore - Estações do ano

Justificativa:
Que as crianças através da observação da natureza percebam que as leis naturais não dependem totalmente da ação do homem e que devemos nos vestir de acordo com as condições do tempo.

Objetivos: específicos:
• Levar as crianças a saberem identificar as estações do ano e definir qual a roupa e alimento adequado a cada estação.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:

• música;
• histórias;
• pesquisa.

. Linguagem escrita:
• desenho;
• produção de álbuns;
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas;
• colagem de galhos;
• confecção de dobraduras;
• pintura com esponja.

. Expressão corporal e musical:
• dramatização das estações do ano;
• escutar músicas clássicas.

Matemática:
• noções de números (trabalho com diferentes, quantidade);
• classificação (folhas, sementes);
• percepção da forma como atributo dos objetos;
• seqüências (trabalhar com sementes);
• comparação de quantidades;
• seqüências (montar cenas em seqüências lógicas - amanhecer, meio dia, entardecer, noite).

.Conhecimento natural:
• clima (em cada estação);
• dia e noite;
• partes da planta;
• plantio de uma semente (observar seu nascimento, regar, cuidar).

. Conhecimento social:
• as roupas de cada estação (como eram as roupas usadas pelas pessoas no início da nossa cidade);
• redescobrir a solidariedade (Projeto Movpaz).

Outubro/2009
Tema: Criança – animais

Justificativa:
Recordar com as crianças as antigas brincadeiras e da posse responsável.

Objetivos: específicos:
• Levar os alunos a perceberem que os animais são seres vivos;
• Levar os alunos a recordarem antigas brincadeiras.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral.

• músicas diversas;
• histórias;
• conversas interativas;
• ampliação de vocabulário.

. Linguagem escrita:
• desenho (montagem de cartaz);
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas.

. Expressão plástica:
• montagem (quebra-cabeça, palhaço, cartaz, semáforo, etc);
• construção (brinquedos);
• pintura com giz molhado;
• dobraduras de animais.

. Expressão corporal e musical:
• brincadeiras (bola, corda, amarelinha, etc);
• representação (teatro, música).

Matemática:
• seqüências (figuras geométricas, brincadeiras);
• seqüências de palavras (Amarelo, Bola, Criança. Dado, etc).

.Conhecimento natural:

• a criança (ECA - cuidado com a alimentação, higiene, saúde);
• cuidados com os animais-posse responsável;
• características de animais.

. Conhecimento social:
• a criança (ECA - direitos e deveres);
• animais na vida do homem (trabalho, alimentação);
• preservação dos animais (animais em extinção);
• rejeitar a violência (Projeto Movpaz)


Novembro/2009
Tema: – Diversidade Cultural (Dia da Consciência Negra)- Trânsito

Justificativa:

Valorizar todas as pessoas mostrando-lhes a sua forma de vida, alimentação, trabalho, música e dança,enfatizando o respeito à diversidade e mostrar a importância da obediência dos sinais de trânsito para a segurança.

.
Objetivos: específicos:
• Levar as crianças a respeitar e aceitar a diversidade;
• Levar os alunos a reconhecerem os sinas de trânsito.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:

• histórias;
• conversas interativas;
• ampliação de vocabulário.

. Linguagem escrita:
• produção de álbuns;
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas;
• desenho.

. Expressão plástica:
• pinturas;
• montagem (semáforo);
• construção com sucata (carrinho, caminhão, etc);
• massa de modelar;
• Construção de painel sobre diversidade cultural.

. Expressão corporal e musical:
• brincadeiras;
• dramatização (sinais de trânsito);
• participação de jogos cantados.

Matemática:
• correspondência (pelo uso, forma, cor, tamanho, etc);
• noções de direção e sentido: para frente/para trás; para direita/para esquerda, para cima/para baixo, no mesmo sentido/em sentidos contrários, meia volta/ uma volta (de forma lúdica);
• idéia de quantidade;
• idéia de juntar e tirar quantidades.

.Conhecimento natural:
• importância da boa convivência com pessoas diferentes;
• a poluição (ônibus, carro, trem, etc).

. Conhecimento social:
• as ruas, avenidas, pistas (utilização);
• reconhecimento e valorização da diversidade dos grupos sociais em relação à etnia e cultura;
• respeitar e entender as diferenças (Projeto Movpaz).

Dezembro/2009
Tema: Natal (paz, amor, respeito).

Justificativa:
Despertar na criança todos os valores trabalhados durante o ano inserindo o verdadeiro significado do Natal.

Objetivos: específicos:
• Conhecer o verdadeiro significado do Natal.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:

• músicas natalinas e hino;
• histórias;
• conversas.

. Linguagem escrita:
• desenho (cartão);
• produção de livros;
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas;

. Expressão plástica:
• confecção de cartões;
• pinturas;
• montagem de árvore de natal;
• dobraduras;
• construção de painel com tema Movpaz.

. Expressão corporal e musical:
• dança;
• representação;
• brincadeiras.

Matemática:
• seqüências numéricas (bolas coloridas);
• cores (enfeites).

.Conhecimento natural;
• alimentação (festa natalina);
• calor – cuidado com nosso corpo – água, alimentação leve.

. Conhecimento social:
• reunião familiar: respeito, amor, paz, alegria, etc;
• costumes da sociedade: troca de presentes, amigo secreto.

OBS1: As letras e numerais serão trabalhados no decorrer do ano contextualizado com o conteúdo desenvolvido.
OBS2: O planejamento é flexível.

AVALIAÇÃO

Objetivos:

A avaliação se destina a obter informações e subsídios capazes de favorecer o desenvolvimento das crianças e a ampliação de seus conhecimentos e dispondo dos principais elementos relativos as informações pode-se planejar, direcionar e redirecionar nosso trabalho cotidiano.
Desta forma, a avaliação não se fixa apenas em medir, comparar ou julgar, mas tem uma grande importância social e política no fazer educativo, estando presente em todas as atitudes e estratégias avaliativas que adota-se.
É necessário que a avaliação seja capaz de trazer elementos de crítica e transformação ativa para o trabalho.
Sendo assim, todos são objeto e sujeito da avaliação: professor equipe de orientação, supervisão e direção, funcionários da secretaria, cozinha, crianças, pais, pois todos constroem conhecimentos encontrando dúvidas e dificuldades, fazendo progressos e reestruturando suas formas de ação buscando alcançar os objetivos traçados. 

FONTE: http://jardimdatiadani.blogspot.com

 

 

12.2.11

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TENHO RECEBIDO MUITOS COMENTÁRIOS PEDINDO AJUDA PARA PLANEJAMENTO EM EDUCAÇÃO INFANTIL (PLANOS DE AULAS, ATIVIDADES, SEMANÁRIOS, ETC). INFELIZMENTE, NÃO POSSO POSTAR AJUDA INDIVIDUAL PARA TODOS, ATÉ PORQUE A CRECHE NÃO ESTÁ MAIS EM FUNCIONAMENTO COMO JÁ AFIRMEI E NO MOMENTO ESTOU COM TURMA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL E OUTRA DE PEDAGOGIA, E NÃO ESTÁ ME SOBRANDO TEMPO PARA MUITA COISA MAIS.

ENTÃO, NA MEDIDA DO POSSÍVEL REPASSAREI O QUE TIVER EM MÃOS PARA VOCÊS. DESSE MODO, ENCONTREI UM ARTIGO MUITO INTERESSANTE, QUE PODE AUXILIAR TODOS OS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL NO SEU PLANEJAMENTO ANUAL E TAMBÉM NO SEMANAL. ENTÃO, LEIAM COM ATENÇÃO QUE ESTE ARTIGO SÓ AJUDARÁ A VOCÊS, OK? UM GRANDE ABRAÇO A TODAS!

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL…MAIS QUE A ATIVIDADE. A CRIANÇA EM FOCO

 Luciana Esmeralda Ostetto

No âmbito da educação infantil tem crescido a preocupação relacionada a “como planejar “ o trabalho educativo com as crianças de zero a seis anos em geral, e em particular com as menores de três anos. Tal preocupação pode ser relacionada ao fato de que, mais e mais, a educação infantil dirigida às crianças de zero a seis anos ganha estatuto de direito, colocando-se como etapa inicial da educação básica que devem receber as crianças brasileiras, respeitando os preceitos constitucionais. Tanto creches quanto pré-escolas, como instituições educativas, têm uma responsabilidade para com as crianças pequenas, seu desenvolvimento e sua aprendizagem, o que reclama um trabalho intencional e de qualidade. Na intencionalidade do trabalho reside a preocupação com o planejamento. O que fazer com as crianças, principalmente as bem pequenas? Seria possível “fazer atividades” com crianças do berçário (turmas com até um ano de idade), além de prever-lhes cuidados físicos (alimentação, higiene, sono etc.)? Se possível, que tipo de atividades prever? Como planejar?

Essas seriam questões de simples forma ou de complexos fundamentos? Pensar em planejamento seria apenas uma questão de como e do que fazer ou, além disso, principalmente, uma questão de para que e para quem fazer?

Certa vez fui convidada a conversar com as professoras de uma determinada instituição de educação infantil sobre planejamento. Sendo eu professora do curso de Pedagogia, pareceu-me, inicialmente, que as professoras gostariam que eu desse “a linha” do “como planejar” o trabalho com as crianças de zero a seis anos. Diante dessa desconfiança, comecei a conversa propondo que cada uma colocasse no papel qual o problema que enfrentava com o planejamento. Eu pretendia localizar as indagações, as incertezas e as angústias vividas pelo grupo de professoras na sua prática de planejamento do trabalho pedagógico, pois em qualquer discussão é imprescindível a localização da pergunta para podermos ir atrás das possíveis respostas. Na minha idéia, só poderia conversar com aquelas professoras, de forma significativa, se soubesse por onde andavam suas perguntas sobre a questão do planejamento. Era mesmo um problema? Por que? Qual a estrutura do planejamento? Qual o jeito para planejar? De que forma sistematizar, ou como registrar no papel o planejamento? Como organizá-lo, se os objetivos que traçamos não dão conta da complexidade do processo? Como registrar, no planejamento, a riqueza do cotidiano? Como captar o movimento? O trabalho é dinâmico , mas o planejamento é formal e isso não dá! Como delimitar pontos para trabalhar, num vasto universo de possibilidades? O que priorizar? Como colocar no planejamento do dia-a-dia o lúdico, o prazer, sem aquele “ranço” escolar?

Essas perguntas compõem um quadro geral do que foi levantado no encontro e podem bem servir de base para um ensaio sobre o planejamento na educação infantil, uma vez que, em certa medida, são muito representativas das questões comumente formuladas por educadores que atuam na educação infantil. Porém, começo a discussão me reportando para uma questão de base, que envolve fundamentos e que não aparece entre as perguntas mais frequentes: o que é planejamento? Buscando dialogar com as preocupações levantadas, prossigo afirmando que planejamento não pode ser confundido com uma ficha preenchida formalmente com uma lista do que se pretende fazer na sala de aula.

O planejamento educativo deve ser assumido no cotidiano como um processo de reflexão, pois, mais do que ser um papel preenchido, é atitude e envolve todas as ações e situações do educador no cotidiano do seu trabalho pedagógico. Planejar é essa atitude de traçar, projetar, programar, elaborar um roteiro pra empreender uma viagem de conhecimento, de interação, de experiências múltiplas e significativas para com o grupo de crianças.

Planejamento pedagógico é atitude crítica do educador diante de seu trabalho docente. Por isso não é uma fôrma! Ao contrário, é flexível e, como tal, permite ao educador repensar, revisando, buscando novos significados para sua prática pedagógica. O planejamento marca a intencionalidade do processo educativo mas não pode ficar só na intenção, ou melhor, só na imaginação, na concepção. Ninguém diria que não é necessário escrever o planejamento. A intencionalidade traduz-se no traçar, programar, documentar a proposta de trabalho do educador.

Documentando o processo, o planejamento é instrumento orientador do trabalho docente. Mas como escrever? De que forma? Voltamos à questão inicial que é praticamente a questão central presente entre as perguntas daquelas educadoras: a forma, o jeito! Seria esse o real problema envolvido no planejamento? Seria essa a dificuldade reclamada por tantos educadores? Poderíamos indagar, para seguir adiante: por que a preocupação, tão forte entre os educadores, sobre a forma do planejamento e sobre como estruturá-lo? É impossível falarmos da forma de planejar sem colocar em evidência o conteúdo que lhe serve de base, sem fazer relação com os seus fundamentos. Se olharmos a questão sob a ótica de seus fundamentos (O que é um planejamento na educação infantil? Para que e para quem ele é elaborado?) não será difícil concluirmos que o problema da forma é um problema aparente. De outro modo: se os educadores têm claro o que, para que e porque quem planejar, não vai importar como está traduzido no papel. Nesse caso, a forma não vai alterar o produto. O fundamental, como nos diz o professor José Fusari “não é decidir se o plano será redigido no formulário X ou Y, mas assumir que a ação pedagógica necessita de um mínimo de preparo”. Na verdade, penso até que a forma de escrever um planejamento, no dia-a-dia, deve ser muito pessoal e, principalmente, funcional para o eeucador. Então, se ele necessita de tudo explicadinho, passo por passo, para não “se perder” entre uma e outra ação do cotidiano, ele assim o faz. Se, ao contrário, para ele “se achar” necessita apenas listar tópicos, pode assim proceder.

A questão não é a forma, mas os princípios que sustentam uma ou outra organização. Sem dúvida, a elaboração de um planejamento depende da visão de mundo, de criança, de educação, de processo educativo que temos e que queremos: ao selecionar um conteúdo, uma atividade, uma música, na forma de encaminhar o trabalho. Envolve escolha: o que incluir, o que deixar de fora, onde e quando realizar isso ou aquilo. E as escolhas, a meu ver, derivam sempre de crenças ou princípios.

Como um processo reflexivo, no processo de elaboração do planejamento o educador vai aprendendo e exercitando sua capacidade de perceber as necessidades do grupo de crianças, localizando manifestações de problemas e indo em busca das causas. Vai aprendendo a caracterizar o problema para, aí sim, tomar decisões para superá-lo. O ato de planejar pressupõe o olhar atento à realidade. Na perspectiva de ampliar a discussão, apresento a seguir um exercício de análise sobre as formas mais comuns de planejamento encontradas na prática da educação infantil. Como indiquei, os comentários e o próprio recorte de caracterização de diferentes tendências no planejamento são aqui elaborados como exercício de reflexão. Como reflexão, esse exercício traz consigo marcas e idéias muitas vezes discutidas em aulas e orientações de estágio no curso de Pedagogia, em cursos de formação e em reuniões com educadores. Considerando, então, conteúdo e forma, poderíamos apresentar as seguintes perspectivas: planejamento baseado em “listagem de atividades”, por “datas comemorativas”, baseado em “áreas de desenvolvimento”, baseado em “áreas de conhecimento”, por “temas”.

Planejamento baseado em listagem de atividades

Esse tipo de planejamento poderia ser considerado um dos mais rudimentares, pois está baseado na preocupação do educador em preencher o tempo de trabalho com o grupo de crianças, entre um e outro momento da rotina (higiene, alimentação, sono etc). O professor busca, então, organizar vários tipos de atividades para realizar durante cada dia da semana. Dessa forma, como seu planejamento é diário, vai listando possíveis atividades para as crianças desenvolverem, como por exemplo:

Segunda-feira: Modelagem com massinha, quebra-cabeças, audição de histórias, preenchimento de exercícios em folha mimeografada.

Terça-feira: recorte e colagem, jogos recreativos, música com gestos, confecção de dobraduras

E assim sucessivamente, no dias subsequentes e a cada semana, repete-se a dinâmica de atividades. A prática pedagógica resume-se, aqui, às chamadas atividades, ou a “hora da atividade”, uma vez que os outros momentos da rotina, mais ligados aos cuidados das crianças, não são planejados, sendo mesmo secundarizados. Por isso dissemos no início que esse tipo de planejamento é rudimentar, pois não vem embasado em qualquer princípio educativo explícito. O que o define é a necessidade de ocupar as crianças durante o tempo em que permanecem na instituição.

 Nesse sentido, quase não pode ser classificado como planejamento, uma vez que a intencionalidade do educador não está marcadamente definida considerando princípios educativos, muito embora exista por trás dessa prática uma concepção, mesmo que implícita, de criança e educação infantil. Poderíamos assinalar que a criança que aparece é uma criança passiva, sem particularidades ou necessidades específicas, que espera pelo atendimento do adulto, sem nada a dizer ou expressar. Por outro lado, a instituição de educação infantil revela se como espaço de cuidados ou, como diria Khulmann Jr, como um espaço de educação assistencialista, onde a educação oferecida à criança é de baixa qualidade, mais moral que intelectual. Podemos associar, aqui, uma prática da instituição como guarda ou depósito de criança, enquanto os pais estão trabalhando. Ou seja, as atividades previstas estão planejadas de acordo com o tempo e não com o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças.

Em termos de concepção de educação infantil, poderíamos perceber tal perspectiva dentro da chamada “função guardiã” atribuida às primeiras instituições pré-escolares. Nos dias de hoje, esse tipo de organização de planejamento, ou mais especificamente, essa preocupação dos educadores em preencher o tempo das crianças com atividades fica evidenciada, por exemplo, em cursos de formação, em que os educadores, “cansados de cursos teóricos”, reivindicam sugestões de atividades, idéias, novidades para realizar com as crianças.

O planejamento baseado em datas comemorativas

Nessa perspectiva, o planejamento da prática cotidiana é direcionado pelo calendário. A programação é organizada considerando algumas datas, tidas como importantes do ponto de vista do adulto. Também aqui são listadas várias atividades, só que as mesmas se referem a uma data específica, a uma comemoração escolhida pelo calendário. Assim, ao longo do ano seriam realizada atividades referentes ao Carnaval, ao Dia de Tiradentes, ao Descobrimento do Brasil, ao Dia do Índio, à Páscoa, ao Dia do Trabalho, ao Dia das mães, e assim por diante, conforme as escolhas da instituição ou do educador, segundo o que ele julgue relevante para as crianças, ou conforme seja possível desdobrar em atividades para realizar com as crianças. Por exemplo:

Dia do Índio – atividades: música do índio e imitação, confecção do cocar do índio (com cartolina), dançar e cantar como índio, pintar desenho do índio, recortar figuras do índio. Qual o critério para a escolha das datas a serem trabalhadas em atividades pedagógicas? Que concepção de história perpassa tais escolhas? Poderíamos dizer que o trabalho com as datas comemorativas baseia-se numa história tomada como única e verdadeira: a história dos heróis, dos vencedores. História que, na verdade, privilegia uma visão ou concepção dominante em detrimento de tantas possíveis, ignorando e omitindo, na maioria das vezes, as diferentes facetas da realidade. Por isso, a escolha é sempre ideológica, pois algumas datas são comemoradas e outras não. Além disso, quem também lucra com as datas comemorativas é o comércio, que aproveita os “dias de “ para vender suas mercadorias, fazendo-nos crer que as pessoas e coisas só merecem ser lembradas uma vez por ano e não diáriamente como de fato deveriam.

 A marca do trabalho com as datas comemorativas é a fragmentação dos conhecimentos, pois em determinada semana os professores trabalham o início da primavera, na outra já entram com o Dia da Criança, tudo isso trabalhado superficialmente e de forma descontextualizada.

Na mesma direção, podemos perceber a elaboração ou proposição de “trabalhinhos” “lembrancinhas”, dancinhas, teatros geralmente destituídos de reflexão, por parte do educador, que em momento algum pára para pensar no significado disso tudo para as crianças, se está sendo “gratificante”, enriquecedor para elas. O educador acaba sendo um repetidor, pois todos os anos a mesma experiência se repete, uma vez que as datas se repetem. Talvez uma atividade aqui outra lai, um ou outro trabalhinho seja renovado, mas o pano de fundo é o mesmo.

Em relação às implicações pedagógicas, essa perspectiva torna-se tediosa na medida em que é cumprida ano a ano, o que não amplia o repertório cultural da criança. Massifica e empobrece o conhecimento, além de menosprezar a capacidade da criança de ir além daquele conhecimento fragmentado e infantilizado. Quem disse que 1º de Maio é Dia do Trabalho? Há razões para se comemorar este fardo (???)?

 Em questão de data, não seria relevante falar sobre o dia do trabalhador, revelando o sujeito que está por trás da atividade produtiva? Por que é comemorado o Dia de Tiradentes e não se comemora o Dia de Zumbi, que aliás sequer consta do calendário comum? E a semana da Pátria? Que pátria é essa, de fome e miséria, desemprego e desmandos políticos? O que é o Brasil, o que é ser brasileiro, hoje? Além de todas essas considerações, é possível perceber no planejamento baseado em datas comemorativas a mesma problemática da modalidade anterior. Ou seja, o planejamento acaba sendo planejamento de atividades, a organização prevê listagem de atividades, mesmo que, aparentemente, pareça estar articulando atividades de um mesmo assunto ou tema, no caso a data escolhida para ser trabalhada.

A articulação é aparente justamente porque não amplia o campo de conhecimento para as crianças, uma vez que as datas fecham-se em si mesmas, funcionando mais como pretexto para desenvolver esta ou aquela atividade ou habilidade. Se na perspectiva anterior a listagem era: modelagem com argila, recorte-colagem, pinta de desenho mimeografado, na perspectiva das datas comemorativas teríamos, por exemplo, no Dia do Índio, modelagem da “casa” do índio, com argila, recorte-colagem de figuras de índios ou do que eles comem, pintura de desenho de índio mimeografado. “Ah! Mas na sociedade todos falam, todos comemoram essas datas!” As crianças vêm prá creche falando… “ É certo que as crianças trazem para a creche o que vivem, ouvem e vêem fora dela. Mas será argumento suficiente essa evidência? Qual o papel da instituição de educação infantil, repetir/reproduzir o que circula na sociedade em geral ou discutir e questionar os conteúdos e vivências que trazem as crianças? É apenas “respeitar” a realidade imediata da criança, ou ampliar sua visão de mundo? É discutir e negociar significados ou legitimar um sentido único, veiculado nas práticas comemorativas de consumo?

Planejamento baseado em aspectos do desenvolvimento

O planejamento por áreas de desenvolvimento revela uma preocupação com os aspectos que englobam o desenvolvimento infantil. Nessa direção, várias são as áreas contempladas, sendo mais comum a indicação dos aspectos físico-motor, afetivo, social e cognitivo. Nessa perspectiva nota-se a preocupação em caracterizar a criança pequena, dentro dos parâmetros da psicologia do desenvolvimento, o que indica uma preocupação com as especificidades da criança de zero a seis anos. O planejamento, então, toma tais características e aspectos para determinar objetivos a partir dos quais serão organizadas atividades que estimulem as crianças naquelas áreas consideradas importantes. Por exemplo:

Desenvolvimento afetivo – Objetivos: estimular a criatividade; estimular a motivação; estimular a curiosidade.

Atividades: 1) Artes Plásticas (desenho, pintura, construção com sucata, recorte e colagem etc.); Música: 3) Dramatizações 4) Histórias

Assim, dentro desse quadro e com base nesses objetivos definidos para cada área de desenvolvimento infantil, o educador planeja seu dia-a-dia, especificando, no caso citado acima, que música, que história, que dramatização, que atividade de artes plásticas vai propor. Essa perspectiva de planejamento, se, por um lado, parece considerar particularidades do desenvolvimento infatil, acaba por secundarizar ou mesmo desconsiderar questões relacionadas à construção do conhecimento, à aprendizagem. Por outro lado, a delimitação de áres de desenvolvimento para orientar o planejamento parte, geralmente, de uma referência geral e universal de desenvolvimento, tomado como regra ou como padrão de normalidade para toda e qualquer criança. Ao estabelecer tal referência na universalidade, toma por certo a existência de uma criança ideal e, por isso, não leva em conta a criança real, concreta, historicamente situada, com características diferenciadas, determinadas pelo seu contexto ou origem sociocultural.

Esse tipo de planejamento representa, sem dúvida, um avanço se comparado às modalidades apresentadas anteriormente, principalmente porque coloca como ponto de partida a criança, o seu desenvolvimento. Só que… é um desenvolvimento ideal, de uma criança também ideal… como já fiz notar. Da mesma forma, se o curso do desenvolvimento infantil é considerado critério primeiro (e único) para a ação educativa com crianças de zero a seis anos, aspectos sociais e políticos são minimizados. Poderíamos dizer que, em termos de tendências presentes na educação infantil, essa proposta de planejamento situa-se no campo da “pré-escola com objetivos em si mesma”, uma vez que privilegia o desenvolvimento da criança na fase em que se encontra não apontando qualquer articulação com as fases posteriores. Ou melhor, o desenvolvimento pretendido encerra-se ou fica circunscrito no período pré-escolar, sem menção a conteúdos, habilidades ou outros aspectos ligados à escola de ensino fundamental. Este ponto, aliás, servirá de crítica para outras proposições que, ao contrário desta, vão colocar em evidência a criança no processo de aprendizagem e os conhecimentos socialmente produzidos, buscando articular educação infantil e escola primária.

Planejamento baseado em temas (tema integrador, tema gerador, centros de interesse, unidades de experiência)

Neste tipo de planejamento, o “tema” é o desencadeador ou gerador de atividades propostas às crianças. O “tema” busca articular as diversas atividades desenvolvidas no cotidiano educativo, funcionando como uma espécie de eixo condutor do trabalho.

No trabalho organizado com base em “temas”, pode-se visualizar a preocupação com o interesse da criança, colocando-se em foco suas necessidades e perguntas. Os temas escolhidos pelo professor, sugeridos pelas crianças ou surgidos de situações particulares e significativas vivenciadas pelo grupo indicam o trabalho a ser desenvolvido. Nesta direção, além da preocupação em trabalhar aspectos que façam parte da realidade da criança, são delimitados conteúdos considerados significativos para a aprendizagem dos alunos. Em regra, é significativo todo aquele conteúdo e/ou conhecimento que faz parte da realidade imediata do aluno.

 A delimitação do “tema” seria o primeiro procedimento a ser tomado para, em seguida, prever que atividades poderiam ser desenvolvidas com base nesse “tema” delimitado. Geralmente esse tipo de organização prévê, para seu encaminhamento, uma sequência de atividades para a semana, relacionadas ao estudo do “tema” em questão, como por exemplo: atividades sobre o circo, os animais, o bairro, a família, etc, com sentido de continuidade entre elas. Dessa forma, as propostas não ficariam soltas nem seriam desenvolvidas por elas mesmas, para “ocupar” o tempo das crianças na instituição de educação infatil. Na proposição de atividades motivadas pela temática escolhida, haveria uma intencionalidade explícita, tanto na articulação entre todas as atividades planejadas como nos conhecimentos envolvidos.

O que percebemos na prática dos educadores, entretanto, é que a escolha do tema acaba sendo um pretexto para a listagem de atividades. Ou, de outro modo, como já testemunhei, muitas vezes o tema transforma-se numa verdadeira “camisa-de-força” imposta pela coordenação de uma instituição a todos os educadores: dos bebês às crianças de seis anos, mês a mês são escolhidos os mesmos temas para planejamento. Os acontecimentos do mundo que rodeia a criança também podem virar temas geradores de atividades.

Os aspectos sociais e culturais que dizem respeito á vida em sociedade são particularmente importantes e deveriam ser contemplados. Assim, na época em que o fenômeno chamado “El Nino” esteve em pauta na sociedade, não raro vimos o tema ser trabalhado com as crianças, em creches e pré-escolas. Seria “El Nino” uma problemática significativa para as crianças pequenas, para uma creche inteira, ao mesmo tempo? Cabe, então, a pergunta: o que é significativo para as crianças de dois anos é igualmente significativo para as crianças maiores? O que interessa às crianças em diferentes idades? Se, por um lado, a perspectiva centrada na delimitação de temas que desencadeiem atividades educativas parece estar imbuída de intencionalidade pedagógica, representando um avanço em termos de encaminhamento do trabalho na educação infantil, reforçando seu caráter pedagógico, por outro lado parece criar uma falsa articulação de todo o trabalho. Isso porque, sob o pretexto de uma certa temática, as atividades desenvolvidas podem se repetir mecanicamente. Explico. Com o tema “O Circo” visita-se um circo, conta-se história de circo, dramatizam-se as personagens, desenha-se, compõe-se texto coletivo sobre o circo etc; com o tema “O bairro”, visita-se um bairro conta-se história do bairro, dramatizam-se as profissões existentes no bairro, desenha-se o bairro, compõe-se texto coletivo sobre o bairro etc.

 Parece que a preocupação primeira é ainda a realização da atividade e não os conhecimentos envolvidos, o questionamento da criança, sua pesquisa e exploração. Toma-se o tema como uma fôrma, dentro da qual um ou outro ingrediente pode ser trocado, mas o produto vai sair do mesmo jeitinho, sob o controle do formador.

Planejamento baseado em conteúdos organizados por áreas de conhecimento

Uma tendência bastante evidente nos últimos anos é a que contempla conteúdos organizados por áreas de conhecimento. Vários currículos para a educação infantil, marcadamente em fins dos anos 80 e início dos anos 90, trazem consigo essa marca de planejamento que, podemos dizer, se relaciona claramente com a defesa da pré-escola como espaço pedagógico e, portanto, lugar de conhecimento. Nesta perspectiva, a pré-escola deve contribuir com a universalidade de conhecimentos socialmente acumulados, pois ao mesmo tempo em que a criança se desenvolve, está adquirindo e também produzindo novos conhecimentos.       

Na defesa do “espaço de aprendizagem”, pode-se visualizar nesta perspectiva a busca de articulação com o ensino posterior, oferecido nas séries iniciais do ensino fundamental. O canal de articulação é aqui o conhecimento socialmente produzido e historicamente acumulado pela humanidade.

De um modo geral, o planejamento que segue essas orientações segue apontando noções a serem trabalhadas na pré-escola, contemplando conteúdos básicos das quatro grandes áreas de conhecimento: língua portuguesa, matemática, ciências sociais e ciências naturais. A entrada em cena das “áreas de conhecimento” trouxe maior consistência para o trabalho com os temas, uma vez que as atividades previstas, a partir da delimitação de qualquer tema,deveriam “pertencer” a tais áreas, articulando-as.

Os conteúdos decorrentes da língua portuguesa, da matemática, das ciências sociais e naturais dariam o norte para um trabalho intencional com a criança de quatro a seis anos, de modo a favorecer a ampliação de seus conhecimentos. Parecia ter-se chegado, enfim, ao tão propalado, defendido e almejado caráter pedagógico da pré-escola, superando  o simples guardar ou desenvolver as potencialidades das crianças.

Socializar os conhecimentos produzidos pela humanidade: essa era uma meta da pré-escola que estava sendo viabilizada por meio de uma proposta que incorporava no seu planejamento cotidiano o estudo de conteúdos pertencentes às diversas áreas do conhecimento. Foi um tempo em que defender o conhecimento explícito através de noções e conteúdos determinados significava romper com práticas assistencialistas, de guarda e cuidado.

 Em certa medida, a instituição de educação infantil virou escola, os educadores, professores e as crianças, alunos. Porém… nem tudo correu bem no cotidiano da educação infantil, com essa direção empreendida. A realidade continuou a questionar: e os bebês? Como ensinar matemática e ciências aos bebês? E agora, é escola mesmo? O caráter das perguntas que eram levantadas por muitos educadores revelava que algo nas propostas “conteudistas” não estava indo bem. E não era no “modo de fazer” mas nos próprios “ingredientes”. Questionaram-se nesse encaminhamento o tal caráter pedagógico e a especificidade da educação infatil (localizada entre a casa e a escola). Esse ponto, associado à não-inclusão dos bebês nas propostas, suscitou a crítica e a continuação da indagação: como planejar? Agora traduzido em: o que considerar nesse planejamento?

Da crítica às possibilidades do compromisso à prática: Repensando o planejamento do trabalho na educação infantil, incluindo os bebês!

Qualquer análise das tendências recortadas aqui não pode deixar de ressaltar um aspecto evidente: as propostas de planejamento encaminham o trabalho com as crianças maiores, entre quatro e seis anos. E para as menores? Essa é uma pergunta que, por si só, serve para questionar a viabilidade de tais propostas. É uma pergunta que está na base dos questionamentos que hoje em dia vêm fazendo os educadores que trabalham em instituições do tipo creche, com crianças entre zero e três anos de idade. Que direção imprimir ao trabalho? O que considerar no planejamento? Como organizá-lo? Velhas questões colocadas lá no início, que acompanham o educador em busca da qualidade de seu fazer educativo, de profissional da educação infantil.

Mesmo procurando associar os tipos de planejamento citados anteriormente com uma determinada visão de educação infantil, explicitando seus fundamentos, fico tentada a perguntar se qualquer uma das perspectivas, no limite, não poderia ter sucesso. (Não, não, nada disso! É apenas uma provocação…) Mas, é preciso destacar, penso que qualquer proposta de planejamento, na ação, vai depender, em muito, do educador: do compromisso que tem com sua profissão, do respeito que tem para com o grupo de crianças, das informações de que dispõe, da formação que possui, das relações que estabelece com o conhecimento, dos valores nos quais acredita etc… pois, de modo geral, como já indiquei, vejo o planejamento como atitude.

O planejamento não é bom ou ruim em si. Tomado como intenção, está submetido à direção que lhe imprimem. Não adianta ter um “planejamento bem planejado”, se o educador não constrói uma relação de respeito e afetividade com as crianças; se ele toma as atividades previstas como momentos didáticos, formais, burocráticos; se ele apenas age/atua, mas não interage/partilha da aventura que é a construção do conhecimento para o ser humano.

 Para mim, elaborar um “planejamento bem planejado” no espaço da educação infantil significa entrar na relação com as crianças (e não com os alunos!), mergulhar na aventura em busca do desconhecido, construir a identidade de grupo junto com as crianças.

Assim, mais do que conteúdos da matemática, da língua portuguesa e das ciências, o planejamento na educação infantil é essencialmente linguagem, formas de expressão e leitura do mundo que nos rodeia e que nos causa espanto e paixão por desvendá-lo, formulando perguntas e convivendo com a dúvida.

Trabalhando com metodologia e prática de ensino da educação infantil (para o curso de Pedagogia), essas preocupações estão sempre colocadas (que orientação dar às estagiárias?) e acredito que a sistematização aqui apresentada, como reflexão, foi também uma tentativa de construir um quadro da nossa história, dos momentos pelos quais passamos na defesa da educação das crianças pequenas. De modo geral, muitas das práticas aqui reunidas e comentadas forma, em momentos determinados, ideários do curso de Pedagogia. Vendo e revendo as perspectivas adotadas, as experiências realizadas, concluo que hoje um dos grandes desafios é pensar a educação de crianças de zero a seis anos de forma articulada, lançando luzes mais fortes sobre a prática desenvolvida com crianças de zero a três anos. Com esse desafio, no espaço dos estágios, temos discutido possíveis caminhos. Em l997 um grupo de estagiárias elaborou seu projeto de estágio abordando a questão dos instrumentos metodológicos do educador: o planejamento, articulado ao registro e à avaliação.

O projeto, com o instigante e sugestivo título “Três cabeças que não se entendem passam fome de tanto pensar… Reflexões sobre planejamento, registro e avaliação”, reunia preocupações, dúvidas e reflexões de estagiárias e profissionais da instituição de educação infantil na qual se realizava o estágio. Muitas dessas discussões ganharam também o espaço de nossas aulas e, num crescente processo de busca, fomos ensaiando propostas de planejamento que contemplassem o que considerávamos objetivos indissociáveis (cuidar e educar) e que pudessem oferecer uma referência, um chão para o educador que atua com grupos de crianças menores de três anos encaminhar seu trabalho.

A proposta que íamos construindo na discussão – e que depois experimentamos – fundou-se na análise das perspectivas (apresentadas anteriormente) que conhecíamos e que praticamos no curso de nossa experiência de educadores (minha e das alunas, muitas delas já educadoras atuantes). Marcadamente, baseou-se na constatação de que tais propostas de planejamento “não davam conta” da especificidade da educação infantil, principalmente por não incluírem a creche, os bebês.

 A partir dessa constatação, alguns aspectos foram sendo pontuados e discutidos, entre eles a idéia, muito presente, de se planejar a “hora da atividade”. Será que o planejamento na educação infantil compreende somente a chamada “hora da atividade”, momento pedagógico por excelência? Se assim fosse, pobres bebês, não poderiam desfrutar dessa hora! Afinal, o que se pode fazer com eles, em meio a tanto choro, fraldas, banhos, mamadeiras, colos, sonos? “Nem falam, nem andam, completamente dependentes… Não há muito o que fazer com eles, ou melhor, não dá para fazer “atividade pedagógica, só cuidar…” reclamam alguns educadores. Essa reclamação revela, justamente, a especificidade da educação infantil. O que parece problema, para lidar com os bebês, é característica primeira da instituição que os atende: prover-lhes cuidado e educação. Ora! O caráter pedagógico está marcando e envolvendo todo o cotidiano, pois hoje sabemos, “ao atender o bebê, o adulto não apenas lhe dá cuidado físico mas o insere no mundo simbólico de sua cultura ao interpretar suas expressões, gestos, posturas” (Oliveira et alii 1992).

 Na mesma direção podemos afirmar, como indicou Machado (1996,) que o pedagógico não está na atividade em si, mas na postura do educador, uma vez que “não é a atividade em si que ensina, mas a possibilidade de interagir, de trocar experiências e partilhar significados é que possibilita às crianças o acesso a novos conhecimentos”.

O pedagógico, então, não está relacionado somente àquelas atividades coordenadas ou dirigidas pelo educador, realizadas geralmente na mesa, com todas as crianças, envolvendo materiais específicos – em regra papel, lápis, caneta… -, e que resultam num produto “observável”. O pedagógico também envolve o que se passa nas trocas afetivas, em todos os momentos do cotidiano com as crianças; perpassa todas as ações: limpar, lavar, trocar, alimentar, dormir. De que forma são realizadas essas ações? Isso conta muito na definição do que é pedagógico! Enfim, o pedagógico envolve cuidado e educação, os tais objetivos colocados hoje, claramente, para a instituição de educação infantil (Ostetto 1997).

Neste contexto, na instituição de educação infantil deve haver espaço para as diversas linguagens e para a brincadeira. Aliás, ao falarmos em planejamento, é bem oportuno perguntar: quanto temos brincado com as crianças? Ensinamos as crianças a brincar? Permitimos que brinquem? Ajudamos o grupo de criança a estruturar repertórios que enriqueçam suas brincadeiras? Há, enfim, espaço para a criança de brincadeiras, nas nossas salas, nos diversos ambientes da instituição em que trabalhamos com as crianças? Como garantir essa articulação? Como garantir a especificidade dessa instituição? E a linguagem? O que temos feito dela em nossas salas de trabalho? Quantas formas de expressão ganham lugar no dia-a-dia com a criança? Há espaço para a diversidade de dizeres e saberes das crianças? Há espaço para as cores do arco-íris ou para azuis e amarelos, somente? Pode rabisco? E sol com olhos e boca? E boneco sem braço? E árvore vermelha? Pode cantar, correr, movimentar-se? E ouvir histórias? E recitar poesias? E narrar coisas vividas? Quantas linguagens estão presentes em nosso grupo? Cem? Uma? Quantas (Ostetto 1997)

Certamente, muito do caráter educativo-pedagógico passa por tais vivências: de interações, linguagens múltiplas e brincadeiras. Aspectos que, muitas vezes, estão adormecidos no adulto, ou esquecidos nos passados (longínquos…?) anos da infância. São dimensões que precisam ser resgatadas no adulto-profissional da educação infantil que constrói e reconstrõi sua competência dia a dia; que busca uma ação intencional, voltada ao atendimento de qualidade para a criança pequena, articulando necessidades vitais para o seu crescimento, garantindo cuidado e educação no planejamento do cotidiano.

Tendo no horizonte esses entendimentos e questionamentos, na tentativa de romper com a tão enraizada “hora da atividade”, fomos ampliando a compreensão do cotidiano educativo, concordando que (…) a atividade educativa da creche não ocorre apenas em momentos especialmente planejados para tal, o horário das “atividades pedagógicas”, mesmo que tais atividades já tenham sua concepção ampliada e modificada para incluir as brincadeiras e os passeios das crianças ou a confecção de um bolo por estas etc.

 A atividade educativa da creche também inclui o que se passa nas trocas afetivas entre adultos e acrianças, durante o banho, às refeições, no horário de entrada e em outras situações. O educador e o bebe interagindo enquanto este está tomando banho, ou as crianças conversando durante o almoço, estão trocando experiências e significados, ampliando seu repertório de ações (Oliveira et alii 1992) Fomos construindo o conceito de “situações significativas”, ampliando o de simples atividade que estaria contida nas situações significativas.

Chegamos à conclusão de que planejar na educação infantil é planejar um contexto educativo, envolvendo atividades e situações desafiadoras e significantes que favoreçam a exploração, a descoberta e a apropriação de conhecimento sobre o mundo físico e social. Ou seja, nesta direção o planejamento estaria prevendo situações significativas que viabilizem experiências das crianças com o mundo físico e social, em torno das quais se estruturem interações qualitativas entre adultos e crianças, entre crianças e crianças, e entre crianças e objetos/mundo físico.

Nessa perspectiva, outro ponto que passamos a incluir foi a previsão do espaço. Embora se diga que planejar implica pensar também “onde” e “quando vai se desenvolver uma ação, esse aspecto não era previsto comumente pelos educadores e por nós. Então passamos a explicitá-lo como elemento fundamental do planejamento. Como perceber as situações significativas? O ponto de partida é a observação das crianças: o que buscam saber sobre o mundo à sua volta, quais suas preocupações e que perguntas estão fazendo num dado momento? Afinal: para onde está direcionada a curiosidade das crianças? É necessário, pois, olhar a criança, as diferentes crianças, os movimentos do grupo. É urgente ouvir suas perguntas: no choro, no balbucio, no gesto, na palavra, na ação. A escuta é disponibilidade ao outro e a tudo que ele tem a dizer. E mais: a escuta torna-se hoje, o verbo mais importante para e pensar e direcionar a prática educativa.

Nas palavras de Carla Rinaldi (1995): Se a criança é portadora de teoria, interpretações, perguntas, e é co-protagonista do processo de construção do conhecimento, o verbo mais importante que guia a ação educativa não é mais falar, explicar, transmitir, mas escutar. A escuta é disponibilidade ao outro e a tudo quanto ele tem a dizer; é escuta das cem e mais linguagens, com todos os sentidos. É um verbo ativo, pois, como sabemos, não é só registro mas interpretação de mensagem: a mensagem ganha sentido e significado no momento em que aquele que a escuta lhe dá acolhida e valorização. É ainda um verbo recíproco: legítima o outro porque a comunicação é um dos modos fundamentais de dar forma ao pensamento, e ao ato comunicativo que se realiza através da escuta produz significativas e recíprocas mudanças, seguramente enriquecedoras, para os participantes desta forma de troca.

A reflexão levantada pela educadora italiana é extremamente pertinente e nos ajuda a pensar os caminhos do trabalho pedagógico, intencional e de qualidade, no âmbito da educação infantil. Ao ressaltar o verbo “escutar” como guia da ação educativa, creio que ela demarca uma das dificuldades que enfrentam os educadores nessa área, ao discutirem e apontarem dificuldades no planejamento. Ou seja: o problema não está na forma, no modelo de planejamento, como já discutimos ao longo do texto, mas reside no olhar a criança real, para conhecê-la e traçar projetos. Não seria esse um dos entraves do educador: a disposição para olhar e ouvir as crianças? Não seria esse um dos medos do educador: olhar e não ver? Nesse aspecto podemos fazer relação com o que dizíamos lá atrás: planejamento é essencialmente atitude. Então, questionaríamos; que atitude temos empreendido diante da necessidade de olhar e ouvir as crianças, a realidade, o mundo? “Não fomos educados para olhar o mundo, a realidade, nós mesmos.

Nosso olhar cristalizado nos estereótipos produziu em nós paralisia, fatalismo, cegueira”, diz-nos Weffort (1995). Assim, não raro, para organizar o cotidiano educativo recorremos ao modelo, ao idela, á “criança do livro”, e então produzimos uma relação e um conhecimento didatizados, burocratizados, fechados às múltiplas vozes e linguagens. Se não miramos com os olhos direcionados, fixados nas crianças, nos seus movimentos, gestos, expressões, o olhar se perde e vai parar… na “atividade”! De um ponto interno (nosso olhar), vamos par o externo (proposta de atividades) e então vagamos a buscar quem possa dar-nos respostas ao já famigerado planejamento… acontece de os educadores ficarem reféns de um livro, de uma cartilha, de um método, de uma teoria, de algum argumento de autoridade pronunciado por um especialista. E então? É urgente educarmos os ouvidos.

Reaprender a olhar é preciso! Essa é uma das principais dificuldades que devem ser enfrentadas para que o educador pegue nas mãos o seu fazer, faça sua história, construa sua experiência, considerando que “a observação é a ferramenta básica neste aprendizado da construção do olhar sensível e pensante” (Weffort 1995) e, por consequência, neste aprendizado de projetar o cotidiano.

Partindo dessas questões e desses fundamentos, e constituindo como eixos de trabalho com as crianças de zero a seis anos em instituições educativas, a interação, a linguagem e a brincadeira, chegamos a uma proposta de experimentarmos na prática, tentando, encaminhando, avaliando sua coerência e funcionalidade para o educador. A proposição caminhava na direção de se elaborar “projetos de trabalho”, em que o ponto de partida fosse a leitura do grupo, aquele olhar atento de que falei há pouco. Por que “projetos de trabalho”? Primeiro porque projeto traz uma idéia de horizonte, de perspectiva, de linhas gerais que podem, no processo, receber melhores contornos, maiores definições. Segundo, porque em seus elementos poderia incluir o trabalho com qualquer grupo de crianças, sendo para cada grupo um específico e único projeto, articulando-se somente em princípios e itens gerais. Tanto para os bebês como para as crianças maiores, o projeto seria viável considerando, entretanto, conteúdos diferenciados, conforme as próprias características de tais idades. Tal projeto de trabalho pode nascer de qualquer situação acontecida no grupo, desde que a educadora a julgue importante para favorecer a produção e a construção do conhecimento das crianças. Assim, a observação das crianças feita pelo educador pode ser considerada o grande impulso para o planejamento por projetos, por deixar de lado o “didatismo”, privilegiando o olhar da criança, o que ela pede ou questiona.

Essa “leitura do grupo” deve considerar as características da faixa etária, o contexto socioeconômico e cultura, bem como a dinâmica do grupo. (Souto-Maior 1997). O projeto de trabalho, elaborado com base na observação dos movimentos do grupo, procurando identificar seus interesses, vai se estruturando com a delimitação de: nome, justificativa, objetivo geral, assuntos-atividades-situações significativas, fontes de consulta, recursos, tempo previsto. O nome indica a direção, o horizonte tomado para o trabalho. A justificativa deve contemplar um histórico co projeto: como surgiu, por que foi escolhidos, oferecendo também um retrato do grupo, pois, como já ressaltamos, o projeto é elaborado essencialmente por meio da leitura do grupo.

Dessa forma, a justificativa revela a leitura do educador sobre o grupo no qual está inserido, permitindo visualizar a história e os caminhos já percorridos por ele. O objetivo geral traça o horizonte pretendido, apenas visualizado em seu nome. É um esboço ou direção do caminho que o educador pretende trilhar com as crianças, na aventura do conhecimento. Importante dizer que esses objetivos não são aqueles conhecidos objetivos instrucionais, comportamentais, tão ao gosto dos tecnicistas. Refere-se ao “para que” do trabalho que está sendo proposto e, portanto, os objetivos também podem contemplar perguntas, questionamentos, hipóteses do educador.

O item assuntos-atividades-situações significativos refere-se ao “o que“ fazer e trabalhar relacionado a objetivos e justificativas. Aqui o educador delineia, a partir de uma séria e intensa pesquisa, as possibilidades de trabalho, os assuntos a serem estudados, as situações a serem propostas, as atividades a serem realizadas. Note-se que falamos de assuntos-atividades-situações significativas de modo conjunto, sem hierarquizar, sem isolar umas e outras. Falamos assim no sentido de desmistificar o planejamento como o assunto, o tema, o conteúdo exclusivamente a ser trabalhado. Ou seja, ao tratarmos dos bebês não poderemos falar de “assunto” a ser estudado, a menos que falemos de uma caricatura de assunto, muito embora em diferentes situações e atividades previstas, os bebês estarão construindo conhecimento de si e do mundo. Não aquele conhecimento identificado como conteúdo, como assunto, como tema, aspectos comumente circunscritos às áreas de conhecimento classificadas como pertencentes ao âmbito escolar.

Elaborar um projeto pressupõe pesquisa, como já ressaltamos. É importante que o educador indique as fontes de consultas das quais se utiliza para construir e desenvolver o projeto. Da mesma forma, é preciso rever os recursos de que vai necessitar para viabilizar a realização do projeto. De que adianta prever um passeio se não há possibilidade de realizá-lo? Ou, de que vale sugerir que se leia um determinado livro ou que se assista a uma certa fita de vídeo se um ou outro não existem na instituição ou estão longe de ser viáveis? Não adianta, por exemplo, listar uma atividade de pintura com guache, se naquele momento a instituição não dispõe do material. Planejar sim, mas contando com a real potência de sua realização. Por isso, mais uma vez, a pesquisa é fundamental. Não posso deixar para o dia tal a averiguação da possibilidade ou existência desse ou daquele material de que vou necessitar para encaminhar meu planejamento.

Dessa forma o educador cuida para não cair na improvisação e sim para guardar coerência entre o proposto e o viável. Por último o educador, analisando os objetivos e os procedimentos, deve estabelecer um tempo para o desenvolvimento do projeto. É importante assinalar o tempo previsto não necessariamente será o tempo real, pois aqui entra a flexibilidade do planejamento, na dinâmica do dia-a-dia, com a avaliação constante do processo. Desse projeto, portanto, o educador vai retirando os elementos e as questões para o planejamento semanal e diário. Tendo alicerçado seu trabalho num projeto claro, documentado, com objetivos explícitos, com pesquisa realizada, avaliação de viabilidade, em termos de plano para o dia-a-dia, o educador poderá formular como quiser, como melhor lhe servir. Como fiz notar anteriormente, creio que a forma de colocar os itens no dia-a-dia, se decorrente de um projeto articulado, geral, pode receber a feição particular de cada educador. Apenas tem que ser funcional, tem que lhe ajudar, efetivamente, na orientação do seu fazer pedagógico cotidiano. No caso de nossa experiência, na orientaçao de estágio, propúnhamos uma organização que previa os seguintes itens: situações significativas, organização do espaço, recursos, registro, avaliação. O planejamento compreendido na ação: prever, fazer, registrar e avaliar, para então seguir planejando-replanejando de acordo com o movimento, os desejos e as necessidades do grupo. O planejamento compreendendo a atitude crítica de cada educador diante de sua prática.

O planejamento como proposta que contém uma aposta, um roteiro de viagem em que, a cada porto, incorporam-se novas perspectivas, novos roteiros, rumo a novas aventuras. O importante é exercitar o olhar atento, o escutar comprometido dos desejos e necessidades do grupo revelados em seus gestos, falas, expressões, em suas linguagens, enfim. O planejamento não é ponto de chegada, mas ponto de partida ou “portos de passagens”, permitindo ir mais e mais além, no ritmo da relação que se construir com o grupo de crianças.

 

Bibliografia

 

Cavalcante, Zelia – A história de uma classe

Fusari, José Cerchi – O planejamento do trabalho pedagógico: Algumas indagações e tentativas de respostas

Khulmann Jr, Moyses – Instituições pré-escolares assistencialistas no Brasil

Kramer, Sonia – Com a pré-escola nas mãos

Kramer, Sonia e Abramovay, Miriam – O rei está nu: Um debate sobre as funções da pré-escola

 

6.2.11

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OLÁ, MENINAS! TEM UM TEMPINHO QUE NÃO PASSO POR AQUI, NÃO É? MAS COMO VOCÊS SABEM, ESTE ERA O BLOG DA CRECHE EM QUE EU TRABALHAVA, MAS ELA NÃO ESTÁ MAIS EM FUNCINAMENTO, POR ISSO, VOU FICAR COM  O BLOG E  TALVEZ MUDE DE NOME NÃO SEI AINDA.

POR ENQUANTO, VOU POSTAR ALGUMAS COISAS QUE PEDIRAM PARA AJUDAR VOCÊS NESTE INÍCIO DE PERÍODO LETIVO QUE SEI BEM QUE É MUITO CORRIDO COM PLANOS DE AULAS (DEVO DIZER QE NÃO MANDO PARA NINGUÉM ATIVIDADES POR E-MAIL, NÃO QUE EU NÃO QUEIRA, MAS SE E FOR ATENDER A TODAS NÃO TEREI TEMPO PARA MAIS NADA).

NO MOMENTO NÃO ESTOU TRABALHANDO COM CRECHE, SOMENTE COM ENSINO FUNDAMENTAL E TTORIA DE PEDAGOGIA, MAS NAS MINHA ANDANÇAS ENCONTREI MUITO MAERIAL PARA AJUDAR VOCÊS QUE POSTAREI AQUI COM O DEVIDO CRÉDITO DAS AUTORAS, OK!

ENTÃO ESTAS SÃO AS  PRIMEIRAS ATIVIDADES QUE ENCONTREI NO BLOG PARTILHANDO IDÉIAS, SÃO ATIVIDADES COM MEU JEITO DE PLANEJAR, POR ISSO, ESTÃO AQUI NESTE ESPAÇO. USEM E DEPOIS PASSEM AQI PARA DIZER COMO FOI.

UM ABRAÇO A TODAS E UM EXCELENTE PERÍODO ESCOLAR!


ATIVIDADES PARA BERÇÁRIOS
Sugestões de atividades e estímulos para o berçário 

"O adulto precisa apresentar o mundo"
. Chocalho com garrafa peti, copo de iogurte, yakut…
. Saquinhos de cheiro feito com tnt algodão e vários aromas.
. Bolinhas de cheirinho feito com meia calça
. Caixa supresa, encapada e com um buraco para caber a mãozinha do bebê.
. Tampas de Nescau com figuras.
. Cds com figuras, furado e usado como móbile.
. Abrir uma caixa de papelão e fazer uma casa, ou um carro.
. Janelinhas das sensações.
. Cd com cantigas com voz de criança, músicas clássicas.
. Sagu com anelina dentro de peti, pode usar também gliter, lantejoula…
. Varal das sensações.
. Cestos dos tesouros.
. Pendulo com bola e elástico colado no teto.
. Soprar ( canudo grosso), fazer bolhas ensinar a criança a respirar pelo nariz( variar com gelatina colorida). 

Esconde-Esconde (para bebês)

Cadê o ursinho? Ele sumiu, mas não é para sempre. 
_ IDADE A partir de 6 meses. 
_ O QUE DESENVOLVE Noção de que as pessoas e os objetos continuam existindo mesmo quando saem do campo de visão. 
_ COMO BRINCAR Se esconda atrás de uma porta ou de algum objeto grande e chame o bebê, fazendo com que ele procure você. Apareça novamente. Cubra a sua cabeça com um pano e chame a criança pelo nome. Depois de alguns segundos, retire o pano. Esconda um objeto que o bebê goste, como um ursinho, e pergunte: "Cadê o ursinho? Onde ele está?" Incentive a criança a procurá-lo. Depois, mostre o objeto. Essa atividade ajuda a criança a compreender a ausência dos pais quando eles saem, por exemplo, para trabalhar.

Encaixes (para bebês)

Uma caixa dentro da outra e o bebê aprende o que é grande, pequeno, leve e pesado. 
_ IDADE A partir de 6 meses. 
_ O QUE DESENVOLVE Noção de tamanho e de peso. 
_ BRINQUEDO Caixas de papelão e potes plásticos de vários tamanhos e formatos. 
_ COMO BRINCAR Coloque um pote dentro do outro, mostrando que o menor cabe dentro do maior. Vire os potinhos de ponta-cabeça e coloque um sobre o outro até formar uma torre. Deixe a criança brincar à vontade com os potes e colocar as mãozinhas dentro deles. Quando ela pegar um pote sozinha ou dois deles (um dentro do outro), vai perceber a diferença de peso. 
Você pode fazer: Monte cubos de diferentes tamanhos com caixas de leite. Recorte o papelão e emende as laterais com fita crepe. Depois, pinte.

Cores (para bebês)

Blocos de espuma azuis e vermelhos… Um em cima do outro e, de repente, todos no chão!
_ IDADE A partir de 3 meses. 
_ O QUE DESENVOLVE Coordenação motora e a visão, que começa a ficar mais nítida a partir do terceiro mês. 
_ BRINQUEDO Blocos coloridos de espuma. 
_ COMO BRINCAR Movimente os blocos, coloque uns sobre os outros. 
Deixe a criança segurá-los e derrubá-los. 
_ ESTE VOCÊ FAZ Corte o fundo de duas garrafas PET transparentes e coloque papel crepom picado, de diferentes cores e tamanhos, dentro desses recipientes. 
Junte um ao outro com fita adesiva. Também é possível usar água, óleo e purpurina. Utilize vasilhames de diferentes tamanhos para que o bebê perceba que sua mão envolve o objeto de várias maneiras.

ATIVIDADES COM CRIANÇAS DE 2 a 3 ANOS

As crianças de 2 anos são muito alegres e quando possuem um lápis e um papel se divertem bastante.Nesta idade, porém os lápis devem ser estreitos. 
Em torno de 3 anos as crianças podem também apontar os lápis. Mas tome cuidado na hora de comprar os lápis e giz, de forma que não contenham elementos danosos para a saude. As crianças gostam de desenhar e pintar, como tambem mostrar suas criações para pais e conhecidos.
As tintas de dedo são as preferidos das maiorezinhas. Com as mãos sobre o papel estao prontas para pintar com muita alegria. Papéis mais grossos são os indicados, como também maiores. 
Gostam tambem de construir suas próprias casinhas. Feitas de caixa de papelão com portas e janelas de abrir e fechar. Os móveis também podem ser construídos com caixinhas. Elas mesmas podem pintá-las.

As crianças podem fazer colares de diversos materiais. Como modelar formas para pintá-las depois. 

No segundo ano de vida podem também começar a cantar. Cantem juntos! Elas aprendem rapidamente. 
De às crianças instrumentos musicais simples e fáceis de fazer manualmente. Esses podem ser uma tampa de panela, uma colher que proporciona ritmos como também os instrumentos ritmicos industrializados: xilofone, tambor, piano elétrico.

Desenvolvimento da fala

Com brinquedos simples o desenvolvimento das crianças pode ser estimulado. Pode-se sempre perguntar: “Onde está…?” com essa indagação feitas sobre diversos materiais e móveis existentes na sala, ou em um livro, você ajuda a elas a aprender o nome dos objetos de entorno e a conhecer o mundo à sua volta.
Sua 

Ainda que a criança não compreenda o sentido da palavra ela apreende o sentido da língua, coisas e relações observando e vivenciando.

Quando a criança observar uma máquina de lavar roupas, por ex., você pode esclarecê-la como você faz para lavar roupa. Ponha o sabão em pó, mostre que fecha a tampa, que liga a máquina, que depois a máquina enche de água, que ela bate a roupa, enche-se de espuma, etc.
Quando a máquina parar de funcionar, mostre à ela que a roupa está úmida e limpinha, que você agora irá dependurá-la para secar.
Wenn Ihr Kind Sie beim Füllen der Waschmaschine beobachtet, können Sie ihm erklären, dass Sie jetzt Waschpulver dazugeben und dann fließt das Wasser aus dem Schlauch in die Maschine, die Trommel dreht sich, dann bildet sich Schaum und die Wäsche wird sauber. .(weißt du) 

Como outra brincadeira , você pode apontar perguntar-lhe:- Aonde está seu nariz?
… Sua orelha… sua cabeça… seu braço… sua boca? E assim ela vai aprender brincando.

Nessa idade um bom brinquedo para a criança é um livro de capa e folhas duras. Ali elas podem folhear, sentir e você pode esclarece-las sobre cada figurinha que esteja ali.

Para que a linguagem se desenvolva converse com ela e deixe que ela tenha contato com outras crianças. Logo verá como falará mais e cada dia mais corretamente. Conte historinhas para elas. Gostarão de ouvir e pedirão que repita-as. Você verá que um dia elas já terã até mesmo decorado a estorinha e quando você a contar ela a irá complementar. 

Um bichinho de pelúcia, pano, uma bola colorida ou briquedos de plático de montar. Mostre como devem fazer e elas o farão.

ATIVIDADES CRIATIVAS COM CRIANÇAS PEQUENINAS até 4 anos


É muito importante, na primeira vez que que as crianças procurem trabalhar sozinhas, no entanto, sem que sejam forçadas a isso. Você, naturalmente precisa estar de olho nelas, pois gostam de por coisas na boca. Especialmente quando trabalharem com balões, algodão, jornais e peças pequeninas. Não espere uma super-produção ou que os trabalhos sejam perfeitos e com bom acabamento. 
Ao praticarem atividades criativas, cada vez mais exercitando a coordenação motora, você verá que elas irão aprimorando suas técnicas e resultado final do que criarem.
A repetição de atividades é também muito importante para as crianças. O que para um adulto pode parecer repetitivo, para as crianças é sempre uma aventura e encontram novidades para experenciar. 
Experimente, depois de duas semanas que apresentou determinada atividade, colocar à disposição das crianças o mesmo tipo de material que já aplicou anteriormente e verá quanto progresso elas demonstrarão realizar. 

Uma idéia para crianças que engatinham 
Se você sabe tricotar, faça uma luva, se não adquira uma e pregue nas extremidades de cada dedo um pequeno sininho! Você poderá também desenhar uma carinha nos dedos e se quiser mais costure lã que será o cabelinho das carinhas. Elas adorarão!

Aventuras para crianças pequeninas 
Um túnel para as crianças engatinharem por dentro pode ser feito com papelões grandes, cartolinas, diferentes tipos de tapetes, diferentes tipos de travesseiros e bolas, bóias de soprar ou animaizinhos, balões, colchas e almofadados. Experimente você primeiro mostrar para elas como devem agir para brincarem e elas aprenderão rápido. Engatinhar embaixo do túnel, brincar com balões, construir torres com travesseiros, etc.
Para o início a utilização de materiais em abundâncias talvez seja exagerada. Comece talvez com alguns papelões e depois ofereça-lhes apenas balões, etc. Uma brincadeira de cada vez.

Crianças exercitando-se na sala 
Preste atenção com as brincadeiras das crianças, é sempre bom ter um colchão de ginástica ou uma colcha almofadada para que as crianças possam brincar e exercitarem-se ali. 


Bacia ou piscina de plástico

Para cada grupo de crianças duas piscininhas de plástico seria o ideal. Você poderá enchê-la com balões de soprar (meio murchos para não estourarem), jornais (as crianças adoram rasgá-los), algodão (de boa qualidade- para sentarem-se em cima e sentirem a textura macia). Papéis manteiga fazem um barulho agradável de se ouvir, quando se é amassado. Observando-as sempre para que não engulam objetos indesejáveis.
No outono é possível encontrar materiais como: castanhas, folhas, que também podem estar nessa pequena piscina, para que as crianças entrem dentro e desenvolvam seus sentidos. 
Quando o tempo estiver quente, pode-se colocar essa piscina fora e enchê-la de água. Ponha dentro potinhos vazios de iogurte, colheres de plátstico, baldinhos e deixe-as brincar ali. Observando-as sempre.


Música com materiais de casa
Caixa de ovos, latas de bebida, colheres, pauzinhos ou hastes de madeira, etc. podem transformar-se em instrumentos musicais. Use a criatividade!
Enchendo objetos
Dê para as crianças diferentes latinhas, copos de iogurte vazios, papelões, garrafas de plástico, etc. Elas poderão encher esses objetos com areia, e no verão brincar fora ou também utilizando água. Comece você mesmo demonstrando como se pode construir uma torre, uma montanha, etc com areia, logo elas estarão fazendo o mesmo.
Conhecendo as formas
Recorte nas caixas de papelão (de produtos caseiros) ou caixas de sapato diferentes formas: círculo, triangulo, retangulo, etc.
Dê para as crianças cortiça, bloquinhos de madeira para montar, pedaços de papéis grossos e peça-as para que as coloquem nos buraquinhos (de diferentes formas) das caixas.
Rolos de papel higiênico
Dê a elas alguns rolos de papel higiênico vazios ou rolos de papel de cozinha e elas poderão brincar com eles, fazendo-os rolar, apertando-os, o mais forte consegue até rasgá-os, podem também pisar em cima !
Se as crianças forem um pouco maiorzinhas já podem pintar os rolos com tinta de dedo ou ainda colar papéizinhos coloridos que podem ser rasgados em cima 
Saquinhos recheados
Uma coisa que pode ser feita rapidamente é fazer saquinhos de pano recheados ou mesmo luvas laváveis recheadas. 
Encha-as com algodão, arroz, ervilha seca, castanhas, ponha sininhos em cada dedo da luva, etc. As crianças dessa idade gostam de sentir o tato e escutar o som que os objetos produzem.

Painéis de textura
Numa cartolina cole uma lixa de papel, folha de alumínio, tecido, algodão, botões, cortiça, formando dois painís. Deixem as crianças sentir as diferentes texturas.
Você pode escondê-las sobre um pano e as crianças maiorezinhas poderão pelo tato adivinhar de qual painél se trata. 
Cobra de pano
Costure uma cobra comprida, feita de retalhos de tecido e encha-as com algodão. As crianças irão gostar muito de apalpá-la com a mão. Voce poderá utilizar outros materiais para enche-la. 
Recipiente de filme
Você poderá também encher um potinho de plastico desses de filme fotográfico com ervilhas secas, arroz, sininhos, pedrinhas. Depois, é só fechar bem e para segurança lacre-a com auxilio de fita isolante ou crepe.
Papelão
Pode-se pintar um papelão com tintas de dedo.
Uma caixa de papelão pode virar uma casinha. É só cortar as portas e janelas. Claro que essa caixa deverá ser grande.
Com papelão a criança maiorzinha poderá ensaiar recortes (com tesoura sem ponta) e poderá fazer estrelas, ovos de páscoa ( para servirem de móbiles após serem pintados), etc. 
Lembre-se que quando elas trabalharem com tinta de dedo, devem usar uma roupa velha ou um avental e o chão ou mesa devem estar protegidos com jornal.

Aprendendo a guardar os brinquedos
Deixe as crianças guardar os brinquedos que utilizaram na aula. Elas podem pô-los em uma caixa de papelão vazia. Podem por: bolas de papel, algodão, bolinhas, etc. Quando tudo estiver dentro todo mundo canta uma musica e se houver tempo coloca-se tudo no chão novamente e de novo começam a guardar e depois a cantar.

Espelho de papel alumínio
Você pode colar uma folha de papel aluminio no chão para que as crianças ao engatinhar olhem para seu reflexo. Os pequeninos gostam de se mirar no espelho..
Travesseiros de balões
Com uma colcha de face dupla, dessas que se colocam um estofado dentro você pode fazer um grande travesseiro de balões. É só colacar nas colchas diversosbalões de ar (meio vazios para que não estourem) e então as crianças poderão engatinhar e rolar por cima.
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Brincadeira na areia
Quando estiverem fora, dê à crianças forminhas, regadores, água e colheres e deixe-as brincar à vontade.

Rasgar e colar 
Deixe as crianças rasgarem diferentes tipos de papéis: Jornais, papéis transparentes, coloridos, dourados e depois colarem sobre uma cartolina ou papél..
Tecido e lã 
Colar restos de tecidos de diferentes formas e tamanhos. Para se colar lã é necessário uma destreza maior, pois a criança precisará firmá-la com a ajuda outros dedos para que se fixe no papel.
Caixas de ovos vazias
São também boas para que as crianças as rasgem ou para ser utilizada na confecção de papel maché – que serve-se como ótimo recurso para fazer brinquedos diversos: galinhas, frutas, máscaras, etc. 
As crianças também poderão brincar de colocar materiais dentro da caixinha de ovos: papéis amassados, cortiças, etc. Tome porém, cuidado para que não levem objetos pequenos na boca.

Rasgar e cortar 
Catálogos velhos ou jornais podem ser um ótimo material para que as crianças brinquem de rasgar . Quando são maiores podem exercitar-se em cortar as figuras. (lembre-se com tesoura sem ponta)
Areia e cola 
A areia pode ser muuito bem misturada com a cola, com isso aplicar essa mistura em latinhas e em cima enfeitar com conchinhas do mar, etc.

Navio de puxar
Com uma caixa de ovos podemos contruir um navio de puxar. Com isso as crianças podem pintá-lo com tinta de dedo . Ponha um barbante em uma extremidade e o barquinho está pronto.
Colar de macarrão
Com um cordão e vários macarrõezinhos é possivel fazer um colarzinho! As maiorezinhas treinarão sua coordenação motora e adorarão o resultado final.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O MATERNAL I

• Manusear livros de histórias ( pano ou de plástico).
• Manusear revista e revistas infantis
• Histórias à vista das gravuras do livro ( histórias pequenas).
• Histórias contadas pelo educador com o apoio de fantoches.
• Fazer o reconto das histórias lidas ( professor)
• Apresentar papéis de diferentes texturas para a criança amassar, rasgar, embolar.
• Colocar nome no escaninho pessoal, o nome do aluno e mostrar-lhe
• Oferecer canetas, lápis colorido, giz de cera e deixa-la rabiscar livremente. 
• Cantar ou recitar parlendas, poesias, músicas ou quadras, dando estímulos para que a criança antecipe ações. EX.: parabéns pra você. Espera-se que a criança bata palmas logo que comece a canção. 
• Solicitar à criança que antecipe gestos e ações as atividades de rotina do dia. EX.: Apanhar a lancheira na hora da merenda. 
• Ajudar o aluno a identificar objetos e figuras de pessoas conhecidas. 
• Trabalhar diariamente os combinados com o apoio dos fantoches. 
• Registrar a rotina no quadro. 
• Oferecer encartes ou cartão com rótulos de produtos diversos para que a criança identifique. 
• Brincar de empilhar caixas vazias de embalagens diversas. 
• Recitar parlendas, quadras ou poemas nos deslocamentos feitos na escola. 
• Imitar sons e gestos sugeridos por um modelo. 
• Soltar objetos dentro de uma caixa.
• Soltar e pegar no ar sem deixar cair pena, algodão, papel picado.
• Empurrar caixas de vários tamanhos com os pés.
• Enfileirar blocos, embalagens, caixas, etc.
• Saltar pequenos obstáculos.
• Bater bola no chão e agarrar em seguida.
• Encaixar blocos
• Encaixar blocos em orifícios diversos.
• Solicitar a criança em diferentes situações que atenda a ordens simples como pegar um brinquedo, ninar a boneca, pega o lápis, etc.
• Contar e ler histórias diariamente (pode repetir a história).
• Estimular à criança a lembrar atividades não rotineiras. EX.: após um passeio ou um filme assistido que nomeie as coisas que viu.
• Rasgar folhas de revistas e tentar unir os pedaços reconstruindo as figuras.
• Brincar de esconder objetos à vista da criança, solicitando em seguida que ela encontre.
• Brincar de dar passos grandes e pequenos, para que ela adquira as noções de dimensão espacial em relação ao próprio corpo.
• Oferecer cubos diversos para fazer “torres e fileiras”.
• Colocar as crianças em frente ao espelho, pedindo que mostre algumas partes de seu corpo.
• Fazê-la sentir necessidade de pedir o que deseja, dizendo o nome não apenas apontando.
• Pedir que diga seu próprio nome ou apelido.
• Oferecer jogos de encaixe diversos e deixá-la brincar livremente.
• Brincar com a criança de jogos de encaixar, montar, desmontar, derrubar, etc.
• Fornecer a variedade de materiais que estimulem os diferentes sentidos (visão audição, tato, etc.) permitindo intensa manipulação.
• Oferecer lápis de diferentes tipos de papel para que rabisque, não levando em conta seu tipo de expressão.
• Valorizá-las nas suas recém adquiridas habilidades.
• Assistir programas ou desenhos infantis selecionados na televisão.
• Incentivar o aluno a desenvolver hábitos de higiene. EX.: lavar e secas as mãos antes de se alimentar, escovar dentes, etc.
• Brincar de entrar dentro de caixas de papelão.
• Apresentar a ficha ou crachá com nome próprio e nomeá-lo para a criança
• Levar a criança a imitar a voz dos personagens das histórias trabalhadas.
• Levar a criança a identificar figuras e objetos familiares e pessoas, inclusive a si mesma.
• Incentivar a criança a destampar caixas diversas, para procurar o que tem dentro.

MATERIAIS QUE PODEM SER USADOS

• Jogos de borracha ou plástico desmontáveis.
• Brinquedos representativos de sua realidade (carrinhos, panelinhas, bonecas, bichinhos, etc.).
• Blocos diversos para montar.
• Cubos de diversos tamanhos.
• Lápis de cera, giz, pincéis, tintas, lápis de cor, etc.
• Espelho grande na parede.
• Brinquedos sonoros.
• Caixas com orifícios.
• Embalagens diversas, vazias.
• Fantoches.
• Bolas, bonecas, brinquedos para brincar de casinha.
• Caixas de papelão de vários tamanhos.
• Regador, brinquedos de puxar.
• Copos de plástico e potes de iogurte.
• Fichas com o nome dos alunos.
• Argolas coloridas.
• Potes, garrafas, latas fechadas, contendo dentro materiais diversos (areia, arroz, feijão, milho, etc.)
• Brinquedos coloridos e sonoros.
• Instrumentos musicais.
• Painéis com vários estímulos para exploração.
• Papeis coloridos de texturas variadas.
• Revistas e revistas infantis.
• Massa plástica, lixas, etc.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O MATERNAL II

TODAS AS ATIVIDADES DO MATERNAL I E AINDA:

• Oferecer revistas com figuras diversas, tanto conhecidas como novas ampliando seu conhecimento.
• Identificar objetos e animais incompletos, solicitando que identifique a figura como um todo.
• Rasgar folhas de revista e tentar juntar reconstruindo a figura.
• Fazer a chamada utilizando a ficha com o nome próprio permitindo que a criança reconheça o seu nome no conjunto dos demais.
• Oferecer livros ilustrados com pequenas histórias para as crianças manusearem.
• Brincar com a criança associando o som ao conceito do objeto. EX.: Miau para o gato, piu piu para o pintinho, e au au para o cachorro, etc.
• Oferecer objetos concretos, estimulando-os a discriminá-los.
• Oferecer embalagens vazias para que a criança possa empilhar, enfileirar ou brincar livremente.
• Mostrar o livro de história após Ter lido, solicitando que aponte personagens.
• Proporcionar oportunidades de ouvir músicas clássicas e populares.
• Memorizar pequenos trechos de poemas, parlendas ou canções.
• Oferecer caixas de diversos tamanhos e formas, para a criança enfileirar para a menor ou encaixar uma dentro da outra.
• Oferecer lápis de cor, canetas, giz de cera, giz colorido e papéis diversos para a criança rabiscar livremente, sem levar em conta a grafia do trabalho.
• Oferecer giz colorido para rabiscar no chão, no pátio e no quadro.
• Estabelecer e ler os combinados com a turma.
• Permitir que ela faça o reconto de pequenos trechos das histórias contadas pelo educador.
• Interagir com as crianças na hora da alimentação, dizendo o nome dos alimentos que lhes são oferecidos.
• Manusear revistas infantis e identificar alguns personagens.
• Rasgar, amassar, jornais e folhas de revistas, em seguida amassá-los.
• Brincar com corda passando por cima e por baixo da mesma.
• Cantar acompanhando o ritmo com instrumentos ou objetos que produzem sons.
• Percorrer linhas diversas desenhadas no chão ( retas, curvas, sinuosas, etc.).
• Imitar sons, gestos sugeridos por um modelo.

MATERIAIS PARA O MATERNAL II

TODOS OS USADOS NO MATERNAL I E MAIS:

• Jogos diversos de montar e desmontar.
• Jogos de madeira e plásticos desmontáveis.
• Massa de modelar e argila.
• Tinta guache, aquarela, tinta de dedo, etc.
• Materiais representativos da realidade: bonecas, carrinhos, panelinhas, telefone, espelho, banquetas, bolsas, etc.
• Bolas de diversos tamanhos e cores.
• Casinha de boneca, corda.
• Jogos simples de completar figuras.
• Caixas de papelão de variados tamanhos.
• Quebra cabeça simples.

(Q DIVERTIDO.COM.BR)

> Caixa pedagógica

> Materiais:

> * uma caixa grande de papelão;
> * EVA de várias cores;
> * caixinhas de vários tamanhos forradas;
> * potinhos decorados com fita adesiva colorida (iogurte e outros);
> * tudos de cartão.

> Procedimento: Fazer cortes em duas laterais da caixa de maneira que as crianças possam entrar e sair, cubra a caixa com EVA, fazendo cortes de diferentes formas para que as crianças introduzam os elementos: cubos, bolas, potinhos, caixas. Com esse brinquedo as crianças podem explorar a caixa, introduzir objetos de acordo com o formato, esconder-se, buscar elementos e outras propostas outras propostas que surgirão deles mesmos.
fizemos barquinhos de papel para viajarmos mundo a fora.

> Depois dos barquinhos feitos e coloridos, fizemos uma rodinha onde cada criança foi dizendo o que levaria no seu barquinho. Expliquei que deveria ser uma coisa boa, um sentimento, algo que as pessoas estivessem precisando muito.

> Então fui escrevendo o que cada criança ia dizendo, em seu barquinho, e elas iam pregando-os num mural.

> Conversamos bastante sobre os sentimentos que iam falando e sobre o oposto de cada um deles.
Um terrário é uma miniatura do mundo. Ele imita o Meio Ambiente das plantas e realiza, na sua pequena área, o ciclo da água completo. Com o aumento da temperatura, a água usada para regar o solo evapora e se junta à água proveniente da transpiração das plantinhas, formando uma concentração de vapor de água. No ambiente fechado, este vapor condensa-se e, em pequenas gotas, retorna para irrigar novamente o solo. E, tudo começa novamente. 

> As crianças vão gostar de observar as gotinhas se formando, e isso será uma prova visível (e constatativa) do ciclo das águas.

> Será útil mostrar às crianças uma ilustração de como o ciclo das águas se processa na natureza para que elas façam comparações.


> Duas garrafas de coca-cola de 2 litros, uma xícara (aproximadamente) de pedregulho, do tipo para aquário, uma xícara de carvão vegetal, três a quatro xícaras de terra (preferivelmente a adubada organicamente), duas a quatro mudinhas de plantas diferentes (para serem usadas de acordo com o tamanho do vidro), uma xícara de água filtrada.

> Recorta-se uma das garrafas de plástico em cerca de ¾ de seu corpo, e outra, pelo lado contrário, cortada a ¼ do corpo. Após a montagem, a parte menor funcionará como tampa e deverá ser fixada à outra com fita crepe.

> Colocar a pedrinha no fundo, seguida do carvão vegetal e da terra. Fazer um buraco na terra, reservando a terra retirada, colocar a plantinha e repor a terra retirada ao seu redor.

> Regar o terrário cuidadosamente e tampá-lo. Colocar o terrário em lugar com claridade média, mas não diretamente à luz do sol.

> O terrário não exigirá cuidados especiais, manter-se-á sozinho. A cada semana ou duas, remover a cobertura para que as plantinhas recebam uma brisa fresquinha por uns 15 minutos. As plantinhas poderão ser aparadas, se for o caso. 
> O terrário também pode ser feito com um vidro de “boca larga” (tipo de geléia) ou com um aquário pequeno.
>UM DIA DE INDIO"

No dia 19 de abril comemoramos o Dia do Índio. Hoje nós vamos ter também "um dia de índio":A turma é colocada em círculo. Cada um retira de uma sacola um símbolo de papel colorido. Este símbolo pode ser uma folha, um pote, ou outra coisa que lembre um objeto indígena. Os símbolos deverão ser na mesma quantidade dos participantes, e deverão ser de 4 cores diferentes pois ao sortear, os alunos irão se agrupar conforme a cor do seu símbolo. Todos que pegarem a folha preta formarão a equipe preta, os que pegarem a folha amarela, formarão a equipe amarela, os que pegarem a folha vermelha formarão a equipe vermelha, e os que pegarem a folha branca, formarão a equipe branca. Divididos em equipe deverão inventar um grito de guerra para esse dia de índio, após o que as atividades terão início.
"A conquista do colar"
A turma dividida em 4 equipes deverá responder questões, mediante sorteio, sobre assunto já ensinado em classe. A cada resposta certa, a equipe receberá material para confeccionar o colar (pedaços de barbante ou fio de nylon e contas variadas, que deverão ser da cor de cada equipe - até 8 contas por aluno).
Quem era os habitantes do Brasil antes da chegada dos brancos?
Os índios.

Como era a organização social desses povos?
Viviam em tribos.

Onde viviam?
Viviam na taba, aldeias indígenas.

Como era a casa do índio?
Era a oca ou palhoça.

Quem os governava?
O chefe da tribo era o cacique e o chefe religioso era o pagé.

Como sobreviviam?
Da caça, da pesca e da coleta nas matas.

Que animais caçavam?
Antas, macacos, veados, porcos do mato.

O que plantavam?
Mandioca, milho e feijão.

Que língua falavam?
O tupi-guarani.

Quais eram suas principais armas?
O arco, a flecha, o tacape.

Como era a religião deles?
Adoravam vários deuses. O principal era Tupã (sol) e Jaci (lua).

Tinham medo de alguma coisa?
Dos trovões. Acreditavam que Tupã estava bravo.
"CAÇADA ESQUISITA"

Cada equipe, usando seus colares, recebem uma lista constando de vários objetos, que deverão procurar na própria sala, no pátio e onde mais for possível esconder, o que foi feito com antecedência pelo professor. Esses objetos serão, sempre que possível, nas cores de cada equipe, para evitar que uma não pegue os objetos de outra. Todos os objetos da lista serão em quantidades iguais a todas as equipes exceto o amuleto que terá apenas um.

Procurar os objetos listados abaixo. Procure sempre pela cor de sua equipe.
10 penas de ave, 5 folhas secas, 1 flor, 3 espigas de milho, 2 pedras redondas, 1 amuleto de biscuit (bichinho de massinha), 1 graveto em forma de y, 3 sementes.

Vence a equipe que conseguir reunir todos os objetos pedidos, portanto, a que conseguir encontrar todos os objetos pedidos incluindo o amuleto, que terá só um escondido.

A equipe vencedora receberá um amuleto para cada participante.

"O COCAR DO CACIQUE"

As quatro equipes estarão sentadas no chão em fila indiana, uma ao lado da outra. Mais ou menos 5 metros à frente de cada equipe, haverá uma mesa com várias tiras de tecidos e penas tingidas nas cores das equipes, nas quantidades equivalentes ao número de participantes. As tiras de tecidos e as penas tingidas estão todas misturadas.

Dado um sinal, o último de cada fila corre até o local onde estão as tiras de tecidos e as penas e separa 5 penas da sua cor e cola numa tira de tecido, imitando um cocar. Depois de pronto deve colocar o cocar na cabeça e voltar à sua fila, mas no primeiro lugar.
Imediatamente, o último deverá sair e fazer a mesma coisa. A equipe que terminar primeiro e todos os componentes estiverem com o cocar, será a vencedora.

A equipe vencedora receberá uma pena especial para os devidos cocares.

"COMIDA DE CURUMIM"

As crianças nas aldeias indígenas eram chamadas de curumim. Os alimentos melhores eram para elas. Os adultos tentavam agradá-las com as melhores frutas.
Todos participantes, por equipe recebem uma banana, canela em pó, um prato refratário ou assadeira.
O professor ensinará como preparar as bananas: cortar as pontas, fazer um corte na casca para abri-la sem tirar totalmente, polvilhar um pouco de canela em pó e fechar a casca.

Toda a equipe prepara a sua banana, colocam sobre o prato refratário, que é levado por alguns minutos ao forno micro-ondas ou forno comum. Dependendo do local, pode ser feito sobre brasas, numa fogueira, mas as bananas deverão ser embrulhadas em papel alumínio.

Enquanto as bananas assam, as equipes participarão de um trabalho manual.

"O POTE SAGRADO"

Algumas tribos de índios no Brasil faziam cerâmica. A cerâmica era importante para guardar sementes, cozinhar e também para enterrar seus mortos. A cerâmica era considerada sagrada pois guardada a vida, as sementes que produziriam alimentos; e os corpos dos entes queridos, que riam para outros campos de caça e viveriam para sempre felizes.

Todos os participantes, em equipe, recebem um pequeno pote de cerâmica. Cada equipe receberá tintas, pincéis, barbantes e colas, com os quais decorarão seus potes. Nos potes de cada equipe deverá ter a cor da equipe como predominante. Os desenho e enfeites ficarão por conta da vontade e inspiração de cada um.
"A CORRIDA DAS TORAS"

Algumas tribos indígenas fazem uma corrida carregando toras (pedaços do tronco de árvores) para avaliar que povo tem os guerreiros mais fortes.

As equipes também farão essa corrida, mas aos pares. Cada dois participantes terão uma perna amarrada à do outro de modo que fiquem com três pernas apenas.
Os pares com as pernas amarradas deverão correr uma distância pré-determinada, mas soprando ma pena de galinha ou pato. Se a pena cair, começam novamente. Ao chegar ao ponto final, nova dupla começa o percurso, soprando outra pena. A pena deverá estar sempre no ar. Todos da equipe devem participar, sempre aos pares e com as pernas amarradas.

Vence a equipe que cumprir a tarefa em primeiro lugar. A equipe vencedora ganhará colares extras.

Após o jogo todas as equipes deverão se arrumar para participar da festa, para isso receberão maquiagem para decorar o rosto como se fossem índios também.

"A FESTA DE JACI"

Jaci é uma deusa indígena, representada pela lua. Os índios fazem festas, dançam e cantam para ela.

As equipes maquiadas, com colares e cocares feitos por elas, participarão da festa. Aprenderão a música: "Vida de índio" (letra abaixo),coma melodia da música infantil "Marcha soldado".
A mesa estará arrumada,com: flores, as bananas assadas, pedaços de milho cozido, mandioca cozida, mel, algumas frutas, sucos de frutas, copos, talheres e pratos descartáveis, que podem ser substituídos por espetinhos d emadeira e folhas de bananeira.

Os alunos se confraternizam, comendo, cantando a música ensinada e dançando. Cada equipe apresentará uma dança ou alguns passos coreografados, criados para esse momento.

"VIDA DE INDIO"

Na tribo ele vivia
Comendo raiz,
Caçando e pescando
Coletando feliz.

A oca é morada,
Cacique é o guerreiro,
Na taba onde ele mora
Pagé é o feiticeiro.

Suas armas são arco e flecha
O tacape também é usado
Mas o índio é pacífico,
Só revida quando é atacado.

O deus é Tupã,
A lua é Jaci,
A língua que ele fala
É o Tupi-guarani.

PROJETO: BRINCANDO COM AS CORES

Objetivos Gerais:

*Ampliar o conhecimento de mundo;
*Explorar os diferentes objetos e materiais gráficos, plásticos, etc, descobrindo novas formas de manuseio, percebendo características, efeitos e propriedades diversas.
*Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras artísticas (regionais, nacionais ou internacionais, com as quais entrem em contato).
*Contato e Produção de trabalhos de arte que privilegiam diferentes linguagens expressivas como as do desenho, na modelagem, da pintura e da construção.
*Desenvolver o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de reprodução e criação.

Objetivo especifico;

Propiciar a criança à visualização, exploração, contato e manuseio de diversos objetos que compõem o universo e às cores, possibilitando a criança identificá-las.

Conteúdos:

-Exploração da expressão e da comunicação por meio de práticas artísticas, propiciando o desenvolvimento e a criação pessoal;
-Percepções visuais dos objetos, cor, forma, material, visando desenvolver a capacidade interpretação desse objeto (obra de arte) e identificação, de seus produtores através, de características comuns;

Procedimentos:

1ª Parte:

- Observar em todo o C.E.I, interno e externo, a diversidade de cores e qual a que se destaca mais, e as crianças mais gostam; (as roupas das cças, etc.);
-Ouvir a música Arco íris (Xuxa), acompanhando o ritmo com o material da bandinha;
-Registrar por meio de desenho, o que mais chamou a atenção da criança na música;
-Folhar revistas e observar o que mais lhes chama a atenção;
-Confeccionar mural com figuras escolhidas pelas crianças;
-Pedir aos pais que mandem uma fruta de casa, para fazer uma salada de frutas.(explicar aos pais o objetivo da solicitação);
-Fazer uma salada de frutas junto com as crianças e usar as cores trabalhadas;
-Levar, as crianças a observar as cores de tinta que temos e perguntar como fazer para ter mais cores, usando apenas as que temos;
-Deixar a criança misturar as cores de tinta a seu critério e observar as cores novas que descobriu;
-Falar as crianças, sobre o arco-íres se sabem o que é, quem já viu;
-Fazer massa de modelar nas cores do arco-íres;
-Confeccionar um arco-íres com as crianças e pedir ou convidar os pais para ajudar.

2ª Parte:

-Conversar com as crianças sobre as cores da natureza e seres vivos (peixes, mar e conchinhas).
-Organizar um aquário na sala com um peixinho;
-Escolher um nome para o peixinho;
-Explicar as crianças quais os cuidados que devemos ter com peixinho e como proceder;
-Dividir a tarefa de cuidar do peixinho com as crianças;
-Criar dia da visita do peixinho;
-Explicar aos pais, o objetivo da atividade e solicitar autorização para que a criança leve o peixinho para passar uma noite em sua casa ou um fim de semana;
-Realizar um sorteio em sala e colocar em um cartaz, o roteiro do peixinho, para que as crianças possam saber quando será sua vez de levá-lo para casa.

3ª Parte:

-Ouvir a música "Aquarela",
-Reproduzi-la, e organizar painel em seqüência.
-Organizar turmas para:
-Uma para dramatizar á música.
-Outra para confecção do material a ser utilizado;
-Outra para acompanhar a dramatização com a bandinha.

4ª Parte:

-Escolher com as crianças uma obra de um pintor famoso e observá-la;
-Criar com a ajuda dos pais um ambiente apropriado para pintura com cavaletes e avental, tintas, pinceis, etc.
-Incentivar a criança a reproduzir parcial ou total a obra;
-Realizar exposição das obras produzidas.

Avaliação: Observar a participação e interesse da criança nas atividades propostas, bem como sua iniciativa e criatividade.

Esconde-esconde na Banheira

Como vamos precisar de um personagem fictício para descrever nossa atividade, Este será uma menina que vai se chamar Vitória. 

Vitória está em sua banheira batendo na água com as duas mãos. Sua Mãe ou Pai, está sentado ao lado da banheira, cuidando de sua segurança. 

"Vitória, Vitória," se diz enquanto se pega uma toalha de banho.
"Você está pronta para nossa brincadeira especial?" 

Vitória olha para cima e vê o sorriso estampado no rosto do adulto ali presente. Ela sorri para ele e dá uma gargalhada. 

Ele diz: "Vamos brincar de Cadê-você," e coloca a toalha na frente do seu rosto, de modo a escondê-lo dela. 

Vitória estende a mão e toca no alto da cabeça dele. 
O adulto diz, "Cadê-você, Vitória, não consigo ver você." 

Ele baixa um pouco a toalha de modo que seus olhos fiquem à vista. Vitória dá um grito de alegria. 

Ele cobre seus olhos outra vez e diz, "Cadê-você, Vitória… ainda não consigo ver você."
O Adulto pega a toalha e leva na direção dela dizendo, "Agora é sua vez Vitória." 

Ela pega a toalha e coloca-a na frente do seu próprio rosto, imitando-o. 
O adulto então dirá: "Onde está Vitória?" 

Vitória derruba a toalha na banheira deixando-se ver, e bate com as mãos agitando a água. Ela balbucia para o adulto: "Dadadada. Dabababa." 

Ele diz, "Acho que você está dizendo que está cansada de brincar de Esconde-esconde. Vamos brincar com seu Patinho e sua esponja?" 

Como muitos bebês, Vitória está aprendendo sobre linguagem, da seguinte forma: 
• Ela sabe que é divertido brincar com outra pessoa. 
• Ela levanta os olhos quando o adulto diz o seu nome. 
• Ela sorri quando o adulto sorri para ela.
Eis como o responsável pela criança, ajuda no desenvolvimento de sua linguagem: 
• Falando com ela durante uma atividade diária - Que pode ser A hora do banho; 
• Dizendo seu nome várias vezes, de modo que ela se familiarize com o mesmo e aprenda a reconhecê-lo quando alguém o pronunciar; 
• Repetindo várias vezes a brincadeira, e então encorajando ela quando diz, "agora é a sua vez de jogar!" 
• Respondendo aos seus balbucios como se soubesse o que ela está dizendo. 
Amigo Fantoche *

Conforme a visão do bebê melhora, ele passa a ver claramente objetos a distâncias maiores. Para trabalhar sua capacidade de focalizar e de rastrear, tenha um fantoche à mão na hora da comida, da troca da fralda ou da brincadeira. 

Materiais:
• Meia branca limpa
• Canetas hidrocor
• Desenvolvimento da linguagem 
• Interação social 
• Acuidade visual 

Modo de fazer:
1. Compre um par de meias brancas, grandes o suficiente para caber em suas mãos. 
2. Use as canetas hidrocor para desenhar olhos, sobrancelhas, nariz e ouvidos nos “dedões” das meias. Use a parte dos calcanhares para desenhar a boca e a língua vermelha. 
3. Coloque o bebê no colo, na mesa de trocar ou na cadeirinha. 
4. Coloque um dos fantoches feitos de meia na sua mão e comece a cantar, recitar versinhos ou apenas conversar. Coloque o segundo fantoche na outra mão para uma diversão dobrada. 
Segurança: Não deixe o bebê chupar a meia, pois a tinta pode sair. 

Rolando *

Um bebê precisa de meses para obter controle absoluto sobre os seus movimentos, mas você poderá ajudá-lo nessas primeiras semanas brincando de Rolando. Por volta dos 4 ou 6 meses, os bebês já conseguem girar sobre seus corpos. 

Materiais:
• Cobertor ou toalha macia
• Superfície macia no chão
• Direção 
• Locomoção 
• Controle motor 

Modo de fazer:
1. Coloque um cobertor ou uma toalha macia sobre uma superfície também macia. 
2. Deite o bebê com a barriguinha para baixo sobre o cobertor. 
3. Pegue um dos lados do cobertor e levante-o devagar, fazendo com que o bebê se incline para um dos lados. 
4. Continue rolando suavemente o bebê e conversando com ele no processo. Use as suas mãos para apoiá-lo conforme ele se vira. 
5. Quando o bebê tiver rolado completamente, mostre-lhe a sua alegria. 
6. Repita até que o bebê se canse da brincadeira. 
Segurança: Certifique-se de fazer movimentos lentos e de manter as mãos no bebê para que ele não role rápido demais e se machuque. 

Chapéu Divertido *

Quando você introduzir o jogo Chapéu Divertido, seu bebê estará quase acostumado a reconhecer rostos. Você não conseguirá enganá-lo por muito mais tempo, mas ele se divertirá tirando e colocando o chapéu de volta. 

Materiais:
• Variedade de chapéus
• Cadeirinha para crianças
• Sua cabeça e suas mãos
• Causa e efeito 
• Lidando com a ansiedade causada pelo novo 
• Constância do objeto (um objeto permanece o mesmo, ainda que alterado)
• Interação social 

Modo de fazer:
1. Pegue os vários chapéus da casa ou compre alguns chapéus baratos em lojas baratas ou especializadas em festas. Procure incluir bonés, toucas de lã, chapéus de bombeiro, de palhaço, de cozinheiro, uma boina, chapéus que cubram as orelhas, ou um chapéu chique com penas de aves. (Não inclua máscaras no jogo, elas tendem a assustar bebês pequeninos.)
2. Coloque o bebê em sua cadeirinha e coloque a cadeirinha no chão. Sente-se em frente dele. 
3. Coloque o primeiro chapéu em sua cabeça e faça uma cara engraçada, ao mesmo tempo em que diz alguma coisa interessante, tal como, “Olhe para mim!” ou “Veja, eu sou um bombeiro!”
4. Incline-se para o bebê para que ele consiga segurar e tirar o chapéu, ou tire você mesma.
5. Repita várias vezes com o mesmo chapéu antes de pegar outro. 
Segurança: Algumas vezes, os bebês se assustam quando a aparência das pessoas muda. Se o bebê começar a ficar assustado, coloque e tire o chapéu rapidamente e mostre que você ainda é a Mamãe/Papai. Se ele continuar assustado, deixe para fazer o jogo mais tarde, em outra ocasião. 

Abra e Feche *
 
Durante vários meses, após o nascimento do bebê, ele tem o reflexo de agarrar objetos com a palma da mão, mas apresenta dificuldade para soltá-los. Esse jogo ajudará os bebês a conseguirem total controle das mãos e do reflexo de agarrar. 

Materiais:
• Brinquedos de tamanho médio, fáceis de serem agarrados pelo bebê, tais como chocalhos, bichinhos de pelúcia, mordedores, blocos, e assim por diante.
• Mesa ou cadeirão
• Agarrando e soltando 
• Desenvolvimento motor fino 
• Controle fino dos músculos 

Modo de fazer:
1. Pegue vários brinquedos que possam ser agarrados e que caibam nas mãos do bebê. 
2. Coloque o bebê no seu colo, perto da mesa ou do cadeirão. 
3. Coloque um brinquedo perto do bebê, de modo que ele precise se esticar um pouquinho para alcançá-lo.
4. Estimule-o a pegar o brinquedo.
5. Depois de ele ter conseguido pegar o brinquedo e de ter se divertido um pouquinho, separe os dedinhos gentilmente e retire o brinquedo. 
6. Coloque o brinquedo de volta na mesa. 
7. Enquanto as mãos do bebê estão livres, cante a seguinte canção ao mesmo tempo em que abre, fecha e bate palmas com as mãozinhas. 
Abra e Feche
Abra e feche, abra e feche, 
Bata uma palminha! 
Abra e feche, abra e feche
Coloque no colinho!

Segurança: Já que, com certeza, nessa fase os bebês levam à boca todos os brinquedos, certifique-se de que os brinquedos estejam limpos e não tenham nenhuma ponta afiada ou partes pequenas que possam se soltar e fazer com que ele engasgue. 

Serra-Serrador *
 
Em breve, o bebê perderá dois dos reflexos que tinha à época do nascimento – o reflexo de agarrar e o “reflexo de boneca” (ou seja, abrir os olhos quando se senta) – e ganhará maior controle de seus movimentos. Enquanto ainda os tem, brinque com ele de Serra-Serrador para aproveitar esses reflexos!

Materiais:
• Superfície macia e não escorregadia
• Suas mãos
• Antecipação e surpresa 
• Agarrar 
• Controle da cabeça e do pescoço 
• Interação social 

Modo de fazer:
1. Deite o bebê em uma superfície macia e não escorregadia, um carpete, por exemplo. 
2. Sente-se de frente para ele, perto dos seus pezinhos. 
3. Coloque os polegares nas palmas das mãos do bebê e deixe que ele os agarre. Conforme ele segura os polegares, “enrole” seus dedos ao redor da parte de trás das mãos do bebê. 
4. Bem devagarzinho, puxe o bebê até que ele esteja sentado e cante: “Serra-Serrador”. 
5. Dê um tempinho para o bebê apreciar a sua expressão de felicidade e para aproveitar a brincadeira, depois, recomece. 
Segurança: Certifique-se de segurar firmemente as mão do bebê para o caso de ele largá-las. Faça os movimentos vagarosamente para não machucar o pescocinho dele.

FONTE: Blog: Partilhando ideias e ideais.

28.12.10

AVISO IMPORTANTE (FELIZ 2011)

criado por ostras    10:06 — Arquivado em: TAGS — Tags:, ,

AMIGOS! É COM GRANDE TRISTEZA E DECEPÇÃO QUE VENHO ATÉ VOCÊS PARA DIZER QUE A CRECHE ESCOLA MAR E MAR NÃO ESTÁ MAIS FUNCIONANDO DESDE AGOSTO DE 2010, POR MOTIVOS ALHEIOS A MINHA PESSOA. A DONA DA ESCOLA RESOLVEU DESTA FORMA E INFELIZMENTE NÃO HÁ MAIS VOLTA.

GOSTARIA DE AGRADECER A TODOS QUE POR QUI PASSARAM E DEIXARAM COMENTÁRIOS MUITO IMPORTANTE PARA O MEU TRABALHO E TAMBPEM PORQUE NÃO DIZER PARA MEU EGO. DURANTE ESTE TEMPO FUI MUITO FELIZ COM VOCÊS E A PARTIR  DE AGORA VOU PENSAR SE VOU MUDAR O NOME DO BLOG E CONTINUAR POSTANDO MEUS TRABALHOS POR AQUI , MAS QUERO QUE SAIBAM QUE TENHO OUTRO BLOG http://espaocriandoerecriandoeducacao.blogspot.com/ E TAMBÉM ESPERO POR VOCÊS LÁ.  NO MOMENTO, JÁ ESTOU EM PROCESSO DE ADAPTAÇÃO EM OUTRA ESCOLA E O MAIS BREVE POSSÍVEL POSTAREI - SE CONTINUAR POR AQUI - OURAS NOVIDADES.

NO MAIS, ESPERO EM DEUS QUE O ANO DE 2011 SEJA MUITO ABENÇOADO NÃO SÓ PARA MIM,MAS PARA TODOS AQUELES QUE PASSARAM OU QUE AINDA PASSARÃO POR AQUI.

BOSA FESTAS A TODOS VOCÊS!

7.3.10

CRECHE ESCOLA MAR E MAR/2010 (NOVOS RUMOS)

criado por ostras    21:57 — Arquivado em: TAGS

 

 

 

A CRECHE ESCOLA MAR E MAR REORGANIZOU SUAS DEPENDÊNCIAS.

PINTAMOS TODAS AS SALINHAS PARA QUE AS NOSSAS CRIANÇAS TENHAM SUAS ATIVIDADES DIRECIONADAS E DESENVOLVIDAS COM MAIOR EFICIÊNCIA NO PERÍODO QUE AQUI ESTIVEREM.

OS ESPAÇOS ESTÃO ARRUMADOS COM "CANTINHOS" PARA "RODINHA", "CHAMADINHA", CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COM VARIADOS TIPOS DE HISTORINHAS , INCLUSIVE MUITOS FANTOCHES, VÍDEOS, JOGOS DE ENCAIXE, DE MEMÓRIA, DOMINÓ, MATERIAL DOURADO, TANGRAN, "ENFIAGEM E AMARRAÇÃO DE CADARÇO" QUE TRABALHA A MOTRICIDADE FINA, ALFABETO DE LETRINHAS, MÚMEROS , MATERIAL PARA ARTES, DRAMATIZAÇÃO COM TRAGES, PINTURAS, CHAPÉUS, ARCOS, BRINQUEDOS COMO "CAIXA REGISTRADORA" QUE TRABALHA A MATEMÁTICA, MINIMERCADO, ETC .  

O NOSSO MOBILIÁRIO ESTÁ ADEQUADO PARA A FAIXA ETÁRIA QUE ATENDEMOS, ISTO É, AS CRIANÇAS PEQUENAS.

AS PAREDES SÃO PINTADAS COM CORES CLARAS, QUE ILUMINAM O AMBIENTE E PASSAM TRANQUILIDADE AOS PEQUENINOS NO PROCESSO DE APRENDIZADO.

AINDA VAMOS MELHORAR. AGRADEÇEMOS A DEUS POR TERMOS ESTA VITÓRIA TÃO IMPORTANTE EM NOSSAS VIDAS. AGRADECEMOS A TODOS QUE DE UM MODO OU DE OUTRO FOI UM ELO PARA QUE TUDO ISTO ACONTECESSE. AS NOSSAS PORTAS ESTÃO ABERTAS A TODOS.

CARTAZ DE BOAS-VINDAS

MESAS E CADEIRAS ADEQUADAS AOS PEQUENINOS

CHAMADINHA

QUADRO BRANCO

MESA DO PROFESSOR

 

MESA E CADEIRAS PARA OS MAIORES

TAPETE DE EVA (BERÇÁRIO)

MÓBILE DE PÁSSARO (BERÇÁRIO)

QUADRINHOS NA PAREDE (BERÇÁRIO)

BERÇOS NOVOS

BERÇOS E BRINQUEDOS

CORTINA DO BERÇÁRIO COM  MÓBILE

  

 TAPETE PARA CONTAR HISTÓRIAS E VER TV/VÍDEO

 

 

 

5.8.09

INFLUENZA A (H1N1): RECOMENDAÇÕES

criado por ostras    18:03 — Arquivado em: TAGS — Tags:,

 

A gripe H1N1, declarada pandemia em 11 de junho, se espalhou pelo mundo e poderá afetar até 2 bilhões de pessoas, segundo estimativas da OMS (Organização Mundial de Saúde).
 
As notícias sobre o vírus H1N1 são alarmantes. O Brasil já teve mais de 100 mortes pela gripe H1N1, com a confirmação pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.
 
Neste caso, estaremos de plantão para qualquer informação se houver necessidade. Para responder algumas perguntas sobre a gripe H1N1. Buscamos orientações do Ministério da Saúde sobre como proceder, pois, trabalhamos com crianças de menos de 2 (dois) anos, no nosso caso a Modalidade Creche.
 
Assim, pedimos a compreensão de pais e responsáveis para o momento que é muito difícil, mas que também é de referência para todos.

Ministério da Saúde tira dúvidas sobre nova gripe

Veja as perguntas mais comuns dos brasileiros e as respostas do governo federal para as questões. MS orienta os suspeitos de gripe a procurar posto de saúde ou médico

O Ministério da Saúde está fazendo todos os esforços possíveis para deixar a população informada sobre a Influenza A (H1N1). O trabalho da imprensa tem ajudado também a esclarecer os brasileiros sobre a nova gripe. O Ministério mantém no seu site www.saude.gov.br um espaço específico para o tema, que traz informações atualizadas, além de colocar à disposição da população o atendimento gratuito pelo Disque Saúde 0800 061 1997. Veja algumas dúvidas e as respostas:

1 - Qual é a previsão de produção da vacina contra a influenza A (H1N1) no Brasil?
O Instituto Butantan, ligado à Secretaria de Saúde do Governo do Estado de São Paulo, é responsável no Brasil por desenvolver as vacinas contra a gripe comum (sazonal) e estará à frente também do desenvolvimento da gripe contra a influenza A (H1N1). A vacina a ser produzida no Brasil estará disponível no próximo ano. Além de desenvolver a vacina, o MS avaliará, junto ao Butantan, a necessidade de comprar vacinas prontas de outros fabricantes.

2 – Haverá cadastramento de novos laboratórios para realização de exames de diagnóstico?
Atualmente, três laboratórios de referência fazem o exame de diagnóstico da influenza A (H1N1) no Brasil: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/RJ), Instituto Evandro Chagas (IEC/PA) e Instituto Adolf Lutz (SP). Há a possibilidade, agora, de credenciamento de Laboratórios Centrais (Lacens) para centralizar a realização desses exames nos estados, além dos três laboratórios de referência. Isso já está em curso para os estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, mas ainda não há data definida para essa habilitação.

3 - Como é realizada a distribuição do medicamento?
A distribuição dos medicamentos é centralizada. O Ministério da Saúde envia os remédios aos estados, respondendo às solicitações das Secretarias Estaduais de Saúde. Cabe a elas não só indicar as unidades de referência no atendimento da nova gripe, como também ampliar o número de unidades para realização do tratamento. Outras unidades podem ser indicadas para atender os casos e usar o antiviral.

4 - O Brasil tem medicamento suficiente para enfrentar a influenza A (H1N1)?
Sim. O Ministério da Saúde tem medicamento suficiente para enfrentar a pandemia de influenza A (H1N1). O MS tem um estoque de 9 milhões de tratamentos em pó. Eles foram adquiridos em 2005, época de uma possível epidemia de gripe aviária. Além disso, na terça-feira (21 de julho), o governo federal recebeu mais 50 mil tratamentos. Desses, 15 mil vão para o Rio Grande do Sul, estado entre os mais afetados pela doença. Outros estados com maior número de casos também receberam quantidade adicional de tratamento. Até o fim de julho, o MS vai receber mais 150 mil tratamentos. Nas próximas semanas, será um milhão a mais de medicamentos disponíveis, além do que está estocado em pó. O Ministério esclarece que o estoque de remédios está de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

5 - Quais os critérios de utilização para do medicamento fosfato de oseltamivir?
Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o fosfato de oseltamivir. Os demais terão os sintomas tratados de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong. É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o fosfato de oseltamivir.

6 - Quem está no grupo de risco?
O grupo de risco é composto por idosos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), pessoas com obesidade mórbida e também com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.

7 - Por que o Rio Grande do Sul registra tantos casos da influenza A (H1N1)?
Todos os anos, o Brasil registra ocorrências de casos graves e óbitos por gripe e doenças associadas, como pneumonia, em todas as regiões. Neste período do ano, que é inverno, sempre há maior ocorrência desses casos, em especial no RS e nos outros estados do Sul e Sudeste. Isso porque eles têm o inverno mais rigoroso e mais prolongado. Além disso, no caso especifico da influenza A (H1N1), há países com maior número de casos que fazem fronteira com o Rio Grande do Sul, como é o caso da Argentina. A disseminação da doença aumenta e não é indicado controlar o fluxo de pessoas na fronteira, pois isto não tem efeito na disseminação da doença.

8 - Grávidas podem tomar fosfato de oseltamivir?
Não há registros de efeitos negativos do uso do fosfato de oseltamivir em mulheres grávidas e em fetos. No entanto, como medida de precaução e conforme orientação do fabricante, esse medicamento só deve ser tomado durante a gravidez se o seu benefício justificar o risco. Essa decisão deve ser tomada de acordo com indicação médica.

9 - Existe transmissão sustentada do vírus da Influenza A (H1N1) no Brasil?
Desde 24 de abril, data do primeiro alerta dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o surgimento da nova doença, até o dia 15 de julho, o Ministério da Saúde só havia registrado casos no país de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pego de quem esteve fora. No dia 16 de julho, o Ministério da Saúde recebeu a notificação do primeiro caso de transmissão da Influenza A (H1N1) no Brasil sem esse tipo de vínculo. Trata-se de paciente do Estado de São Paulo, que morreu no último dia 30 de junho. Esse caso nos deu a primeira evidência de que o novo vírus está em circulação em território nacional. Todas as estratégias que o MS deveria adotar numa situação como esta já foram tomadas há quase três semanas. O Brasil se antecipou. A atualização constante de nossas ações contra a nova gripe permitiu que, neste momento, toda a rede de saúde esteja integrada para manter e reforçar as medidas de atenção à população.

10 - Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.

11 - Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.

12 - O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.

13 - Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?
Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios, ou não era de nenhum virus. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.

15 - Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?
Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.

16 - Como eu posso me prevenir da doença?
Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

FONTES:

http://portal.saude.gov.br/saude/

http://www.educacao.rj.gov.br/

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